O dissídio de Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração 2024 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 860115 no cargo de Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração.

Estado com maior salário médio

Rio de Janeiro

R$ 5.487,57

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

1.215 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Campos dos Goytacazes - RJ

R$ 7.715,82

Cidade que mais contrata

São Paulo - SP

481 admissões

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Supervisor de operação elétrica (geração, transmissão e distribuição de energia elétrica) supervisiona a operação dos sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, elaborando procedimentos operacionais, otimizando processos e avaliando a eficiência da operação Planeja as atividades, analisando prioridades, preparando cronograma de trabalho e elaborando planos de ação.

Controla informações gerenciais e monitora os custos da operação elétrica do sistema de utilidades Administra recursos materiais Administra recursos humanos, supervisiona desempenho da equipe de trabalho e promove treinamentos.

Cumpre legislação, normas técnicas e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de combate a incêndio e de preservação ambiental

O que faz um Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração

O Supervisor de operação elétrica (geração, transmissão e distribuição de energia elétrica) planeja as atividades de operação dos sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, analisando prioridades, preparando cronograma de trabalho, elaborando planos de ação e estabelecendo planos de contingência Faz a especificação de materiais e equipamentos.

Define equipe de trabalho e distribui tarefas, para a realização das atividades de acordo com o previsto.

Elabora procedimentos operacionais, coletando e analisando dados técnico-operacionais e avaliando as ocorrências de manutenção dos sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica Coordena sistemas operacionais, monitorando a execução das operações e controlando perdas no processo.

Libera equipamentos para manutenção Avalia a eficiência das operações.

Otimiza processos de operação elétrica do sistema de utilidades, realizando estudos técnicos, avaliando novos procedimentos operacionais, testando novos produtos e equipamentos, controlando as variáveis do processo, analisando resultados, e implantando melhorias.

Monitora as atividades em realização, para garantir a execução do trabalho conforme planejamento Elabora e emite relatórios de atividades e relatórios técnicos.

Pode prestar assessoria técnica.

Pode receber visitas técnicas Controla informações gerenciais, fornecendo dados para elaboração de orçamentos, repassando informações institucionais e atualizando arquivos administrativos Monitora os custos da operação elétrica do sistema de utilidades.

Administra os insumos para a operação elétrica do sistema de utilidades, controlando estoque Verifica a qualidade de insumos, conforme padrão Requisita materiais e serviços, a fim de assegurar a disponibilidade de insumos.

Administra recursos humanos, requisitando contratações para preenchimento de vagas, controlando a frequência da equipe de trabalho e verificando as escalas de trabalho e de férias Supervisiona recursos humanos, acompanhando as atividades da equipe de trabalho, avaliando seu desempenho e identificando necessidade de treinamento.

Elabora programas de aperfeiçoamento e atualização Avalia a eficácia dos treinamentos Monitora a limpeza e a organização do local de trabalho.

Controla desperdícios, verificando o reaproveitamento de material Orienta o descarte de resíduos de acordo com as normas ambientais Implementa e divulga as medidas de segurança, atendendo às recomendações da legislação e propiciando condições seguras de trabalho, para a prevenção de ocorrência de acidentes de trabalho e de doenças ocupacionais.

Elabora análise de riscos Disponibiliza equipamentos de proteção coletiva Requisita, distribui e controla o uso de equipamentos de proteção individual.

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Funções do Supervisor de operação elétrica (geração, transmissão e distribuição de energia elétrica)

O profissional Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração deve coordenar manutenções de equipamentos, otimizar processos do sistema de utilidades, demonstrar competências pessoais, qualificar equipes de trabalho, administrar insumos do sistema de utilidades, planejar atividades de trabalho, gerenciar serviços administrativos, implementar medidas de segurança pessoal, ambiental e patrimonial, gerenciar sistemas operacionais.

Condições de trabalho da profissão

Supervisores da produção de utilidades atuam nas empresas dos serviços de eletricidade, gás e água quente, captação, purificação e distribuição de água e de limpeza urbana, esgoto e atividades conexas. São empregados com carteira assinada e organizam-se por equipes de operação, sob a supervisão ocasional dos engenheiros. Trabalham predominantemente no período diurno e podem atuar em locais abertos, fechados ou em veículos. No desenvolvimento de algumas atividades permanecem expostos à ação de materiais tóxicos, ruído intenso, altas temperaturas, aerodispersóides, agentes biológicos e altas pressões.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

Atividades exercidas por um Supervisor de operação elétrica (geração, transmissão e distribuição de energia elétrica)

Um Supervisor de operação elétrica (geração, transmissão e distribuição de energia elétrica) deve administrar escala de trabalho, elaborar análise de riscos, avaliar desempenho de funcionários, requisitar materiais e serviços para utilidades, avaliar ocorrências do sistema de utilidades, avaliar eficiência do programa de manutenção, autocontrolar-se, desenvolver planos de ação para operação e manutenção, emitir relatórios, repassar informações institucionais, avaliar condições dos equipamentos de proteção (individual e coletivo), controlar sistema operacional das utilidades, assegurar disponibilidade de insumos do sistema de utilidade, demonstrar acuidade visual e auditiva, implantar melhorias, verificar qualidade de insumos conforme padrão, realizar manutenções corretivas, demonstrar capacidade de delegar tarefas e responsabilidades, assegurar disponibilidade de recursos, identificar necessidades de treinamento, obedecer normas regulamentadoras do mte, controlar a realização de manutenções em equipamentos conforme plano, demonstrar flexibilidade, requisitar mão-de-obra para preenchimento de vagas, distribuir tarefas, avaliar treinamento, identificar riscos, elaborar procedimentos operacionais, liberar equipamentos para manutenção, controlar estoques do sistema de utilidades, comunicar-se, agir com imparcialidade, elaborar planos de contingência, monitorar sistema de utilidades, testar novos produtos e equipamentos, demonstrar criatividade, controlar perdas no processo, atualizar arquivos técnico-administrativos, elaborar escala de férias, receber visitas técnicas, solicitar contratação de mão-de-obra temporária, demonstrar objetividade, atender recomendações da cipa, manifestar liderança, divulgar normas de segurança, fornecer dados para elaboração dos orçamentos, demonstrar iniciativa, realizar estudos técnicos, controlar custos do sistema de utilidades, instalar equipamentos do sistema de utilidades, controlar frequência de funcionários, fazer cumprir uso de equipamentos de proteção individual, especificar insumos do sistema de utilidades, elaborar programas de treinamento, analisar resultados obtidos, requisitar equipamentos de proteção (individual e coletivo), treinar equipes de trabalho, emitir relatórios de atividades, especificar recursos (humanos, materiais e de equipamentos), solicitar treinamentos, zelar pelo sistema de qualidade, demonstrar senso crítico, preservar meio ambiente, inspecionar equipamentos do sistema de utilidades, comissionar equipamentos do sistema de utilidades, buscar visão sistêmica, propiciar condições seguras de trabalho, programar paradas para manutenção de equipamentos, elaborar cronograma de trabalho, controlar ficha individual de fornecimento de equipamentos de proteção individual, elaborar relatórios técnicos, controlar variáveis do processo, coletar dados técnico-operacionais, analisar prioridades de trabalho, comprometer-se, sociabilizar-se, analisar dados técnico-operacionais, avaliar novos procedimentos operacionais, avaliar consumos do sistema de utilidades, prestar assessorias técnicas, fiscalizar serviços terceirizados de manutenção.

Aumento do piso salarial e reajuste 2024 da categoria

O reajuste salarial 2024 para Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração ficou em 5.00%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2024 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Supervisores da produção de utilidades que ficou em 5.00% para 2024.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração em 2024 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2024 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2024

O reajuste médio do vale refeição 2024 para Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração ficou em 9.40% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2024 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 32,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Supervisores da produção de utilidades 2024

O salário de Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração mostrado aqui é resultado do levantamento de 4971 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2024, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Supervisores da produção de utilidades que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração com salários atualizados em 2024. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração CBO 860115 salário

Valor do salário na CCT 2024 de Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração em todos os estados

Dados de dissídios coletivos para Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração por estado
UF Jornada Piso Média Teto Sal/Hora Dissídio 2024 (%)
São Paulo 44h 4.257,54 4.422,55 6.241,23 20,26 4.80%
Minas Gerais 43h 4.590,07 4.767,97 6.728,70 21,99 6.50%
Rio de Janeiro 43h 5.282,82 5.487,57 7.744,22 25,49 5.70%
Goiás 44h 3.387,45 3.518,74 4.965,75 16,04 7.90%
Rio Grande do Sul 44h 3.560,62 3.698,62 5.219,61 16,87 7.00%
Ceará 44h 3.945,99 4.098,93 5.784,53 18,81 5.10%
Bahia 43h 4.627,63 4.806,98 6.783,76 22,18 5.90%
Pará 44h 3.541,93 3.679,21 5.192,21 16,79 5.80%
Paraná 44h 4.245,29 4.409,83 6.223,28 20,13 6.30%
Santa Catarina 44h 4.628,01 4.807,38 6.784,32 22,07 5.70%
Pernambuco 43h 3.548,12 3.685,63 5.201,27 16,96 7.40%
Mato Grosso 43h 4.324,46 4.492,07 6.339,34 20,71 8.20%
Amazonas 43h 5.122,17 5.320,69 7.508,71 24,48 6.80%
Mato Grosso do Sul 44h 3.859,36 4.008,94 5.657,54 18,28 6.50%
Maranhão 44h 4.023,36 4.179,29 5.897,94 19,09 4.70%
Espírito Santo 43h 3.982,20 4.136,54 5.837,61 19,10 6.70%
Rio Grande do Norte 44h 3.485,98 3.621,08 5.110,18 16,63 7.70%
Alagoas 44h 2.950,19 3.064,53 4.324,76 13,97 4.30%
Paraíba 43h 2.857,43 2.968,18 4.188,78 13,67 5.30%
Piauí 44h 3.850,71 3.999,95 5.644,86 18,36 6.60%
Tocantins 44h 2.825,16 2.934,66 4.141,48 13,41 5.60%
Distrito Federal 43h 3.830,72 3.979,18 5.615,54 18,40 5.30%
Amapá 44h 4.272,87 4.438,47 6.263,71 20,17 4.20%
Rondônia 43h 3.391,95 3.523,41 4.972,34 16,23 6.80%
Acre 42h 3.907,77 4.059,22 5.728,50 19,13 5.80%
Roraima 42h 5.282,05 5.486,77 7.743,10 26,13 7.20%

Fonte: Dados CAGED, PNAD e instrumentos coletivos registrados no sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego que mencionem a profissão de Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração.

Dissídio de Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração por cidade

Quanto ganha um Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração nas principais cidades

Salários segundo dados do CAGED e instrumentos coletivos registrados que citem a profissão de Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração na localidade
Cidade Carga Horária Piso Salarial Média Salarial Maior Salário Sal/Hora Dissídio 2024 (%)
São Paulo, SP 43 4.772,53 4.957,50 6.996,17 22,80 4.40%
Rio de Janeiro, RJ 43 5.608,58 5.825,95 8.221,76 26,94 4.40%
Belo Horizonte, MG 43 4.696,64 4.878,67 6.884,92 22,68 6.20%
Aparecida de Goiânia, GO 44 3.198,57 3.322,54 4.688,86 15,13 7.90%
Jaboticabal, SP 44 2.890,03 3.002,04 4.236,56 13,65 5.90%
Fortaleza, CE 43 4.001,09 4.156,16 5.865,30 19,16 6.00%
Barueri, SP 44 4.033,91 4.190,25 5.913,41 19,21 6.20%
Manhuacu, MG 44 3.252,85 3.378,92 4.768,43 15,36 7.80%
Belém, PA 44 2.987,28 3.103,05 4.379,12 14,19 7.90%
Goiânia, GO 44 3.220,22 3.345,02 4.720,60 15,28 5.20%
Manaus, AM 43 4.853,83 5.041,95 7.115,34 23,33 8.00%
Porto Alegre, RS 44 3.838,17 3.986,93 5.626,47 18,24 6.50%
São João da Barra, RJ 44 6.362,47 6.609,07 9.326,91 30,04 6.40%
Recife, PE 43 3.495,71 3.631,19 5.124,45 16,83 4.40%
São Gonçalo, RJ 44 3.387,02 3.518,30 4.965,12 15,99 4.90%
Juiz de Fora, MG 42 3.193,80 3.317,58 4.681,87 15,70 6.70%
Eldorado do Sul, RS 44 3.073,22 3.192,33 4.505,11 14,52 6.90%
Abaiara, CE 44 4.900,82 5.090,76 7.184,23 23,14 7.40%
Cuiabá, MT 43 4.612,18 4.790,94 6.761,11 22,23 4.90%
São José dos Campos, SP 44 3.927,57 4.079,79 5.757,53 18,54 6.60%
Mauá, SP 44 4.150,57 4.311,44 6.084,43 19,60 6.90%
Salvador, BA 44 6.689,31 6.948,57 9.806,03 31,72 4.90%
Macaé, RJ 40 6.226,47 6.467,79 9.127,53 32,13 7.80%
Maceió, AL 44 2.801,20 2.909,77 4.106,36 13,23 6.40%
Contagem, MG 44 6.912,19 7.180,09 10.132,76 32,81 4.10%
São Luís, MA 44 3.933,46 4.085,91 5.766,16 18,68 6.90%
Brumado, BA 44 3.524,84 3.661,45 5.167,15 16,64 7.90%
João Pessoa, PB 43 3.153,69 3.275,92 4.623,07 15,12 6.60%
Florianópolis, SC 43 5.934,64 6.164,65 8.699,74 28,52 4.50%
Ponta Grossa, PR 44 3.745,86 3.891,04 5.491,15 17,69 7.50%

Os valores de piso salarial e porcentagem de dissídio referem-se a média observada em instrumentos coletivos registrados no sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego com abrangência na cidade ou na região e que citem a profissão de Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração. Instrumentos coletivos: Acordos, convenções ou dissídios coletivos.

Empresas que mais contratam Supervisor Técnico de Operação de Sistema de Geração no Brasil

Pisos salariais por setores das empresas
Segmento Piso Média Teto Dissídio 2024 (%)
Construção de estações e redes de distribuição de energia elétrica 3.832,50 3.981,04 5.618,16 7.60%
Instalação e manutenção elétrica 3.311,19 3.439,52 4.853,96 6.30%
Serviços de engenharia 3.601,37 3.740,95 5.279,34 4.40%
Manutenção de redes de distribuição de energia elétrica 3.746,01 3.891,19 5.491,37 5.30%
Construção de edifícios 3.846,21 3.995,28 5.638,26 5.30%
Coleta de resíduos não-perigosos 2.956,29 3.070,87 4.333,70 4.10%
Geração de energia elétrica 7.511,17 7.802,28 11.010,81 5.70%
Obras de montagem industrial 5.630,15 5.848,36 8.253,38 5.50%
Medição de consumo de energia elétrica, gás e água 2.711,49 2.816,58 3.974,84 7.90%
Construção de rodovias e ferrovias 3.974,01 4.128,03 5.825,60 6.90%
Distribuição de energia elétrica 8.069,41 8.382,16 11.829,15 4.20%
Transmissão de energia elétrica 9.145,53 9.499,98 13.406,66 5.10%
Construção de estações e redes de telecomunicações 3.731,31 3.875,93 5.469,83 6.80%
Locação de mão-de-obra temporária 4.150,22 4.311,07 6.083,91 5.40%
Comércio varejista de material elétrico 3.028,46 3.145,83 4.439,49 6.20%
Fabricação de aparelhos e equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica 4.626,14 4.805,43 6.781,57 5.60%
Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e industriais , sem operador 4.749,49 4.933,57 6.962,40 7.60%
Holdings de instituições não-financeiras 9.691,60 10.067,22 14.207,16 5.30%
Fabricação de geradores de corrente contínua e alternada, peças e acessórios 4.924,10 5.114,94 7.218,36 5.10%
Outras obras de instalações em construções não especificadas anteriormente 3.067,86 3.186,76 4.497,26 4.10%
Fonte: Contratações formais indicadas pelas empresas ao sistema Novo CAGED e convenções coletivas patronais.