O dissídio de Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 239225 no cargo de Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos.
Estado com maior salário médio
Santa Catarina
R$ 4.681,72
(últimos 12 meses)Estado que mais contrata
São Paulo
66 admissões
(últimos 12 meses)Cidade com maior salário médio
Mossoró - RN
R$ 1.636,13
(últimos 12 meses)Cidade que mais contrata
São Paulo - SP
34 admissões
(últimos 12 meses)Setor com maior salário médio
Atividades de Associações de Defesa de Direitos Sociais
R$ 4.687,59
(últimos 12 meses)Setor com mais contratações
Atividades de Associações de Defesa de Direitos Sociais
85 admissões
(últimos 12 meses)Descrição sumária do cargo
O colaborador no cargo de Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos Participa da elaboração do currículo escolar, planeja o ensino, a aprendizagem e a avaliação, prepara materiais pedagógicos e realiza a ação docente e a avaliação na educação especial para alunos com deficiência visual Ensina atividades de vida diária e autônoma, educação especial para o trabalho, entre outros conteúdos formativos.
Alfabetiza em Braille Ensina sorobã Instrui sobre o uso de recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva.
Participa de projetos de pesquisas sobre temas de interesses da área de educação especial, bem como de programas de atendimento educacional Pode coordenar cursos e exercer a direção ou a coordenação pedagógica de instituições da área Divulga conhecimentos e forma profissionais da área.
Cumpre legislação da educação, normas técnicas e normas regulamentadoras de higiene, saúde, segurança no trabalho e de preservação ambiental
O que faz um Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos
O Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos participa de projetos de pesquisas sobre temas de interesse da área de educação especial, com focalização na educação de alunos com deficiência visual, levando em conta a legislação educacional e o uso de tecnologias – incluindo tecnologias assistivas – Pesquisa bibliografia sobre síndromes e patologias.
Pode elaborar projetos de pesquisa sobre temas da área.
Participa da elaboração do currículo escolar, especialmente no que se refere à educação especial de alunos com deficiência visual, fazendo a adequação do currículo às necessidades educacionais de cada aluno e realizando o planejamento de componentes curriculares de acordo com o período letivo No planejamento curricular, leva em conta o talento, a criatividade, as habilidades e os interesses do estudante com deficiência visual.
Planeja o ensino, a aprendizagem e a avaliação da educação especial para alunos com deficiência visual Analisa propostas pedagógicas e bibliografias, inclusive sobre síndromes e patologias.
Planeja programas de intervenção educacional individual.
Planeja atividades com base na experiência visual dos alunos Elabora planos de ensino, definindo conteúdos formativos, estratégias, atividades e recursos.
Elabora planos de aulas.
Planeja a avaliação do processo de ensino e de aprendizagem, utilizando critérios que consideram as singularidades dos alunos com deficiência visual Prepara materiais pedagógicos específicos para a educação especial de alunos com deficiência visual Transcreve textos em tinta para o Braille e textos em tipos ampliados.
Transcreve, à tinta, textos em Braille Cria texturas e relevos que transmitem conhecimentos Prepara materiais de alto contraste.
Adapta jogos pedagógicos em Braille e tipos ampliados Elabora material visual destinado a alunos com baixa visão.
Grava textos em diferentes suportes Realiza a ação docente, ensinando atividades de vida diária e de vida autônoma – de higiene, de segurança, de preparação de alimentos, entre outras, ministrando aulas de educação especial para o trabalho, ensinando conteúdos formativos Negocia com os alunos as regras de comportamento.
Atua desde a educação infantil até o ensino médio Desenvolve plano individualizado de atendimento especializado Alfabetiza em Braille.
Ensina o uso de sorobã para cálculos matemáticos Instrui sobre o uso de recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva – como, por exemplo, recurso que conecta voluntários videntes com pessoas com deficiência visual para auxílio à execução de tarefas cotidianas e leitores de tela e ampliadores de imagem que transcrevem para linguagem falada o conteúdo textual de dispositivos digitais – Avalia o processo de ensino e de aprendizagem, com focalização nas necessidades educacionais dos alunos.
Avalia estilos e ritmos de aprendizagem, avalia comunicação expressiva, comunicação receptiva, e rendimento escolar Participa do desenvolvimento de programas de atendimento educacional – em educação especial – para alunos com deficiência visual, atuando na elaboração e na execução das atividades Estabelece parcerias com famílias e equipes multidisciplinares Participa de atividades pedagógico-administrativas, como reuniões pedagógicas e conselhos de classe Elabora relatórios e registros de avanços dos alunos.
Coordena a colocação de alunos em classes regulares Pode coordenar cursos e exercer a direção ou a coordenação pedagógica de instituições de educação especial Divulga conhecimentos da área de educação especial, concedendo entrevistas aos meios de comunicação de massa e participando da organização de seminários, fóruns e outros eventos Forma profissionais – professores para classes de inclusão, instrutores da formação profissional de aprendizes, guias-intérpretes e profissionais de apoio – para atuação na área de educação especial de alunos com deficiência visual Instrui e monitora alunos no uso e cuidados de equipamentos e materiais, para evitar acidentes.
Funções do Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos
O profissional Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos deve divulgar conhecimentos da Área, participar do desenvolvimento de diferentes programas de atendimento educacional, formar profissionais para atuação na Área, avaliar as necessidades educacionais dos alunos, preparar materiais pedagógicos e recursos específicos, pesquisar sobre temas de interesse da Área, demonstrar competências pessoais, participar de atividades pedagógico-administrativas, atuar no processo de ensino-aprendizagem, participar da elaboração do projeto político-pedagógico da escola.
Condições de trabalho da profissão
Professores de educação especial atuam em atividades de ensino, saúde e serviços sociais, pesquisa e desenvolvimento, atividades recreativas, culturais e desportivas e administração pública, defesa e seguridade social. São estatutários ou empregados com carteira assinada, trabalham tanto individualmente como em equipe interdisciplinar, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e em horário diurno. Eventualmente, trabalham em posições desconfortáveis durante longos períodos, em algumas atividades podem trabalhar sob pressão, levando-os à situação de estresse. Também podem estar expostos a ruído intenso, condições insalubres e agressões físicas.
Exigências do mercado de trabalho para a profissão
O exercício dessas ocupações requer curso superior na área de educação, com cursos ou especializações na área de educação especial.
Atividades exercidas por um Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos
Um Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos deve ensinar língua portuguesa, participar da elaboração de informativos sobre formas de comunicação, atuar em programas de reabilitação educacional, trabalhar o tema do preconceito em diferentes tipos de eventos, dominar conteúdos e metodologias da área, elaborar instrumentos de avaliação, realizar atividades para orientação e mobilidade, participar de conselhos de classe, criar materiais didático-pedagógicos, planejar atividades extraclasse, participar da avaliação da comunicação receptiva dos alunos, demonstrar capacidade de liderança, elaborar relatórios, adaptar jogos pedagógicos em braile e em tipos ampliados, analisar novas teorias para implementação prática, preparar professores para classes de inclusão, ensinar conteúdos das disciplinas curriculares, gravar textos em diferentes suportes (fitas, multimídia etc), dominar braile, participar de fóruns de saúde e educação, orientar voluntários para educação especial em comunidades, avaliar os resultados dos projetos, participar da avaliação da comunicação expressiva dos alunos, avaliar estilos e ritmos de aprendizagem dos alunos, divulgar os resultados dos projetos de pesquisas, contribuir para a elaboração de revistas, jornais e boletins informativos, participar da elaboração de informativos sobre prevenção, demonstrar capacidade de observação, participar de projetos de pesquisa, estudar a língua escrita da língua de sinais, demonstrar criatividade, elaborar projetos de pesquisa, dirigir instituições de atendimento de alunos com necessidades especiais de aprendizagem, analisar propostas pedagógicas, estudar as propostas da legislação educacional, elaborar projetos de estimulação essencial, planejar componentes curriculares de acordo com ano/ciclo, demonstrar capacidade de coordenação pedagógica de estabelecimentos de ensino, alfabetizar em braile, pesquisar bibliografia sobre síndromes e patologias, participar da organização de eventos sobre prevenção, demonstrar capacidade de improvisação, elaborar programas de atendimento a jovens e adultos, participar do planejamento de atividades de integração escola-família-comunidade, confeccionar materiais didático-pedagógicos, ensinar as atividades de vida autônoma, desenvolver atividades funcionais que envolvam a comunidade, encaminhar o aluno para treinamento em empresas, proceder com ética, ministrar palestras e cursos, estabelecer parcerias com equipes multidisciplinares, demonstrar capacidade de administrar frustações, adequar o currículo às necessidades dos alunos, implementar programas de atendimento educacional, ensinar as atividades de vida diária (avd), transcrever textos em tinta para o braile, desenvolver atividades profissionalizantes com os alunos, planejar a avaliação do processo de ensino-aprendizagem, demonstrar capacidade de planejamento, elaborar plano de aulas, trabalhar com recursos da linguagem da informática, dominar língua de sinais, pesquisar temas de educação especial, demonstrar capacidade de reconhecer as próprias limitações, estabelecer parcerias com as famílias, preparar atividades funcionais que envolvam a comunidade, analisar bibliografias sobre síndromes e patologias, demonstrar capacidade de estudo e pesquisa, avaliar comunicação expressiva dos alunos, coordenar curso, demonstrar capacidade de trabalhar em equipe, acompanhar treinamento do aluno em empresas, preparar materiais de autocontrate, criar texturas, relevos que transmitam conhecimentos, preparar a comunidade para interagir com pessoas com necessidades educacionais especiais, elaborar programas de atendimento educacional, elaborar projetos de atendimento de jovens e adultos, demonstrar capacidade de motivar o outro, criar materiais para comunicação alternativa, encaminhar alunos para avaliações específicas, participar de associações da categoria, identificar as necessidades de aprendizagem dos alunos, elaborar projetos com instituições não escolares, encaminhar aluno para ensino regular, participar de reuniões pedagógicas, preparar instrutores para atuação na formação profissionalizante do aprendiz, prepara comunidade para uso de técnicas de orientação e mobilidade, indicar instituições para práticas de ensino profissionalizante, atuar em programas de estimulação essencial, preparar a comunidade para uso do braile, encaminhar o aluno para o mercado de trabalho, pesquisar o uso de tecnologias, avaliar conhecimento do aluno iniciante, demonstrar capacidade de dirigir estabelecimentos de ensino, participar da elaboração do plano de ensino, participar da elaboração do currículo escolar, registrar notas e conteúdos em diários de classe, participar de programas de inclusão escolar, realizar atividades pedagógicas e culturais em hospitais, participar de palestras e cursos, demonstrar flexibilidade, coordenar pedagogicamente instituições de atendimento de alunos com necessidades especiais de aprende, elaborar material visual para alunos, analisar os resultados das avaliações dos profissionais de outras áreas, preparar profissionais para atuação educacional em hospitais, prestar serviços de apoio pedagógico especializado nas diferentes modalidades de ensino, participar da elaboração de textos sobre temas da área, recorrer a legislação sobre os direitos das pessoas com necessidades especiais de aprendizagem, selecionar atividades e recursos físicos e materiais, ensinar o uso do sorobã para cálculos matemáticos, corrigir trabalhos dos alunos, definir conteúdos escolares, ensinar atividades recreativas, participar das associações da área, demonstrar capacidade de articular diferentes realidades, transcrever textos em tipos ampliados, demonstrar capacidade de trabalhar com as diferenças, demonstrar tolerância, ministrar aulas de orientação para o trabalho, conceder entrevistas aos meios de comunicação de massa, planejar programas de intervenção educacional individual, orientar estágios dos alunos, avaliar rendimento escolar, participar do processo de avaliação dos aspectos psicomotor e cognitivo do aluno, dominar diferentes formas de comunicação, orientar trabalho em sala de leitura, transcrever à tinta textos em braile dos alunos, elaborar registros de avanços dos alunos, atuar em programas de habilitação educacional, demonstrar capacidade de interpretar a língua de sinais, estudar abordagens de comunicação aumentativa e alternativa, participar da organização de seminários, fóruns e outros eventos, realizar atividades lúdicas visando interação sócio afetiva, organizar exposições dos trabalhos dos alunos, avaliar comunicação receptiva dos alunos, prestar assessoria à comunidade escolar, demonstrar capacidade de trabalhar com ensino individualizado.
Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria
O reajuste salarial 2026 para Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos ficou em 6.10%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos e os sindicatos patronais.
Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Professores de educação especial que ficou em 6.10% para 2026.
Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.
Reajuste e valor do vale refeição 2026
O reajuste médio do vale refeição 2026 para Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos ficou em 4.90% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.
Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 36,00 por dia efetivamente trabalhado.
Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Professores de educação especial 2026
O salário de Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos mostrado aqui é resultado do levantamento de 221 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Professores de educação especial que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.
Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Professor de Orientação e Mobilidade de Cegos com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:
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