O dissídio de Professor de Alunos Com Deficiência Mental 2024 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 239215 no cargo de Professor de Alunos Com Deficiência Mental.

Estado com maior salário médio

Santa Catarina

R$ 3.881,83

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

1.517 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Campos Novos - SC

R$ 4.897,94

Cidade que mais contrata

Ourinhos - SP

328 admissões

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Professor de alunos com deficiência mental Participa da elaboração do currículo escolar, planeja o ensino, a aprendizagem e a avaliação, prepara materiais pedagógicos e realiza a ação docente e a avaliação na educação especial para alunos com deficiência mental, leve ou moderada Ensina atividades de vida diária e autônoma, educação especial para o trabalho, entre outros conteúdos formativos.

Instrui sobre o uso de recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva Participa de projetos de pesquisas sobre temas de interesses da área de educação especial, bem como de programas de atendimento educacional Pode coordenar cursos e exercer a direção ou a coordenação pedagógica de instituições da área.

Divulga conhecimentos e forma profissionais da área Cumpre legislação da educação, normas técnicas e normas regulamentadoras de higiene, saúde, segurança no trabalho e de preservação ambiental

O que faz um Professor de Alunos Com Deficiência Mental

O Professor de alunos com deficiência mental participa de projetos de pesquisas sobre temas de interesse da área de educação especial, com focalização na educação de alunos com deficiência mental, leve ou moderada, levando em conta a legislação educacional e o uso de tecnologias – incluindo tecnologias assistivas – Pesquisa bibliografia sobre síndromes e patologias.

Estuda abordagens de comunicação aumentativa, que promove e apoia a fala, e de comunicação alternativa, que se baseia em formas de comunicação sem fala.

Pode elaborar projetos de pesquisa sobre temas da área Participa da elaboração do currículo escolar, especialmente no que se refere à educação especial de alunos com deficiência mental, fazendo a adequação do currículo às necessidades educacionais de cada aluno e realizando o planejamento de componentes curriculares de acordo com o período letivo.

No planejamento curricular, leva em conta o talento, a criatividade, as habilidades e os interesses do estudante com deficiência mental Planeja o ensino, a aprendizagem e a avaliação da educação especial para alunos com deficiência mental.

Analisa propostas pedagógicas, novas teorias para efetivação da prática docente na educação especial e bibliografias, inclusive sobre síndromes e patologias.

Planeja programas de intervenção educacional individual Elabora planos de ensino, definindo conteúdos formativos, estratégias, atividades e recursos.

Elabora planos de aulas.

Planeja a avaliação do processo de ensino e de aprendizagem, utilizando critérios que consideram as singularidades dos alunos com deficiência mental Prepara materiais pedagógicos específicos para a educação especial de alunos com deficiência mental Cria material para comunicação alternativa.

Elabora material visual Realiza a ação docente, ensinando atividades de vida diária e de vida autônoma – de higiene, de segurança, de preparação de alimentos, entre outras, ministrando aulas de educação especial para o trabalho, ensinando conteúdos formativos Negocia com os alunos as regras de comportamento.

Atua desde a educação infantil até o ensino médio Desenvolve plano individualizado de atendimento especializado.

Usa técnicas de fonética e repetição para reforçar a aprendizagem Trabalha com comunicação aumentativa e alternativa Ensina a organizar objetos de referência para antecipar as atividades diárias.

Instrui sobre o uso de jogos educativos manuais e sistemas computadorizados que contemplam temas de acessibilidade, para estudantes com deficiência mental Avalia o processo de ensino e de aprendizagem, com focalização nas necessidades educacionais dos alunos Avalia estilos e ritmos de aprendizagem, avalia comunicação expressiva, comunicação receptiva, e rendimento escolar.

Participa do desenvolvimento de programas de atendimento educacional – em educação especial – para alunos com deficiência mental, atuando na elaboração e na execução das atividades Estabelece parcerias com famílias e equipes multidisciplinares (terapeutas ocupacionais, psicólogos, psiquiatras, entre outros) Participa de programas de inclusão escolar.

Participa de atividades pedagógico-administrativas, como reuniões pedagógicas e conselhos de classe Encaminha alunos com deficiência mental para o ensino profissional em oficinas protegidas Elabora relatórios e registros de avanços dos alunos Coordena a colocação de alunos em classes regulares Pode coordenar cursos e exercer a direção ou a coordenação pedagógica de instituições da área de educação especial.

Divulga conhecimentos da área de educação especial, concedendo entrevistas aos meios de comunicação de massa e participando da organização de seminários, fóruns e outros eventos Forma profissionais – professores para classes de inclusão, instrutores da formação profissional de aprendizes e profissionais de apoio – para atuação na área de educação especial de alunos com deficiência mental Instrui e monitora alunos no uso e cuidados de equipamentos e materiais, para evitar acidentes.

Funções do Professor de alunos com deficiência mental

O profissional Professor de Alunos Com Deficiência Mental deve participar do desenvolvimento de diferentes programas de atendimento educacional, avaliar as necessidades educacionais dos alunos, atuar no processo de ensino-aprendizagem, formar profissionais para atuação na Área, preparar materiais pedagógicos e recursos específicos, pesquisar sobre temas de interesse da Área, divulgar conhecimentos da Área, participar de atividades pedagógico-administrativas, demonstrar competências pessoais, participar da elaboração do projeto político-pedagógico da escola.

Condições de trabalho da profissão

Professores de educação especial atuam em atividades de ensino, saúde e serviços sociais, pesquisa e desenvolvimento, atividades recreativas, culturais e desportivas e administração pública, defesa e seguridade social. São estatutários ou empregados com carteira assinada, trabalham tanto individualmente como em equipe interdisciplinar, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e em horário diurno. Eventualmente, trabalham em posições desconfortáveis durante longos períodos, em algumas atividades podem trabalhar sob pressão, levando-os à situação de estresse. Também podem estar expostos a ruído intenso, condições insalubres e agressões físicas.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

Atividades exercidas por um Professor de alunos com deficiência mental

Um Professor de alunos com deficiência mental deve participar de palestras e cursos, corrigir trabalhos dos alunos, preparar instrutores para atuação na formação profissionalizante do aprendiz, participar do processo de avaliação dos aspectos psicomotor e cognitivo do aluno, demonstrar criatividade, implementar programas de atendimento educacional, demonstrar capacidade de trabalhar em equipe, planejar a avaliação do processo de ensino-aprendizagem, demonstrar flexibilidade, estudar as propostas da legislação educacional, elaborar projetos de atendimento de jovens e adultos, estudar abordagens de comunicação aumentativa e alternativa, participar da organização de eventos sobre prevenção, demonstrar capacidade de estudo e pesquisa, elaborar projetos de pesquisa, atuar em programas de estimulação essencial, participar de projetos de pesquisa, demonstrar capacidade de coordenação pedagógica de estabelecimentos de ensino, coordenar pedagogicamente instituições de atendimento de alunos com necessidades especiais de aprende, orientar estágios dos alunos, recorrer a legislação sobre os direitos das pessoas com necessidades especiais de aprendizagem, realizar atividades pedagógicas e culturais em hospitais, demonstrar tolerância, atuar em programas de reabilitação educacional, planejar atividades extraclasse, elaborar projetos com instituições não escolares, avaliar comunicação receptiva dos alunos, encaminhar aluno para ensino regular, elaborar programas de atendimento a jovens e adultos, demonstrar capacidade de observação, preparar profissionais para atuação educacional em hospitais, realizar atividades lúdicas visando interação sócio afetiva, criar materiais para comunicação alternativa, participar da elaboração do currículo escolar, ministrar palestras e cursos, analisar os resultados das avaliações dos profissionais de outras áreas, trabalhar com comunicação aumentativa e alternativa, encaminhar o aluno para o mercado de trabalho, preparar atividades funcionais que envolvam a comunidade, participar de associações da categoria, registrar notas e conteúdos em diários de classe, divulgar os resultados dos projetos de pesquisas, organizar exposições dos trabalhos dos alunos, dominar língua de sinais, avaliar os resultados dos projetos, participar das associações da área, demonstrar capacidade de liderança, demonstrar capacidade de trabalhar com as diferenças, demonstrar capacidade de administrar frustações, pesquisar bibliografia sobre síndromes e patologias, desenvolver atividades profissionalizantes com os alunos, participar do planejamento de atividades de integração escola-família-comunidade, avaliar comunicação expressiva dos alunos, ensinar atividades recreativas, ensinar conteúdos das disciplinas curriculares, dirigir instituições de atendimento de alunos com necessidades especiais de aprendizagem, pesquisar o uso de tecnologias, proceder com ética, selecionar atividades e recursos físicos e materiais, contribuir para a elaboração de revistas, jornais e boletins informativos, demonstrar capacidade de trabalhar com ensino individualizado, coordenar curso, participar de reuniões pedagógicas, avaliar estilos e ritmos de aprendizagem dos alunos, demonstrar capacidade de improvisação, estudar a língua escrita da língua de sinais, adequar o currículo às necessidades dos alunos, confeccionar materiais didático-pedagógicos, demonstrar capacidade de planejamento, participar de programas de inclusão escolar, elaborar projetos de estimulação essencial, elaborar material visual para alunos, criar materiais didático-pedagógicos, elaborar registros de avanços dos alunos, prestar serviços de apoio pedagógico especializado nas diferentes modalidades de ensino, indicar instituições para práticas de ensino profissionalizante, elaborar relatórios, conceder entrevistas aos meios de comunicação de massa, orientar voluntários para educação especial em comunidades, estabelecer parcerias com equipes multidisciplinares, trabalhar com recursos da linguagem da informática, participar da avaliação da comunicação receptiva dos alunos, orientar trabalho em sala de leitura, participar da elaboração do plano de ensino, participar das atividades do programa de integração sensorial, participar da organização de seminários, fóruns e outros eventos, ensinar as atividades de vida autônoma, participar da elaboração de textos sobre temas da área, estabelecer parcerias com as famílias, elaborar plano de aulas, participar de conselhos de classe, demonstrar capacidade de articular diferentes realidades, dominar braile, elaborar instrumentos de avaliação, analisar bibliografias sobre síndromes e patologias, planejar componentes curriculares de acordo com ano/ciclo, definir conteúdos escolares, ministrar aulas de orientação para o trabalho, demonstrar capacidade de dirigir estabelecimentos de ensino, dominar diferentes formas de comunicação, atuar em programas de habilitação educacional, encaminhar o aluno para oficinas protegidas, profissionalizantes ou ocupacionais, trabalhar o tema do preconceito em diferentes tipos de eventos, dominar conteúdos e metodologias da área, ensinar a organizar os objetos de referência para antecipar as atividades diárias, encaminhar o aluno para treinamento em empresas, desenvolver atividades funcionais que envolvam a comunidade, demonstrar capacidade de reconhecer as próprias limitações, elaborar programas de atendimento educacional, preparar a comunidade para interagir com pessoas com necessidades educacionais especiais, participar de fóruns de saúde e educação, ensinar língua portuguesa, identificar as necessidades de aprendizagem dos alunos, participar da elaboração de informativos sobre formas de comunicação, avaliar rendimento escolar, avaliar conhecimento do aluno iniciante, demonstrar capacidade de motivar o outro, ensinar as atividades de vida diária (avd), preparar professores para classes de inclusão, gravar textos em diferentes suportes (fitas, multimídia etc), prestar assessoria à comunidade escolar, planejar programas de intervenção educacional individual, acompanhar treinamento do aluno em empresas, pesquisar temas de educação especial, analisar propostas pedagógicas, demonstrar capacidade de interpretar a língua de sinais, encaminhar alunos para avaliações específicas, participar da avaliação da comunicação expressiva dos alunos, participar da elaboração de informativos sobre prevenção, analisar novas teorias para implementação prática.

Aumento do piso salarial e reajuste 2024 da categoria

O reajuste salarial 2024 para Professor de Alunos Com Deficiência Mental ficou em 5.30%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2024 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Professor de Alunos Com Deficiência Mental e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Professores de educação especial que ficou em 5.30% para 2024.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Professor de Alunos Com Deficiência Mental em 2024 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2024 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2024

O reajuste médio do vale refeição 2024 para Professor de Alunos Com Deficiência Mental ficou em 6.00% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2024 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 32,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Professores de educação especial 2024

O salário de Professor de Alunos Com Deficiência Mental mostrado aqui é resultado do levantamento de 3883 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2024, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Professores de educação especial que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Professor de Alunos Com Deficiência Mental com salários atualizados em 2024. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Professor de Alunos Com Deficiência Mental CBO 239215 salário

Valor do salário na CCT 2024 de Professor de Alunos Com Deficiência Mental em todos os estados

Dados de dissídios coletivos para Professor de Alunos Com Deficiência Mental por estado
UF Jornada Piso Média Teto Sal/Hora Dissídio 2024 (%)
São Paulo 31h 2.408,83 2.502,19 3.531,16 15,93 5.50%
Paraná 25h 2.732,21 2.838,10 4.005,22 22,39 6.80%
Santa Catarina 35h 3.736,99 3.881,83 5.478,15 22,04 7.30%
Rio Grande do Sul 27h 2.316,46 2.406,23 3.395,75 17,51 5.50%
Minas Gerais 35h 2.172,86 2.257,07 3.185,25 12,97 6.30%
Espírito Santo 32h 2.742,01 2.848,29 4.019,59 17,93 6.40%
Mato Grosso do Sul 32h 2.717,13 2.822,44 3.983,11 17,54 6.70%
Amapá 40h 2.787,19 2.895,21 4.085,81 14,44 4.20%
Rio de Janeiro 33h 2.780,68 2.888,45 4.076,27 17,72 6.20%
Goiás 41h 2.661,37 2.764,51 3.901,37 13,42 6.90%
Mato Grosso 31h 3.137,29 3.258,89 4.599,04 21,35 6.40%
Rio Grande do Norte 44h 1.944,95 2.020,34 2.851,16 9,18 6.70%
Pará 40h 2.547,02 2.645,73 3.733,74 13,23 4.20%
Acre 38h 2.647,79 2.750,41 3.881,46 14,30 5.70%

Fonte: Dados CAGED, PNAD e instrumentos coletivos registrados no sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego que mencionem a profissão de Professor de Alunos Com Deficiência Mental.

Dissídio de Professor de Alunos Com Deficiência Mental por cidade

Quanto ganha um Professor de Alunos Com Deficiência Mental nas principais cidades

Salários segundo dados do CAGED e instrumentos coletivos registrados que citem a profissão de Professor de Alunos Com Deficiência Mental na localidade
Cidade Carga Horária Piso Salarial Média Salarial Maior Salário Sal/Hora Dissídio 2024 (%)
Ourinhos, SP 28 2.610,65 2.711,83 3.827,02 19,21 4.30%
Santos, SP 42 1.554,49 1.614,74 2.278,77 7,74 6.40%
Macapá, AP 40 2.787,19 2.895,21 4.085,81 14,44 5.70%
São Paulo, SP 36 3.159,09 3.281,53 4.631,00 18,11 5.80%
Curitiba, PR 26 2.826,05 2.935,58 4.142,78 22,88 6.40%
Florianópolis, SC 39 3.778,14 3.924,57 5.538,47 20,29 5.30%
Belo Horizonte, MG 38 2.240,57 2.327,40 3.284,50 12,11 7.00%
Guarulhos, SP 31 3.042,19 3.160,09 4.459,62 20,33 7.00%
Aparecida de Goiânia, GO 44 2.763,20 2.870,30 4.050,65 13,09 8.20%
Rio de Janeiro, RJ 33 3.310,13 3.438,42 4.852,41 21,01 6.70%
Guarapari, ES 28 2.919,23 3.032,38 4.279,38 21,79 7.10%
Blumenau, SC 37 4.211,61 4.374,84 6.173,91 23,53 6.90%
São Jose, SC 40 3.451,34 3.585,10 5.059,40 18,14 4.60%
Lages, SC 38 4.112,06 4.271,43 6.027,97 22,37 4.10%
Sorocaba, SP 40 1.841,13 1.912,49 2.698,96 9,66 5.20%
Londrina, PR 24 2.860,08 2.970,93 4.192,66 24,43 4.50%
Rio do Sul, SC 38 4.428,37 4.600,00 6.491,66 24,00 6.40%
Esteio, RS 32 2.700,43 2.805,09 3.958,63 17,72 8.30%
Pirassununga, SP 33 2.949,94 3.064,27 4.324,39 18,82 5.50%
Porto Alegre, RS 24 2.529,38 2.627,41 3.707,87 22,11 4.30%
Paranaguá, PR 26 3.472,23 3.606,80 5.090,02 27,74 4.40%
Nova Esperança, PR 22 2.849,39 2.959,82 4.176,99 27,26 6.10%
Mossoró, RN 44 1.957,83 2.033,71 2.870,03 9,24 6.10%
Tubarão, SC 28 2.967,54 3.082,55 4.350,18 21,67 7.70%
Mafra, SC 31 3.710,36 3.854,17 5.439,12 25,00 4.30%
Nova Andradina, MS 24 2.333,31 2.423,74 3.420,45 20,57 5.20%
Caraguatatuba, SP 20 1.909,50 1.983,51 2.799,18 19,84 7.80%
Campos Novos, SC 38 4.715,19 4.897,94 6.912,12 25,60 7.40%
Jau, SP 22 2.467,31 2.562,94 3.616,89 22,89 8.00%
Aguai, SP 41 1.851,26 1.923,00 2.713,80 9,41 5.90%

Os valores de piso salarial e porcentagem de dissídio referem-se a média observada em instrumentos coletivos registrados no sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego com abrangência na cidade ou na região e que citem a profissão de Professor de Alunos Com Deficiência Mental. Instrumentos coletivos: Acordos, convenções ou dissídios coletivos.

Empresas que mais contratam Professor de Alunos Com Deficiência Mental no Brasil

Pisos salariais por setores das empresas
Segmento Piso Média Teto Dissídio 2024 (%)
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 2.843,23 2.953,43 4.167,96 7.60%
Administração pública em geral 2.638,77 2.741,04 3.868,24 4.20%
Serviços de assistência social sem alojamento 2.535,49 2.633,76 3.716,83 4.60%
Ensino fundamental 2.582,44 2.682,53 3.785,67 7.00%
Atividades de apoio à gestão de saúde 1.469,62 1.526,58 2.154,35 7.40%
Educação infantil - creche 2.057,18 2.136,91 3.015,67 7.90%
Atividades associativas não especificadas anteriormente 3.425,04 3.557,79 5.020,85 7.30%
Educação infantil - pré-escola 2.155,85 2.239,40 3.160,31 6.60%
Limpeza em prédios e em domicílios 2.413,13 2.506,66 3.537,47 6.00%
Atividades de assistência a deficientes físicos, imunodeprimidos e convalescentes 3.741,88 3.886,90 5.485,31 6.30%
Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto condomínios prediais 1.957,83 2.033,71 2.870,03 7.40%
Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros 2.750,55 2.857,15 4.032,09 6.60%
Atividades de assistência social prestadas em residências coletivas e particulares não especificadas anteriormente 2.890,77 3.002,80 4.237,65 5.80%
Atividades de práticas integrativas e complementares em saúde humana 2.119,65 2.201,80 3.107,25 8.10%
Serviços de pintura de edifícios em geral 2.001,97 2.079,56 2.934,74 6.30%
Atividades de assistência psicossocial e à saúde a portadores de distúrbios psíquicos, deficiência mental e dependência química não especificadas ante 3.670,19 3.812,44 5.380,23 5.80%
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 2.866,19 2.977,27 4.201,62 7.80%
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 3.180,85 3.304,13 4.662,89 7.40%
Ensino médio 2.720,39 2.825,83 3.987,89 6.10%
Clubes sociais, esportivos e similares 2.333,42 2.423,86 3.420,62 4.10%
Fonte: Contratações formais indicadas pelas empresas ao sistema Novo CAGED e convenções coletivas patronais.