O dissídio de Professor de Escolinha (maternal) 2024 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 331105 no cargo de Professor de Escolinha (maternal).

Estado com maior salário médio

São Paulo

R$ 2.967,10

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

14.983 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Mesquita - RJ

R$ 6.127,83

Cidade que mais contrata

São Paulo - SP

5.162 admissões

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Professor de nível médio na educação infantil organiza e realiza, em creches e pré-escolas, atividades educativas de desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade Pode supervisionar o trabalho do auxiliar de desenvolvimento infantil.

Atua de acordo com a legislação educacional, o regimento escolar e as normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação ambiental

O que faz um Professor de Escolinha (maternal)

O Professor de nível médio na educação infantil planeja o roteiro de aulas, seleciona recursos didáticos, define estratégias de ensino e indica os instrumentos de acompanhamento e registro utilizados para avaliação do desenvolvimento das crianças Prepara e organiza brincadeiras, atividades artísticas e outras ações de ensino, promovendo a criatividade, a curiosidade e a aquisição de conhecimentos do mundo, de espaços, do meio ambiente, dos objetos ao redor e de elementos culturais.

Orienta a construção do conhecimento, incentivando a comunicação interpessoal e apresentando as regras de convivência social e escolar.

Cuida dos alunos quanto à higiene, à alimentação e aos momentos de sono e de descanso Acompanha os alunos em atividades extracurriculares.

Pode supervisionar o trabalho do auxiliar de desenvolvimento infantil, orientando-o sobre como cuidar, monitorar e orientar crianças Trabalha em cooperação com a comunidade escolar, com o entorno e com pais, familiares e responsáveis pelos alunos, para o desenvolvimento integral da criança, nas esferas individual e coletiva.

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Funções do Professor de nível médio na educação infantil

O profissional Professor de Escolinha (maternal) deve preparar material pedagógico, comunicar-se, organizar o trabalho, orientar a construção do conhecimento, elaborar projetos pedagógicos, planejar ações didáticas, demonstrar competências pessoais, ensinar alunos, avaliar desempenho dos alunos, cuidar dos alunos.

Condições de trabalho da profissão

Professores de nível médio na educação infantil trabalham em instituições de ensino das esferas pública e privada. Atuam de forma individual, com supervisão permanente, em ambientes fechados e a céu aberto, no período diurno.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

Atividades exercidas por um Professor de nível médio na educação infantil

Um Professor de nível médio na educação infantil deve debater projeto com direção e coordenação, demonstrar versatilidade, analisar necessidades do aluno e da comunidade, auxiliar alunos na colocação de peças de vestuário, demonstrar criatividade, mostrar filmes, criar jogos e brincadeiras, preencher agenda, elaborar relatórios, convocar pais e responsáveis, discutir resultados dos projetos, limpar sala de aula e mobiliário, reciclar material, apresentar regras da escola, utilizar sucata, planejar o roteiro de aula, registrar observações, observar estado geral dos alunos (higiene, saúde etc.), organizar sala de aula, pintar, definir técnica de trabalho (estratégias), supervisionar recreio, trabalhar dificuldades e potencialidades dos alunos, recortar materiais, encaminhar alunos para outros profissionais, criar espaço para brincadeiras, modelar massas e argila, visitar locais para eventos extracurriculares, participar da elaboração de calendário escolar, limpar material, desenvolver capacidades emocionais, preencher diário de classe, reestruturar estratégias, escrever letras e números, interagir com a comunidade, auto avaliar-se, orientar manuseio de materiais (tesoura, lápis etc.), servir como referencial de conduta, ler textos, organizar espaços em geral, orientar atividades artísticas, observar o raciocínio lógico, identificar material pedagógico, contar estórias, apresentar projeto aos alunos, brincar com os alunos, comprar material pedagógico, elaborar estórias com alunos, cantar músicas, desenvolver capacidades intelectuais, conversar com alunos (roda da conversa), construir regras com os alunos, supervisionar refeições, discutir plano de aula com coordenação e direção, dramatizar estórias e músicas, explicar atividades propostas, confeccionar material pedagógico, conferir cadastro dos alunos, participar da definição do horário, organizar material pedagógico, desenvolver capacidades motoras, corrigir atividades, selecionar material didático, definir métodos de avaliação, administrar biblioteca circulante, orientar atividades com jogos e brinquedos, definir objetivos da ação didática, trabalhar em equipe, demonstrar sensibilidade, desenvolver atividades artísticas, acompanhar alunos em cursos extraclasses, dar banho nos alunos, organizar eventos na escola, participar de eventos de qualificação profissional, trocar roupa dos alunos, participar de conselhos, investigar interesse do aluno, servir alimentação aos alunos, observar a socialização, demonstrar autocontrole, participar de reuniões com demais profissionais da escola, demonstrar paciência, definir conteúdo pedagógico das áreas de conhecimento, organizar pastas de atividades dos alunos, demonstrar senso de organização, acompanhar alunos em eventos extracurriculares, definir atividades pedagógicas, ensinar culinária, orientar atividades de desenho, supervisionar momento do sono e descanso, determinar parâmetros do projeto, orientar higiene pessoal, demonstrar capacidade de observação, desenhar, reunir-se com pais e responsáveis, trocar roupa de cama, trocar fralda dos alunos, especificar materiais de ensino-aprendizagem, reunir-se com a coordenação e a direção, alimentar os alunos, selecionar eventos e atividades extracurriculares, atualizar-se, elaborar cronograma, observar a linguagem, estabelecer vínculos, observar o desenvolvimento motor, pesquisar materiais e recursos disponíveis, solicitar material pedagógico, participar da associação de pais e mestres, demonstrar afetividade, desenvolver atividades com informática, organizar espaço para momento do sono e descanso, organizar eventos extracurriculares, colar materiais, contornar situações adversas, comentar filmes, supervisionar entrada e saída dos alunos, preencher fichas de avaliação, avaliar atividades dos alunos.

Aumento do piso salarial e reajuste 2024 da categoria

O reajuste salarial 2024 para Professor de Escolinha (maternal) ficou em 8.00%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2024 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Professor de Escolinha (maternal) e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Professores de nível médio na educação infantil que ficou em 8.00% para 2024.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Professor de Escolinha (maternal) em 2024 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2024 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2024

O reajuste médio do vale refeição 2024 para Professor de Escolinha (maternal) ficou em 8.60% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2024 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 31,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Professores de nível médio na educação infantil 2024

O salário de Professor de Escolinha (maternal) mostrado aqui é resultado do levantamento de 42515 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2024, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Professores de nível médio na educação infantil que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Professor de Escolinha (maternal) com salários atualizados em 2024. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Professor de Escolinha (maternal) CBO 331105 salário

Valor do salário na CCT 2024 de Professor de Escolinha (maternal) em todos os estados

Dados de dissídios coletivos para Professor de Escolinha (maternal) por estado
UF Jornada Piso Média Teto Sal/Hora Dissídio 2024 (%)
São Paulo 36h 2.856,39 2.967,10 4.187,26 16,64 6.80%
Rio Grande do Sul 39h 2.006,47 2.084,23 2.941,33 10,79 5.20%
Minas Gerais 37h 2.364,62 2.456,27 3.466,36 13,20 5.70%
Rio de Janeiro 30h 2.398,78 2.491,75 3.516,43 16,55 6.40%
Paraná 36h 2.060,73 2.140,59 3.020,87 11,99 5.40%
Santa Catarina 37h 2.345,84 2.436,76 3.438,83 13,10 5.30%
Bahia 35h 1.904,60 1.978,41 2.792,00 11,43 4.10%
Goiás 33h 2.010,99 2.088,93 2.947,96 12,56 5.00%
Ceará 38h 2.167,29 2.251,29 3.177,09 11,77 5.40%
Mato Grosso do Sul 35h 2.048,36 2.127,75 3.002,75 12,33 7.50%
Pernambuco 34h 1.981,35 2.058,14 2.904,51 12,24 6.00%
Rio Grande do Norte 39h 2.186,59 2.271,34 3.205,38 11,52 6.60%
Distrito Federal 28h 2.699,33 2.803,95 3.957,01 20,03 5.00%
Mato Grosso 30h 2.360,04 2.451,50 3.459,64 16,60 6.10%
Maranhão 33h 1.711,01 1.777,32 2.508,21 10,91 5.90%
Espírito Santo 32h 1.920,14 1.994,56 2.814,78 12,39 6.60%
Amazonas 41h 1.667,55 1.732,18 2.444,50 8,54 6.80%
Pará 34h 2.027,96 2.106,55 2.972,83 12,37 6.00%
Alagoas 34h 1.865,40 1.937,69 2.734,53 11,45 4.20%
Sergipe 35h 1.596,06 1.657,92 2.339,70 9,44 7.90%
Paraíba 35h 1.570,08 1.630,93 2.301,62 9,23 6.20%
Piauí 33h 1.901,61 1.975,31 2.787,61 11,96 4.70%
Rondônia 40h 2.056,70 2.136,42 3.014,97 10,75 4.90%
Amapá 40h 1.466,48 1.523,32 2.149,75 7,67 4.20%
Roraima 42h 1.734,49 1.801,71 2.542,63 8,52 7.30%
Tocantins 36h 2.119,77 2.201,93 3.107,43 12,31 7.80%
Acre 31h 1.579,38 1.640,59 2.315,25 10,58 7.20%

Fonte: Dados CAGED, PNAD e instrumentos coletivos registrados no sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego que mencionem a profissão de Professor de Escolinha (maternal).

Dissídio de Professor de Escolinha (maternal) por cidade

Quanto ganha um Professor de Escolinha (maternal) nas principais cidades

Salários segundo dados do CAGED e instrumentos coletivos registrados que citem a profissão de Professor de Escolinha (maternal) na localidade
Cidade Carga Horária Piso Salarial Média Salarial Maior Salário Sal/Hora Dissídio 2024 (%)
São Paulo, SP 38 3.127,14 3.248,34 4.584,16 17,16 8.20%
Rio de Janeiro, RJ 29 2.918,63 3.031,74 4.278,49 20,60 6.70%
Porto Alegre, RS 40 2.117,96 2.200,05 3.104,77 10,91 4.90%
Caxias do Sul, RS 41 1.965,07 2.041,23 2.880,64 9,94 7.00%
Betim, MG 40 2.656,20 2.759,15 3.893,79 13,85 8.10%
Belo Horizonte, MG 37 3.063,80 3.182,54 4.491,30 17,22 5.30%
Curitiba, PR 37 1.812,29 1.882,53 2.656,68 10,10 5.50%
Limeira, SP 30 3.099,40 3.219,52 4.543,49 21,28 4.70%
Uberlândia, MG 39 1.777,24 1.846,12 2.605,30 9,48 4.60%
Franca, SP 42 2.132,44 2.215,09 3.126,00 10,60 5.20%
Guarulhos, SP 38 2.531,10 2.629,20 3.710,40 13,98 6.60%
São Carlos, SP 33 3.751,71 3.897,12 5.499,73 23,36 6.10%
Itajaí, SC 39 2.248,78 2.335,93 3.296,54 12,01 7.10%
Juiz de Fora, MG 37 2.173,26 2.257,49 3.185,83 12,06 4.20%
Salvador, BA 35 2.076,90 2.157,39 3.044,58 12,18 5.60%
Canoas, RS 38 2.014,85 2.092,94 2.953,62 10,89 5.90%
Fortaleza, CE 39 1.651,50 1.715,50 2.420,97 8,82 5.40%
Bertioga, SP 38 3.672,83 3.815,18 5.384,09 20,32 7.40%
Gravatai, RS 31 1.694,61 1.760,29 2.484,17 11,25 7.90%
Brasília, DF 28 2.699,33 2.803,95 3.957,01 20,03 7.80%
São Bernardo do Campo, SP 35 2.586,09 2.686,32 3.791,02 15,38 8.30%
Ipatinga, MG 43 2.437,96 2.532,45 3.573,87 11,76 4.50%
Florianópolis, SC 36 2.320,08 2.410,00 3.401,06 13,57 4.70%
Londrina, PR 40 2.141,75 2.224,76 3.139,64 11,13 7.50%
Joinville, SC 39 2.418,81 2.512,56 3.545,79 12,83 5.50%
Ponta Grossa, PR 31 2.037,51 2.116,48 2.986,83 13,47 7.00%
Maringá, PR 40 1.626,57 1.689,61 2.384,42 8,38 6.50%
São Leopoldo, RS 38 2.077,64 2.158,16 3.045,66 11,27 5.60%
Santos, SP 36 1.841,00 1.912,35 2.698,77 10,71 6.00%
Blumenau, SC 42 2.520,22 2.617,90 3.694,45 12,60 6.60%

Os valores de piso salarial e porcentagem de dissídio referem-se a média observada em instrumentos coletivos registrados no sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego com abrangência na cidade ou na região e que citem a profissão de Professor de Escolinha (maternal). Instrumentos coletivos: Acordos, convenções ou dissídios coletivos.

Empresas que mais contratam Professor de Escolinha (maternal) no Brasil

Pisos salariais por setores das empresas
Segmento Piso Média Teto Dissídio 2024 (%)
Educação infantil - creche 2.342,12 2.432,89 3.433,37 4.70%
Educação infantil - pré-escola 2.026,53 2.105,08 2.970,75 5.00%
Administração pública em geral 3.506,52 3.642,42 5.140,29 8.00%
Ensino fundamental 2.114,38 2.196,33 3.099,52 8.30%
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 2.391,73 2.484,42 3.506,09 7.10%
Serviços de assistência social sem alojamento 2.421,06 2.514,89 3.549,09 6.40%
Atividades associativas não especificadas anteriormente 2.265,94 2.353,76 3.321,69 7.80%
Ensino médio 2.897,53 3.009,83 4.247,56 4.50%
Atividades de apoio à educação, exceto caixas escolares 2.445,59 2.540,37 3.585,05 4.50%
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 2.282,17 2.370,62 3.345,49 6.30%
Atividades de organizações religiosas 1.933,24 2.008,17 2.833,99 4.80%
Outras atividades de recreação e lazer não especificadas anteriormente 1.866,22 1.938,55 2.735,74 7.80%
Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto-socorro e unidades para atendimento a urgências 2.404,11 2.497,29 3.524,25 6.90%
Atividades de organizações associativas ligadas à cultura e à arte 2.187,77 2.272,56 3.207,11 5.90%
Educação profissional de nível técnico 2.015,92 2.094,05 2.955,19 6.70%
Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial 2.699,78 2.804,42 3.957,68 6.80%
Atividades de assistência social prestadas em residências coletivas e particulares não especificadas anteriormente 2.144,03 2.227,13 3.142,99 5.10%
Educação superior - graduação e pós-graduação 3.494,69 3.630,14 5.122,96 7.20%
Locação de mão-de-obra temporária 5.963,28 6.194,40 8.741,72 7.70%
Outros alojamentos 1.555,17 1.615,44 2.279,76 6.90%
Fonte: Contratações formais indicadas pelas empresas ao sistema Novo CAGED e convenções coletivas patronais.