O dissídio de Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 239220 no cargo de Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla.

Estado com maior salário médio

Paraíba

R$ 5.329,00

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

1.788 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Manaus - AM

R$ 3.086,00

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

Imbituba - SC

335 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Outras Atividades de Ensino

R$ 6.110,79

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Atividades de Associações de Defesa de Direitos Sociais

1.681 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla Participa da elaboração do currículo escolar, planeja o ensino, a aprendizagem e a avaliação, prepara materiais pedagógicos e realiza a ação docente e a avaliação na educação especial para alunos com deficiência múltipla Ensina atividades de vida diária e autônoma, educação especial para o trabalho, entre outros conteúdos formativos.

Instrui sobre o uso de recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva Participa de projetos de pesquisas sobre temas de interesses da área de educação especial, bem como de programas de atendimento educacional Pode coordenar cursos e exercer a direção ou a coordenação pedagógica de instituições da área.

Divulga conhecimentos e forma profissionais da área Cumpre legislação da educação, normas técnicas e normas regulamentadoras de higiene, saúde, segurança no trabalho e de preservação ambiental

O que faz um Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla

O Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla participa de projetos de pesquisas sobre temas de interesse da área de educação especial, com focalização na educação de alunos com deficiência múltipla, levando em conta a legislação educacional, o uso de tecnologias – incluindo tecnologias assistivas, bem como temas de experiência visual e espacial de surdo-cegos Pesquisa bibliografia sobre síndromes e patologias.

Estuda abordagens de comunicação aumentativa, que promove e apoia a fala, e de comunicação alternativa, que se baseia em formas de comunicação sem fala.

Pode elaborar projetos de pesquisa sobre temas da área Participa da elaboração do currículo escolar, fazendo a adequação do currículo às necessidades educacionais de cada aluno e realizando o planejamento de componentes curriculares de acordo com o período letivo.

No planejamento curricular, leva em conta o talento, a criatividade, as habilidades e os interesses do estudante com deficiência múltipla Planeja o ensino, a aprendizagem e a avaliação da educação especial para alunos com deficiência múltipla.

Analisa propostas pedagógicas e bibliografias, inclusive sobre síndromes e patologias.

Elabora planos de ensino, definindo conteúdos formativos, estratégias, atividades e recursos Elabora planos de aulas.

Planeja a avaliação do processo de ensino e de aprendizagem, utilizando critérios que consideram as singularidades dos alunos com deficiência múltipla.

Prepara materiais pedagógicos específicos para a educação especial de alunos com deficiência múltipla Cria materiais para comunicação alternativa Elabora material visual.

Cria e confecciona material didático-pedagógico diversificado Grava textos em diferentes suportes Interpreta e transcreve materiais, por meio de Braille e linguagem de sinais.

Prepara pistas visuais para contextualização de ambientes Realiza a ação docente, ensinando atividades de vida diária e de vida autônoma – de higiene, de segurança, de preparação de alimentos, entre outras, ministrando aulas de educação especial para o trabalho, ensinando conteúdos formativos.

Negocia com os alunos as regras de comportamento Atua desde a educação infantil até o ensino médio Desenvolve plano individualizado de atendimento especializado.

Ensina em língua portuguesa e em Libras Ensina língua portuguesa Ensina sorobã, para cálculos matemáticos.

Trabalha com comunicação aumentativa e alternativa Fornece e instrui sobre o uso de recursos diversificados de acessibilidade e de tecnologia assistiva para estudantes com deficiência múltipla Avalia o processo de ensino e de aprendizagem, com focalização nas necessidades educacionais dos alunos.

Avalia estilos e ritmos de aprendizagem, avalia comunicação expressiva, comunicação receptiva, e rendimento escolar Participa do desenvolvimento de programas de atendimento educacional – em educação especial – para alunos com deficiência múltipla, atuando na elaboração e na execução das atividades Estabelece parcerias com famílias e equipes multidisciplinares Participa de atividades pedagógico-administrativas, como reuniões pedagógicas e conselhos de classe Encaminha alunos com deficiência múltipla para o ensino profissional em oficinas protegidas.

Elabora relatórios e registros de avanços dos alunos Coordena a colocação de alunos em classes regulares Pode coordenar cursos e exercer a direção ou a coordenação pedagógica de instituições de educação especial Divulga conhecimentos da área de educação especial, concedendo entrevistas aos meios de comunicação de massa e participando da organização de seminários, fóruns e outros eventos Forma profissionais – professores para classes de inclusão, instrutores da formação profissional de aprendizes e profissionais de apoio – para atuação na área de educação especial de alunos com deficiência múltipla Prepara profissionais para atuação educacional em hospitais Forma guia-intérprete para surdo-cegos Instrui e monitora alunos no uso e cuidados de equipamentos e materiais, para evitar acidentes.

Funções do Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla

O profissional Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla deve participar do desenvolvimento de diferentes programas de atendimento educacional, demonstrar competências pessoais, participar da elaboração do projeto político-pedagógico da escola, divulgar conhecimentos da Área, preparar materiais pedagógicos e recursos específicos, atuar no processo de ensino-aprendizagem, participar de atividades pedagógico-administrativas, formar profissionais para atuação na Área, pesquisar sobre temas de interesse da Área, avaliar as necessidades educacionais dos alunos.

Condições de trabalho da profissão

Professores de educação especial atuam em atividades de ensino, saúde e serviços sociais, pesquisa e desenvolvimento, atividades recreativas, culturais e desportivas e administração pública, defesa e seguridade social. São estatutários ou empregados com carteira assinada, trabalham tanto individualmente como em equipe interdisciplinar, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e em horário diurno. Eventualmente, trabalham em posições desconfortáveis durante longos períodos, em algumas atividades podem trabalhar sob pressão, levando-os à situação de estresse. Também podem estar expostos a ruído intenso, condições insalubres e agressões físicas.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

O exercício dessas ocupações requer curso superior na área de educação, com cursos ou especializações na área de educação especial.

Atividades exercidas por um Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla

Um Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla deve atuar em programas de reabilitação educacional, demonstrar capacidade de trabalhar com ensino individualizado, orientar voluntários para educação especial em comunidades, avaliar rendimento escolar, proceder com ética, dominar língua de sinais, divulgar a língua escrita de sinais para a comunidade, demonstrar capacidade de dirigir estabelecimentos de ensino, demonstrar capacidade de trabalhar em equipe, participar da elaboração de textos sobre temas da área, participar de projetos de pesquisa, participar de reuniões pedagógicas, demonstrar flexibilidade, orientar trabalho em sala de leitura, orientar estágios dos alunos, elaborar registros de avanços dos alunos, participar de programas de inclusão escolar, ensinar o uso de objetos de referência, dirigir instituições de atendimento de alunos com necessidades especiais de aprendizagem, registrar notas e conteúdos em diários de classe, elaborar instrumentos de avaliação, dominar braile, estabelecer parcerias com equipes multidisciplinares, participar das atividades do programa de integração sensorial, elaborar relatórios, confeccionar materiais didático-pedagógicos, transcrever textos em tinta para o braile, participar de fóruns de saúde e educação, ensinar conteúdos das disciplinas curriculares, participar das associações da área, elaborar projetos de estimulação essencial, demonstrar capacidade de liderança, ensinar as atividades de vida diária (avd), demonstrar criatividade, dominar diferentes formas de comunicação, demonstrar capacidade de articular diferentes realidades, demonstrar capacidade de motivar o outro, desenvolver atividades dos diferentes componentes curriculares em libras e língua portuguesa, trabalhar o tema do preconceito em diferentes tipos de eventos, encaminhar o aluno para oficinas protegidas, profissionalizantes ou ocupacionais, analisar propostas pedagógicas, corrigir trabalhos dos alunos, estabelecer parcerias com as famílias, estudar as propostas da legislação educacional, encaminhar o aluno para treinamento em empresas, planejar componentes curriculares de acordo com ano/ciclo, analisar novas teorias para implementação prática, participar da organização de seminários, fóruns e outros eventos, demonstrar capacidade de trabalhar com as diferenças, prepara comunidade para uso de técnicas de orientação e mobilidade, divulgar os resultados dos projetos de pesquisas, pesquisar língua escrita de sinais, pesquisar bibliografia sobre síndromes e patologias, planejar a avaliação do processo de ensino-aprendizagem, desenvolver atividades funcionais que envolvam a comunidade, ensinar atividades recreativas, transcrever textos em tipos ampliados, encaminhar o aluno para o mercado de trabalho, participar de conselhos de classe, trabalhar com comunicação aumentativa e alternativa, participar do processo de avaliação dos aspectos psicomotor e cognitivo do aluno, alfabetizar em braile, realizar atividades para orientação e mobilidade, participar da elaboração do plano de ensino, atuar em programas de estimulação essencial, realizar atividades pedagógicas e culturais em hospitais, analisar bibliografias sobre síndromes e patologias, estudar a língua escrita da língua de sinais, criar materiais didático-pedagógicos, ministrar aulas de orientação para o trabalho, preparar pistas visuais para contextualização de ambientes, adaptar jogos pedagógicos em braile e em tipos ampliados, desenvolver atividades profissionalizantes com os alunos, participar da organização de eventos sobre prevenção, demonstrar capacidade de planejamento, transcrever à tinta textos em braile dos alunos, conceder entrevistas aos meios de comunicação de massa, demonstrar capacidade de estudo e pesquisa, demonstrar capacidade de coordenação pedagógica de estabelecimentos de ensino, definir conteúdos escolares, organizar exposições dos trabalhos dos alunos, preparar materiais com adaptações motoras e posturais, demonstrar capacidade de reconhecer as próprias limitações, elaborar programas de atendimento educacional, planejar programas de intervenção educacional individual, formar guia-intérprete para surdo cego, realizar atividades lúdicas visando interação sócio afetiva, encaminhar aluno para ensino regular, participar da elaboração de informativos sobre prevenção, ensinar a organizar os objetos de referência para antecipar as atividades diárias, ensinar as atividades de vida autônoma, criar texturas, relevos que transmitam conhecimentos, encaminhar alunos para avaliações específicas, avaliar comunicação expressiva dos alunos, elaborar projetos de pesquisa, preparar materiais de autocontrate, demonstrar capacidade de interpretar a língua de sinais, prestar assessoria à comunidade escolar, adequar o currículo às necessidades dos alunos, demonstrar capacidade de improvisação, participar da elaboração de informativos sobre formas de comunicação, avaliar estilos e ritmos de aprendizagem dos alunos, demonstrar capacidade de observação, indicar instituições para práticas de ensino profissionalizante, demonstrar tolerância, preparar professores para classes de inclusão, planejar atividades extraclasse, elaborar programas de atendimento a jovens e adultos, pesquisar experiência visual e espacial de surdos e surdo cegos, coordenar curso, elaborar material visual para alunos, avaliar comunicação receptiva dos alunos, identificar as necessidades de aprendizagem dos alunos, ministrar palestras e cursos, participar do planejamento de atividades de integração escola-família-comunidade, participar de associações da categoria, dominar conteúdos e metodologias da área, gravar textos em diferentes suportes (fitas, multimídia etc), participar da avaliação da comunicação receptiva dos alunos, pesquisar temas de educação especial, avaliar conhecimento do aluno iniciante, ensinar o uso do sorobã para cálculos matemáticos, pesquisar o uso de tecnologias, elaborar projetos de atendimento de jovens e adultos, preparar a comunidade para interagir com pessoas com necessidades educacionais especiais, participar da avaliação da comunicação expressiva dos alunos, preparar atividades funcionais que envolvam a comunidade, criar materiais para comunicação alternativa, elaborar projetos com instituições não escolares, analisar os resultados das avaliações dos profissionais de outras áreas, trabalhar com recursos da linguagem da informática, participar da elaboração do currículo escolar, preparar a comunidade para uso do braile, preparar instrutores para atuação na formação profissionalizante do aprendiz, estudar abordagens de comunicação aumentativa e alternativa, coordenar pedagogicamente instituições de atendimento de alunos com necessidades especiais de aprende, atuar em programas de habilitação educacional, prestar serviços de apoio pedagógico especializado nas diferentes modalidades de ensino, elaborar plano de aulas, avaliar os resultados dos projetos, contribuir para a elaboração de revistas, jornais e boletins informativos, demonstrar capacidade de administrar frustações, recorrer a legislação sobre os direitos das pessoas com necessidades especiais de aprendizagem, implementar programas de atendimento educacional, selecionar atividades e recursos físicos e materiais, preparar profissionais para atuação educacional em hospitais, divulgar a língua de sinais para a comunidade, acompanhar treinamento do aluno em empresas, ensinar língua portuguesa, elaborar códigos de interação social, participar de palestras e cursos.

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla ficou em 5.30%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Professores de educação especial que ficou em 5.30% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla ficou em 5.20% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 39,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Professores de educação especial 2026

O salário de Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla mostrado aqui é resultado do levantamento de 4.865 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Professores de educação especial que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Professor de Ensino Especial na Área de Deficiência Múltipla CBO 239220 salário