O dissídio de Capitão de Manobra da Marinha Mercante 2025 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 215110 no cargo de Capitão de Manobra da Marinha Mercante.

Estado com maior salário médio

Rio de Janeiro

R$ 12.229,14

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

Amazonas

57 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Manaus - AM

R$ 2.232,98

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

Manaus - AM

55 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Treinamento em Desenvolvimento Profissional e Gerencial

R$ 10.000,00

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Transporte por Navegação Interior de Carga, Intermunicipal, Interestadual e Internacional

63 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Capitão de manobra da marinha mercante Comanda – como capitão, manobras de fundear, suspender, atracar, desatracar e para manutenção “offshore”, dentre outras fainas, em mar aberto, canais, portos e outros cenários da navegação de longo curso, cabotagem, apoio marítimo, costeira e interior (incluindo a fluvial), sob direção do comandante do navio, aplicando conhecimentos de legislação marítima, meteorologia, oceanografia física, hidrodinâmica e manobrabilidade das embarcações, dentre outros do campo das ciências náuticas Realiza cálculos complexos, para execução de manobras, podendo contar com o auxílio de recursos computacionais embarcados.

Supervisiona atividades e equipes de trabalho Ministra treinamento e forma pessoal aquaviário Cumpre normas, regulamentos e convenções nacionais e internacionais de segurança e preservação do meio ambiente aquaviário.

O que faz um Capitão de Manobra da Marinha Mercante

O Capitão de manobra da marinha mercante planeja as operações de manobra de embarcações, avaliando condições meteorológicas, avaliando o estado mar, ou do corpo de água em questão, para início e paralisação de manobras e avalia condições de atracação, desatracação, amarração e desamarração Consulta e aplica legislação.

Avalia as condições de calado, examinando dimensão vertical do casco das embarcações e profundidade de água da bacia de manobras, para assegurar as condições de flutuação dos navios.

Examina condições de segurança e avalia condições dos equipamentos de prevenção da poluição ambiental Realiza cálculos complexos, para execução de manobras, podendo contar com o auxílio de recursos computacionais embarcados.

Comanda – como capitão – manobras de fundear, suspender, atracar, desatracar e para manutenção “offshore”, dentre outras fainas, em mar aberto, canais, portos e outros cenários da navegação de longo curso, cabotagem, apoio marítimo, costeira e interior (incluindo a fluvial), sob direção do comandante do navio, aplicando conhecimentos de legislação marítima, meteorologia, oceanografia física, hidrodinâmica e manobra das embarcações, dentre outros do campo das ciências náuticas Orienta as operações de navegação necessárias, observando condições de segurança.

Realiza comunicação de bordo.

Comanda manobras de aproximação, amarração, ancoragem e desancoragem, para permitir a manutenção “offshore” de embarcações Coordena operações de manutenção “offshore” com a execução de manobras.

Sob delegação do comandante da embarcação, capitaneia manobras da embarcação em casos de emergência, como por ocasião de travessias perigosas, em temporais e com visibilidade restrita, bem como de entrada e saída de diques.

Executa procedimentos de navegação em águas rasas e em situações de emergência Aciona planos de contingência e de emergência Comanda manobras com rebocadores, planejando e coordenando operações de reboque.

Coordena navegação de embarcação ou objeto rebocado Durante operações de manobra, avalia condições externas, como vento e correntes marítimas ou fluviais, fiscaliza o cumprimento de normas de segurança e o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) Supervisiona postos de manobra de amarração.

Supervisiona conexão do mangote em embarcações e unidades marítimas, nas operações de manobra e atracação de navios Coordena embarcações de manuseio de espias (cabos utilizados para amarração de embarcações).

Supervisiona e coordena atividades e equipes de trabalho nas fainas de conexão de mangote, de manutenção “offshore”, de combate à poluição, de amarração de embarcações e de resgate Efetua registros pertinentes às manobras das embarcações Ministra aulas de formação profissional e treinamentos – inclusive a bordo, para qualificação de pessoal, nos campos de conhecimento relacionados com as fainas de manobras de navios da marinha mercante, definindo o conteúdo programático das atividades formadoras.

Profere palestras Elabora apresentações e material didático.

Funções do Capitão de manobra da marinha mercante

O profissional Capitão de Manobra da Marinha Mercante deve gerenciar material de bordo, gerenciar operações, navegar com segurança, administrar pessoal, demonstrar competências pessoais, trabalhar de acordo com normas de segurança. meio ambiente e saúde (sms), realizar inspeção naval a bordo, qualificar pessoal.

Condições de trabalho da profissão

Oficiais de convés o Capitão de longo curso pode tripular qualquer tipo de embarcação e de qualquer bandeira, como Comandante, Imediato ou Oficial de quarto de navegação. O Capitão de cabotagem pode comandar embarcações nacionais de qualquer arqueação bruta (AB) na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, imediatar qualquer embarcação nacional sem restrições, além de comandar ou imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Primeiro oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações de qualquer AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de comandar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Segundo oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação, conforme regulamentação. O exercício dessas ocupações, no Brasil, é regido pelas Normas da Autoridade Marítima para aquaviários (NORMAM-13/2000). Internacionalmente, o exercício dessas ocupações segue normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Trata-se da Convenção Internacional sobre Normas de Treinamento de Marítimos, Expedição de Certificados e Serviços de Quarto, 1978 emendada em 1995 (Standards of Training, Certification and Watchkeeping for Seafarers- 95 - STCW95), produzida pela IMO, organismo da ONU, com as seguintes correspondências: Capitão de Longo Curso (STCW II/2), Capitão de Cabotagem (STCW II/2), Primeiro Oficial de Náutica (STCW II/2), Segundo Oficial de Náutica (STCW II/1 e II/3), Oficial de Quarto de Navegação da Marinha Mercante (STCW II/1 no mínimo), Agente de Manobra e Docagem (sem restrições), Capitão de Manobra (sem restrições). A atividade de Prático pode ser exercida por Oficiais da Marinha Mercante e da reserva da Marinha do Brasil, após concurso público, com provas aplicadas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC), órgão da Marinha do Brasil. Do Inspetor e Vistoriador Naval requer-se, além da formação, curso especial de inspeção naval. Do Inspetor de Terminal exige-se experiência de no mínimo cinco anos na função de Imediato em navios tanques. Do Coordenador de Operações de combate à poluição no meio aquaviário, além do bacharelado em ciências náuticas, requer-se curso de especialização na área e experiência de seis meses acompanhando titular do posto.

Atividades exercidas por um Capitão de manobra da marinha mercante

Um Capitão de manobra da marinha mercante deve avaliar as condições de atracação, supervisionar equipe de combate à poluição, demonstrar comportamento proativo, ministrar aulas de formação profissional, consultar legislação, demonstrar capacidade de comunicação oral e escrita na língua inglesa, demonstrar capacidade de adaptação à rotina de confinamento, demonstrar raciocínio matemático, coordenar equipe de resgate, executar procedimentos de navegação em situações de emergência, executar procedimentos para navegação em mau tempo, demonstrar capacidade para o uso de aplicativos e programas de informática, demonstrar capacidade de interpretação cartográfica, orientar as manobras de atracação, desatracação fundeio, demonstrar raciocínio analítico, discriminar sons e ruídos, coordenar operações de resgate, orientar a navegação, coordenar operações de reboque, ministrar treinamento em terra, efetuar os registros pertinentes, coordenar operações de manutenção offshore, executar procedimentos para navegação em águas rasas, demonstrar capacidade de percepção de anomalias no processo, avaliar as condições para desatracação, coordenar navegação de objeto rebocado, demonstrar capacidade de comunicação oral e escrita, supervisionar equipe de manutenção offshore, avaliar as condições para desamarração, aplicar legislação, acionar plano de emergência, realizar comunicação de bordo, supervisionar equipe de conexão de mangote, tomar decisões, demonstrar liderança, auxiliar na elaboração de conteúdo didático, coordenar operação de controle à poluição, elaborar material didático, elaborar o plano para reboque, executar procedimentos para navegação com visibilidade restrita, supervisionar postos de manobra de amarração, elaborar conteúdo programático, inspecionar as condições de segurança, coordenar equipe de amarração, demonstrar capacidade de negociação, acionar plano de contingência, avaliar o estado do mar para início e paralização de manobras, avaliar as condições para amarração, tomar decisões rápidas em situações críticas, demonstrar capacidade para operar equipamentos de informática, fiscalizar o uso de epi, proferir palestras, demonstrar capacidade de autocontrole, operar equipamentos de navegação, demonstrar percepção espacial, trabalhar em equipe, avaliar condições externas durante operações (vento, corrente), elaborar apresentações, supervisionar conexão do mongote em embarcações e unidades móveis marítimas, demonstrar percepção cinemática, coordenar embarcações de manuseio de espias, demonstrar capacidade de improvisação, demonstrar raciocínio sintético, avaliar as condições meteorológicas, inspecionar equipamentos de prevenção da poluição ambiental, demonstrar capacidade de adaptação, demonstrar criatividade, avaliar as condições de calado, fiscalizar o cumprimento das normas de segurança, trabalhar sob pressão, discriminar cores.

Aumento do piso salarial e reajuste 2025 da categoria

O reajuste salarial 2025 para Capitão de Manobra da Marinha Mercante ficou em 7.80%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2025 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Capitão de Manobra da Marinha Mercante e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Oficiais de convés que ficou em 7.80% para 2025.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Capitão de Manobra da Marinha Mercante em 2025 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2025 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2025

O reajuste médio do vale refeição 2025 para Capitão de Manobra da Marinha Mercante ficou em 3.30% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2025 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 36,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Oficiais de convés 2025

O salário de Capitão de Manobra da Marinha Mercante mostrado aqui é resultado do levantamento de 133 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2025, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Oficiais de convés que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Capitão de Manobra da Marinha Mercante com salários atualizados em 2025. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Capitão de Manobra da Marinha Mercante CBO 215110 salário