O dissídio de Professor de Alunos Com Deficiências Mentais 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 239215 no cargo de Professor de Alunos Com Deficiências Mentais.

Estado com maior salário médio

Pernambuco

R$ 9.138,75

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

1.448 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Mossoró - RN

R$ 2.141,85

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

Ourinhos - SP

400 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Administração Pública em Geral

R$ 6.045,52

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Atividades de Associações de Defesa de Direitos Sociais

2.139 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Professor de Alunos Com Deficiências Mentais Participa da elaboração do currículo escolar, planeja o ensino, a aprendizagem e a avaliação, prepara materiais pedagógicos e realiza a ação docente e a avaliação na educação especial para alunos com deficiência mental, leve ou moderada Ensina atividades de vida diária e autônoma, educação especial para o trabalho, entre outros conteúdos formativos.

Instrui sobre o uso de recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva Participa de projetos de pesquisas sobre temas de interesses da área de educação especial, bem como de programas de atendimento educacional Pode coordenar cursos e exercer a direção ou a coordenação pedagógica de instituições da área.

Divulga conhecimentos e forma profissionais da área Cumpre legislação da educação, normas técnicas e normas regulamentadoras de higiene, saúde, segurança no trabalho e de preservação ambiental

O que faz um Professor de Alunos Com Deficiências Mentais

O Professor de Alunos Com Deficiências Mentais participa de projetos de pesquisas sobre temas de interesse da área de educação especial, com focalização na educação de alunos com deficiência mental, leve ou moderada, levando em conta a legislação educacional e o uso de tecnologias – incluindo tecnologias assistivas – Pesquisa bibliografia sobre síndromes e patologias.

Estuda abordagens de comunicação aumentativa, que promove e apoia a fala, e de comunicação alternativa, que se baseia em formas de comunicação sem fala.

Pode elaborar projetos de pesquisa sobre temas da área Participa da elaboração do currículo escolar, especialmente no que se refere à educação especial de alunos com deficiência mental, fazendo a adequação do currículo às necessidades educacionais de cada aluno e realizando o planejamento de componentes curriculares de acordo com o período letivo.

No planejamento curricular, leva em conta o talento, a criatividade, as habilidades e os interesses do estudante com deficiência mental Planeja o ensino, a aprendizagem e a avaliação da educação especial para alunos com deficiência mental.

Analisa propostas pedagógicas, novas teorias para efetivação da prática docente na educação especial e bibliografias, inclusive sobre síndromes e patologias.

Planeja programas de intervenção educacional individual Elabora planos de ensino, definindo conteúdos formativos, estratégias, atividades e recursos.

Elabora planos de aulas.

Planeja a avaliação do processo de ensino e de aprendizagem, utilizando critérios que consideram as singularidades dos alunos com deficiência mental Prepara materiais pedagógicos específicos para a educação especial de alunos com deficiência mental Cria material para comunicação alternativa.

Elabora material visual Realiza a ação docente, ensinando atividades de vida diária e de vida autônoma – de higiene, de segurança, de preparação de alimentos, entre outras, ministrando aulas de educação especial para o trabalho, ensinando conteúdos formativos Negocia com os alunos as regras de comportamento.

Atua desde a educação infantil até o ensino médio Desenvolve plano individualizado de atendimento especializado.

Usa técnicas de fonética e repetição para reforçar a aprendizagem Trabalha com comunicação aumentativa e alternativa Ensina a organizar objetos de referência para antecipar as atividades diárias.

Instrui sobre o uso de jogos educativos manuais e sistemas computadorizados que contemplam temas de acessibilidade, para estudantes com deficiência mental Avalia o processo de ensino e de aprendizagem, com focalização nas necessidades educacionais dos alunos Avalia estilos e ritmos de aprendizagem, avalia comunicação expressiva, comunicação receptiva, e rendimento escolar.

Participa do desenvolvimento de programas de atendimento educacional – em educação especial – para alunos com deficiência mental, atuando na elaboração e na execução das atividades Estabelece parcerias com famílias e equipes multidisciplinares (terapeutas ocupacionais, psicólogos, psiquiatras, entre outros) Participa de programas de inclusão escolar.

Participa de atividades pedagógico-administrativas, como reuniões pedagógicas e conselhos de classe Encaminha alunos com deficiência mental para o ensino profissional em oficinas protegidas Elabora relatórios e registros de avanços dos alunos Coordena a colocação de alunos em classes regulares Pode coordenar cursos e exercer a direção ou a coordenação pedagógica de instituições da área de educação especial.

Divulga conhecimentos da área de educação especial, concedendo entrevistas aos meios de comunicação de massa e participando da organização de seminários, fóruns e outros eventos Forma profissionais – professores para classes de inclusão, instrutores da formação profissional de aprendizes e profissionais de apoio – para atuação na área de educação especial de alunos com deficiência mental Instrui e monitora alunos no uso e cuidados de equipamentos e materiais, para evitar acidentes.

Funções do Professor de Alunos Com Deficiências Mentais

O profissional Professor de Alunos Com Deficiências Mentais deve atuar no processo de ensino-aprendizagem, demonstrar competências pessoais, divulgar conhecimentos da Área, avaliar as necessidades educacionais dos alunos, pesquisar sobre temas de interesse da Área, participar da elaboração do projeto político-pedagógico da escola, formar profissionais para atuação na Área, preparar materiais pedagógicos e recursos específicos, participar do desenvolvimento de diferentes programas de atendimento educacional, participar de atividades pedagógico-administrativas.

Condições de trabalho da profissão

Professores de educação especial atuam em atividades de ensino, saúde e serviços sociais, pesquisa e desenvolvimento, atividades recreativas, culturais e desportivas e administração pública, defesa e seguridade social. São estatutários ou empregados com carteira assinada, trabalham tanto individualmente como em equipe interdisciplinar, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e em horário diurno. Eventualmente, trabalham em posições desconfortáveis durante longos períodos, em algumas atividades podem trabalhar sob pressão, levando-os à situação de estresse. Também podem estar expostos a ruído intenso, condições insalubres e agressões físicas.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

O exercício dessas ocupações requer curso superior na área de educação, com cursos ou especializações na área de educação especial.

Atividades exercidas por um Professor de Alunos Com Deficiências Mentais

Um Professor de Alunos Com Deficiências Mentais deve demonstrar capacidade de improvisação, orientar trabalho em sala de leitura, encaminhar o aluno para o mercado de trabalho, pesquisar o uso de tecnologias, demonstrar capacidade de articular diferentes realidades, elaborar instrumentos de avaliação, planejar programas de intervenção educacional individual, dominar braile, recorrer a legislação sobre os direitos das pessoas com necessidades especiais de aprendizagem, orientar estágios dos alunos, avaliar estilos e ritmos de aprendizagem dos alunos, participar da elaboração do plano de ensino, ensinar conteúdos das disciplinas curriculares, encaminhar o aluno para treinamento em empresas, corrigir trabalhos dos alunos, preparar profissionais para atuação educacional em hospitais, demonstrar capacidade de observação, ministrar aulas de orientação para o trabalho, indicar instituições para práticas de ensino profissionalizante, prestar assessoria à comunidade escolar, participar de associações da categoria, gravar textos em diferentes suportes (fitas, multimídia etc), realizar atividades pedagógicas e culturais em hospitais, elaborar relatórios, participar de projetos de pesquisa, identificar as necessidades de aprendizagem dos alunos, ensinar as atividades de vida autônoma, desenvolver atividades funcionais que envolvam a comunidade, demonstrar flexibilidade, avaliar os resultados dos projetos, participar de conselhos de classe, avaliar rendimento escolar, estabelecer parcerias com equipes multidisciplinares, participar da avaliação da comunicação receptiva dos alunos, elaborar programas de atendimento a jovens e adultos, participar da elaboração de textos sobre temas da área, trabalhar com comunicação aumentativa e alternativa, proceder com ética, selecionar atividades e recursos físicos e materiais, ministrar palestras e cursos, estudar abordagens de comunicação aumentativa e alternativa, preparar professores para classes de inclusão, acompanhar treinamento do aluno em empresas, preparar a comunidade para interagir com pessoas com necessidades educacionais especiais, coordenar curso, analisar propostas pedagógicas, ensinar a organizar os objetos de referência para antecipar as atividades diárias, participar da elaboração de informativos sobre formas de comunicação, participar do planejamento de atividades de integração escola-família-comunidade, demonstrar capacidade de trabalhar em equipe, demonstrar capacidade de interpretar a língua de sinais, demonstrar capacidade de coordenação pedagógica de estabelecimentos de ensino, trabalhar o tema do preconceito em diferentes tipos de eventos, elaborar plano de aulas, demonstrar capacidade de reconhecer as próprias limitações, atuar em programas de estimulação essencial, participar das associações da área, conceder entrevistas aos meios de comunicação de massa, encaminhar o aluno para oficinas protegidas, profissionalizantes ou ocupacionais, participar de palestras e cursos, organizar exposições dos trabalhos dos alunos, preparar instrutores para atuação na formação profissionalizante do aprendiz, ensinar língua portuguesa, encaminhar alunos para avaliações específicas, participar da elaboração de informativos sobre prevenção, criar materiais didático-pedagógicos, trabalhar com recursos da linguagem da informática, pesquisar bibliografia sobre síndromes e patologias, desenvolver atividades profissionalizantes com os alunos, dominar língua de sinais, elaborar projetos de pesquisa, dirigir instituições de atendimento de alunos com necessidades especiais de aprendizagem, analisar bibliografias sobre síndromes e patologias, participar do processo de avaliação dos aspectos psicomotor e cognitivo do aluno, demonstrar tolerância, elaborar projetos com instituições não escolares, adequar o currículo às necessidades dos alunos, atuar em programas de habilitação educacional, participar da avaliação da comunicação expressiva dos alunos, atuar em programas de reabilitação educacional, pesquisar temas de educação especial, dominar conteúdos e metodologias da área, planejar a avaliação do processo de ensino-aprendizagem, preparar atividades funcionais que envolvam a comunidade, realizar atividades lúdicas visando interação sócio afetiva, analisar os resultados das avaliações dos profissionais de outras áreas, participar da elaboração do currículo escolar, divulgar os resultados dos projetos de pesquisas, participar de programas de inclusão escolar, elaborar programas de atendimento educacional, definir conteúdos escolares, avaliar conhecimento do aluno iniciante, prestar serviços de apoio pedagógico especializado nas diferentes modalidades de ensino, orientar voluntários para educação especial em comunidades, elaborar projetos de estimulação essencial, participar da organização de seminários, fóruns e outros eventos, demonstrar capacidade de planejamento, avaliar comunicação expressiva dos alunos, estabelecer parcerias com as famílias, avaliar comunicação receptiva dos alunos, demonstrar capacidade de liderança, estudar as propostas da legislação educacional, demonstrar capacidade de dirigir estabelecimentos de ensino, registrar notas e conteúdos em diários de classe, demonstrar capacidade de trabalhar com as diferenças, confeccionar materiais didático-pedagógicos, demonstrar criatividade, dominar diferentes formas de comunicação, implementar programas de atendimento educacional, criar materiais para comunicação alternativa, demonstrar capacidade de estudo e pesquisa, encaminhar aluno para ensino regular, demonstrar capacidade de motivar o outro, coordenar pedagogicamente instituições de atendimento de alunos com necessidades especiais de aprende, participar da organização de eventos sobre prevenção, ensinar as atividades de vida diária (avd), participar de reuniões pedagógicas, participar de fóruns de saúde e educação, demonstrar capacidade de administrar frustações, participar das atividades do programa de integração sensorial, elaborar registros de avanços dos alunos, elaborar material visual para alunos, ensinar atividades recreativas, planejar atividades extraclasse, demonstrar capacidade de trabalhar com ensino individualizado, analisar novas teorias para implementação prática, contribuir para a elaboração de revistas, jornais e boletins informativos, elaborar projetos de atendimento de jovens e adultos, planejar componentes curriculares de acordo com ano/ciclo, estudar a língua escrita da língua de sinais.

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Professor de Alunos Com Deficiências Mentais ficou em 5.50%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Professor de Alunos Com Deficiências Mentais e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Professores de educação especial que ficou em 5.50% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Professor de Alunos Com Deficiências Mentais em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Professor de Alunos Com Deficiências Mentais ficou em 5.50% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 42,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Professores de educação especial 2026

O salário de Professor de Alunos Com Deficiências Mentais mostrado aqui é resultado do levantamento de 3.751 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Professores de educação especial que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Professor de Alunos Com Deficiências Mentais com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Professor de Alunos Com Deficiências Mentais CBO 239215 salário