O dissídio de Professor na Área de Deficiência Física 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 239210 no cargo de Professor na Área de Deficiência Física.

Estado com maior salário médio

Santa Catarina

R$ 3.830,51

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

Paraná

179 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Rio Branco - AC

R$ 1.966,28

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

Rio Branco - AC

61 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Administração Pública em Geral

R$ 3.843,48

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Atividades de Associações de Defesa de Direitos Sociais

272 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Professor na Área de Deficiência Física Participa da elaboração do currículo escolar, planeja o ensino, a aprendizagem e a avaliação, prepara materiais pedagógicos e realiza a ação docente e a avaliação na educação especial para alunos com deficiência física Ensina atividades de vida diária e autônoma, educação especial para o trabalho, entre outros conteúdos formativos.

Instrui sobre o uso de recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva Participa de projetos de pesquisas sobre temas de interesses da área de educação especial, bem como de programas de atendimento educacional Pode coordenar cursos e exercer a direção ou a coordenação pedagógica de instituições da área.

Divulga conhecimentos e forma profissionais da área Cumpre legislação da educação, normas técnicas e normas regulamentadoras de higiene, saúde, segurança no trabalho e de preservação ambiental

O que faz um Professor na Área de Deficiência Física

O Professor na Área de Deficiência Física participa de projetos de pesquisas sobre temas de interesse da área de educação especial, com focalização na educação de alunos com deficiência física, levando em conta a legislação educacional e o uso de tecnologias – incluindo tecnologias assistivas – Pesquisa bibliografia sobre síndromes e patologias.

Estuda abordagens de comunicação aumentativa, que promove e apoia a fala, e de comunicação alternativa, que se baseia em formas de comunicação sem fala.

Pode elaborar projetos de pesquisa sobre temas da área Participa da elaboração do currículo escolar, especialmente no que se refere à educação especial de alunos com deficiência física, fazendo a adequação do currículo às necessidades educacionais de cada aluno e realizando o planejamento de componentes curriculares de acordo com o período letivo.

No planejamento curricular, leva em conta o talento, a criatividade, as habilidades e os interesses do estudante com deficiência física Planeja o ensino, a aprendizagem e a avaliação da educação especial para alunos com deficiência física.

Analisa propostas pedagógicas e bibliografias, inclusive sobre síndromes e patologias.

Elabora planos de ensino, definindo conteúdos formativos, estratégias, atividades e recursos Planeja atividades complementares extracurriculares.

Elabora planos de aulas.

Planeja a avaliação do processo de ensino e de aprendizagem, utilizando critérios que consideram as singularidades dos alunos com deficiência física Prepara materiais pedagógicos específicos para a educação especial de alunos com deficiência física Elabora material visual.

Realiza a ação docente, ensinando atividades de vida diária e de vida autônoma – de higiene, de segurança, de preparação de alimentos, entre outras, ministrando aulas de educação especial para o trabalho, ensinando conteúdos formativos Negocia com os alunos as regras de comportamento Atua desde a educação infantil até o ensino médio.

Desenvolve plano individualizado de atendimento especializado Trabalha com comunicação alternativa e aumentativa.

Participa das atividades de programas de integração sensorial Ensina a organizar objetos de referência para atender as atividades diárias Usa técnicas de aprendizado multissensorial e repetição para reforçar a aprendizagem.

Faz uso de computadores e recursos audiovisuais Fornece e instrui sobre o uso de recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva – como, por exemplo, pernas robóticas que ajudam na locomoção e aparelhos que permitem que uma pessoa com deficiência motora se locomova na posição ereta Avalia o processo de ensino e de aprendizagem, com focalização nas necessidades educacionais dos alunos.

Avalia estilos e ritmos de aprendizagem, avalia comunicação expressiva, comunicação receptiva, e rendimento escolar Participa da avaliação de aspectos psicomotor e cognitivo dos alunos Participa do desenvolvimento de programas de atendimento educacional – em educação especial – para alunos com deficiência física, atuando na elaboração e na execução das atividades.

Estabelece parcerias com famílias e equipes multidisciplinares (terapeutas ocupacionais, psicólogos, entre outros) Participa de atividades pedagógico-administrativas, como reuniões pedagógicas e conselhos de classe Encaminha alunos com deficiência física para o ensino profissional em oficinas protegidas Elabora relatórios e registros de avanços dos alunos Coordena a colocação de alunos em classes regulares.

Pode coordenar cursos e exercer a direção ou a coordenação pedagógica de instituições de educação especial Divulga conhecimentos da área de educação especial, concedendo entrevistas aos meios de comunicação de massa e participando da organização de seminários, fóruns e outros eventos Forma profissionais – professores para classes de inclusão, instrutores da formação profissional de aprendizes e profissionais de apoio – Instrui e monitora alunos no uso e cuidados de equipamentos e materiais, para evitar acidentes.

Funções do Professor na Área de Deficiência Física

O profissional Professor na Área de Deficiência Física deve participar do desenvolvimento de diferentes programas de atendimento educacional, participar de atividades pedagógico-administrativas, avaliar as necessidades educacionais dos alunos, divulgar conhecimentos da Área, preparar materiais pedagógicos e recursos específicos, atuar no processo de ensino-aprendizagem, participar da elaboração do projeto político-pedagógico da escola, pesquisar sobre temas de interesse da Área, demonstrar competências pessoais, formar profissionais para atuação na Área.

Condições de trabalho da profissão

Professores de educação especial atuam em atividades de ensino, saúde e serviços sociais, pesquisa e desenvolvimento, atividades recreativas, culturais e desportivas e administração pública, defesa e seguridade social. São estatutários ou empregados com carteira assinada, trabalham tanto individualmente como em equipe interdisciplinar, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e em horário diurno. Eventualmente, trabalham em posições desconfortáveis durante longos períodos, em algumas atividades podem trabalhar sob pressão, levando-os à situação de estresse. Também podem estar expostos a ruído intenso, condições insalubres e agressões físicas.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

O exercício dessas ocupações requer curso superior na área de educação, com cursos ou especializações na área de educação especial.

Atividades exercidas por um Professor na Área de Deficiência Física

Um Professor na Área de Deficiência Física deve planejar a avaliação do processo de ensino-aprendizagem, demonstrar capacidade de reconhecer as próprias limitações, participar de associações da categoria, encaminhar alunos para avaliações específicas, preparar a comunidade para interagir com pessoas com necessidades educacionais especiais, acompanhar treinamento do aluno em empresas, participar das associações da área, avaliar comunicação expressiva dos alunos, participar da elaboração de textos sobre temas da área, organizar exposições dos trabalhos dos alunos, elaborar projetos de pesquisa, estudar a língua escrita da língua de sinais, demonstrar capacidade de motivar o outro, dominar língua de sinais, avaliar comunicação receptiva dos alunos, orientar voluntários para educação especial em comunidades, elaborar plano de aulas, participar de projetos de pesquisa, elaborar projetos de atendimento de jovens e adultos, pesquisar o uso de tecnologias, demonstrar capacidade de articular diferentes realidades, prestar assessoria à comunidade escolar, preparar materiais com adaptações motoras e posturais, ensinar as atividades de vida autônoma, demonstrar capacidade de planejamento, pesquisar temas de educação especial, demonstrar capacidade de improvisação, participar da elaboração de informativos sobre formas de comunicação, avaliar estilos e ritmos de aprendizagem dos alunos, preparar professores para classes de inclusão, contribuir para a elaboração de revistas, jornais e boletins informativos, participar do processo de avaliação dos aspectos psicomotor e cognitivo do aluno, preparar profissionais para atuação educacional em hospitais, demonstrar capacidade de liderança, identificar as necessidades de aprendizagem dos alunos, demonstrar flexibilidade, demonstrar tolerância, estudar as propostas da legislação educacional, avaliar os resultados dos projetos, ministrar aulas de orientação para o trabalho, atuar em programas de habilitação educacional, demonstrar capacidade de trabalhar com as diferenças, estabelecer parcerias com equipes multidisciplinares, atuar em programas de estimulação essencial, preparar atividades funcionais que envolvam a comunidade, implementar programas de atendimento educacional, participar da organização de seminários, fóruns e outros eventos, criar texturas, relevos que transmitam conhecimentos, orientar trabalho em sala de leitura, participar de conselhos de classe, elaborar programas de atendimento educacional, planejar componentes curriculares de acordo com ano/ciclo, ensinar as atividades de vida diária (avd), demonstrar capacidade de estudo e pesquisa, ensinar língua portuguesa, coordenar pedagogicamente instituições de atendimento de alunos com necessidades especiais de aprende, elaborar projetos de estimulação essencial, participar da avaliação da comunicação expressiva dos alunos, gravar textos em diferentes suportes (fitas, multimídia etc), confeccionar materiais didático-pedagógicos, orientar estágios dos alunos, demonstrar capacidade de trabalhar em equipe, divulgar os resultados dos projetos de pesquisas, estudar abordagens de comunicação aumentativa e alternativa, participar de palestras e cursos, participar da organização de eventos sobre prevenção, dominar conteúdos e metodologias da área, encaminhar o aluno para treinamento em empresas, avaliar conhecimento do aluno iniciante, trabalhar com recursos da linguagem da informática, registrar notas e conteúdos em diários de classe, recorrer a legislação sobre os direitos das pessoas com necessidades especiais de aprendizagem, dominar diferentes formas de comunicação, participar da avaliação da comunicação receptiva dos alunos, participar de fóruns de saúde e educação, definir conteúdos escolares, encaminhar aluno para ensino regular, planejar programas de intervenção educacional individual, ensinar atividades recreativas, elaborar instrumentos de avaliação, desenvolver atividades funcionais que envolvam a comunidade, selecionar atividades e recursos físicos e materiais, encaminhar o aluno para oficinas protegidas, profissionalizantes ou ocupacionais, elaborar projetos com instituições não escolares, analisar novas teorias para implementação prática, participar das atividades do programa de integração sensorial, ensinar conteúdos das disciplinas curriculares, trabalhar com comunicação aumentativa e alternativa, dirigir instituições de atendimento de alunos com necessidades especiais de aprendizagem, demonstrar capacidade de coordenação pedagógica de estabelecimentos de ensino, avaliar rendimento escolar, preparar instrutores para atuação na formação profissionalizante do aprendiz, elaborar relatórios, demonstrar capacidade de dirigir estabelecimentos de ensino, dominar braile, participar do planejamento de atividades de integração escola-família-comunidade, demonstrar capacidade de observação, ministrar palestras e cursos, adequar o currículo às necessidades dos alunos, analisar os resultados das avaliações dos profissionais de outras áreas, atuar em programas de reabilitação educacional, elaborar material visual para alunos, analisar bibliografias sobre síndromes e patologias, desenvolver atividades profissionalizantes com os alunos, participar de reuniões pedagógicas, demonstrar criatividade, demonstrar capacidade de interpretar a língua de sinais, criar materiais para comunicação alternativa, indicar instituições para práticas de ensino profissionalizante, demonstrar capacidade de administrar frustações, estabelecer parcerias com as famílias, elaborar programas de atendimento a jovens e adultos, participar da elaboração do plano de ensino, criar materiais didático-pedagógicos, participar da elaboração do currículo escolar, encaminhar o aluno para o mercado de trabalho, planejar atividades extraclasse, analisar propostas pedagógicas, ensinar a organizar os objetos de referência para antecipar as atividades diárias, coordenar curso, realizar atividades lúdicas visando interação sócio afetiva, proceder com ética, prestar serviços de apoio pedagógico especializado nas diferentes modalidades de ensino, participar de programas de inclusão escolar, elaborar registros de avanços dos alunos, demonstrar capacidade de trabalhar com ensino individualizado, trabalhar o tema do preconceito em diferentes tipos de eventos, participar da elaboração de informativos sobre prevenção, pesquisar bibliografia sobre síndromes e patologias, realizar atividades pedagógicas e culturais em hospitais, corrigir trabalhos dos alunos, conceder entrevistas aos meios de comunicação de massa.

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Professor na Área de Deficiência Física ficou em 5.80%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Professor na Área de Deficiência Física e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Professores de educação especial que ficou em 5.80% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Professor na Área de Deficiência Física em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Professor na Área de Deficiência Física ficou em 5.10% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 26,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Professores de educação especial 2026

O salário de Professor na Área de Deficiência Física mostrado aqui é resultado do levantamento de 630 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Professores de educação especial que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Professor na Área de Deficiência Física com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Professor na Área de Deficiência Física CBO 239210 salário