O dissídio de Analista de Cadeias Produtivas (economista) 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 251220 no cargo de Analista de Cadeias Produtivas (economista).

Estado com maior salário médio

São Paulo

R$ 6.771,07

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

565 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Manaus - AM

R$ 4.785,71

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

São Paulo - SP

264 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Fabricação de Medicamentos Alopáticos para Uso Humano

R$ 14.184,31

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Serviços de Engenharia

83 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Economista industrial Realiza planejamento, estudos, análises e previsões de natureza econômica, financeira e administrativa de empresas e organizações públicas e privadas, aplicando princípios de teoria econômica e áreas afins, no tratamento de assuntos de produção, investimentos, concorrência, distribuição de bens e serviços e de renda, a fim de formular diretrizes e buscar soluções aos problemas econômicos e assegurar sua viabilidade Avalia políticas públicas e sua execução, acompanhando indicadores de mercado.

Atua em mercados interno e externo, prestando apoio na formulação de políticas de comercialização e no apreçamento de produtos e serviços Examina finanças empresariais, nacionais e internacionais Elabora boletins econômicos e relatórios e ministra palestras e cursos.

Cumpre normas técnicas, regulamentadoras, de saúde e segurança no trabalho e de proteção ambiental

O que faz um Analista de Cadeias Produtivas (economista)

O Economista industrial realiza análise micro e macroeconômica do ambiente, investigando conjunturas e cenários, atuando em empresas e em organizações do setor público e privado que precisam de previsões e análises econômicas Analisa tendências setoriais e regionais de curto, médio e longo prazos, considerando o ambiente político-institucional.

Elabora previsões.

Gerencia bancos de dados, produzindo e analisando informações Analisa contas nacionais e índices de preços.

Utiliza formulações matemáticas, estatísticas e de modelagem, na análise dos fenômenos socioeconômicos Analisa o desempenho financeiro de empresas e instituições públicas e privadas, comparando seus custos de produção com o volume produzido e capacidade instalada.

Acompanha preços de insumos, custos com mão de obra, investimentos em marketing e em publicidade.

Averigua custos fixos e variáveis e lucros de empresas de diversos setores da atividade econômica Elabora projetos de pesquisa e realiza estudos de viabilidade econômico-financeira.

Delimita problema de pesquisa, objeto, justificativa e fontes de informação.

Define metodologia, cronograma, produtos e resultados Dimensiona recursos humanos e físicos, faz orçamentos e propõe negociações Realiza estudos mercadológicos para análise de viabilidade e de impacto econômico-social relacionados ao meio ambiente, ao desenvolvimento sustentável e aos recursos naturais.

Executa e coordena projetos no campo das ciências econômicas, desenvolvendo instrumentos de coleta e indicadores Recruta, seleciona e treina equipes Coleta, processa e critica dados, interpreta resultados e propõe ações.

Participa dos planejamentos estratégico e de curto e médio prazos de organizações públicas e privadas Identifica estrutura de mercado, oportunidades e ameaças e projeta demanda.

Analisa mercado financeiro, de capitais e derivativos Analisa e prevê atuação e a extensão da concorrência e faz estimativas de custos, resultados, rentabilidade, viabilidade econômico-financeira e impactos sociais e ambientais Enumera alternativas de ação, planeja investimentos e seleciona fontes de financiamento, inclusive em pesquisa, desenvolvimento e inovação para fazer frente à concorrência.

Examina diferentes regimes regulatórios de mercado, para filiais no exterior Avalia políticas de impacto coletivo promovidas por organizações governamentais e não governamentais, gerando parâmetros para análise Mensura a adequação das ações ao problema e suas consequências, analisa custos alternativos e acompanha a execução das ações propostas, recomendando a adoção de políticas.

Diferencia correntes teóricas a partir de distintas políticas econômicas Acompanha indicadores de mercado Apoia a formulação de políticas comerciais e de marketing, detecta novos mercados e realiza o apreçamento de produtos e serviços.

Subsidia formulação de normas, regulamentos e contratos Representa interesses em negociações nacionais e internacionais, analisa vantagens comparativas e barreiras comerciais e legais Analisa finanças corporativas, calculando valor de mercado da empresa e de bens intangíveis Avalia informações e documentos de empresas industriais para aferição de riscos Efetua análise de demonstrações financeiras e indica possibilidades de fusão, aquisição e parceria.

Exerce mediação de conflitos de interesse Escreve artigos, livros, boletins econômicos e relatórios Ministra palestras e cursos, dialoga com a mídia e apresenta comunicações em eventos Presta assessoria e consultoria a instituições para a realização de pesquisas econômico-financeiras Pode realizar estudos e cálculos atuariais nos âmbitos previdenciário e de seguros Exerce a profissão com base em princípios e valores éticos, prezando pela justiça social, liberdade, humanidade e compromisso com o desenvolvimento profissional e intelectual da pessoa humana e com o progresso da sociedade.

Funções do Economista industrial

O profissional Analista de Cadeias Produtivas (economista) deve participar do planejamento estratégico e de curto prazo, executar projetos (pesquisa econômica, de mercados, viabilidade econômica etc), atuar nos mercados internos e externos, exercer mediação, perícia e arbitragem, examinar finanças empresariais, gerir programação econômico-financeira, analisar ambiente econômico, elaborar projetos (pesquisa econômica, de mercados, viabilidade econômica etc), avaliar políticas de impacto coletivo (governo, ongs, outras organizações), demonstrar competências pessoais, comunicar-se.

Condições de trabalho da profissão

Economistas atuam em empresas das diversas atividades econômicas como intermediação financeira, seguros e previdência privada, administração pública, seguridade social, empresas de consultoria econômica, na agricultura, pecuária, indústria e serviços relacionados com essas atividades, no comércio por atacado e intermediários do comércio. São majoritariamente estatutários ou assalariados com carteira assinada, trabalham em equipe, com supervisão permanente, em ambiente fechado e em horário diurno.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

O exercício dessas ocupações requer curso superior em ciências econômicas ou pós-graduação em economia e registro no Conselho Regional de Economia. O desempenho pleno das atividades ocorre após um ou dois anos de experiência na área.

Atividades exercidas por um Economista industrial

Um Economista industrial deve estimar demanda, sugerir adoção de tecnologia, auxiliar em políticas de marketing, confrontar com custos alternativos, demonstrar capacidade verbal línguas estrangeiras, dialogar com a mídia, detectar novos mercados, recrutar equipe, demonstrar capacidade de liderança, subsidiar decisões, mostrar criatividade, coletar dados, averiguar vantagens comparativas, formular conceitos abstratos, analisar ambiente político-institucional, identificar oportunidades e ameaças no ambiente e na organização, estimar rentabilidade e viabilidade econômico-financeira, prever atuação dos concorrentes, definir cronograma, indicar fusão, aquisição, parceria etc, criticar dados, demonstrar capacidade de uso de recursos de informática, proferir palestras, gerar parâmetros de avaliação, manter-se atualizado, delinear problema, selecionar fontes de financiamento, gerenciar bancos de dados, elencar alternativas de ação, mensurar consequências das ações, escrever artigos, livros, boletins econômicos e relatórios, verificar informações da empresa (due diligence), adaptar linguagem ao público, definir produtos e resultados, aplicar métodos quantitativos, trabalhar em equipe, auxiliar na formulação de políticas comerciais, verificar execução das ações propostas, dimensionar recursos humanos e físicos, demonstrar raciocínio lógico, analisar conjunturas, estabelecer sentença arbitral, levantar bibliografia, planejar investimentos (orçamentos de capital), coordenar projetos, desenvolver instrumentos de coleta, representar interesses em negociações nacionais e internacionais, justificar projeto, realizar análises setoriais e regionais, efetuar análise de demonstrativo financeiro, mediar conflitos de interesse, apresentar comunicações em eventos, estimar impactos sociais e ambientais (externalidades), acompanhar indicadores de mercado, desenvolver indicadores, transmitir conhecimentos, ministrar cursos, revelar julgamento crítico, orçar projetos, interpretar resultados, identificar estrutura de mercado (concorrência), estimar custos privados, propor ações, estimar resultados, negociar projetos, averiguar barreiras à competição, analisar tendências de longo prazo, determinar fontes, delimitar objeto, recomendar políticas, subsidiar formulação de normas, regulamentos e contratos, calcular valor de mercado da empresa, treinar equipe, precificar produtos e serviços, aferir adequação das ações ao problema, construir cenários, processar dados, definir metodologia.

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Analista de Cadeias Produtivas (economista) ficou em 5.00%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Analista de Cadeias Produtivas (economista) e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Economistas que ficou em 5.00% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Analista de Cadeias Produtivas (economista) em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Analista de Cadeias Produtivas (economista) ficou em 5.00% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 39,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Economistas 2026

O salário de Analista de Cadeias Produtivas (economista) mostrado aqui é resultado do levantamento de 1.297 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Economistas que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Analista de Cadeias Produtivas (economista) com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Analista de Cadeias Produtivas (economista) CBO 251220 salário