O dissídio de Analista de Finanças Públicas (economista) 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 251225 no cargo de Analista de Finanças Públicas (economista).
Estado com maior salário médio
Sergipe
R$ 5.440,14
(últimos 12 meses)Estado que mais contrata
São Paulo
3.213 admissões
(últimos 12 meses)Cidade com maior salário médio
Manaus - AM
R$ 3.836,84
(últimos 12 meses)Cidade que mais contrata
São Paulo - SP
1.624 admissões
(últimos 12 meses)Setor com maior salário médio
Desenvolvimento e Licenciamento de Programas de Computador Customizáveis
R$ 8.179,13
(últimos 12 meses)Setor com mais contratações
Atividades de Contabilidade
1.123 admissões
(últimos 12 meses)Descrição sumária do cargo
O colaborador no cargo de Analista de Finanças Públicas (economista) Realiza planejamento, estudos, análises e previsões econômicas para órgãos da administração direta e indireta das três esferas de governo – federal, estadual-distrital e municipal Aplica princípios de teoria econômica e áreas afins, no tratamento de assuntos e na elaboração de proposições sobre alocação de recursos públicos, políticas de distribuição de renda, tributação, instrumentos de política fiscal e monetária, visando ao desenvolvimento da sociedade e à estabilização econômica.
Elabora e propõe instrumentos de implementação, de acompanhamento e de avaliação de políticas públicas Fornece subsídios para formulação de normas de fiscalização e controle das contas públicas, visando ao cumprimento da legislação Elabora boletins econômicos e relatórios e ministra palestras e cursos.
Cumpre normas técnicas, regulamentadoras, de saúde e segurança no trabalho e de proteção ambiental
O que faz um Analista de Finanças Públicas (economista)
O Analista de Finanças Públicas (economista) realiza análise econômica, com ênfase em macroeconomia, investigando conjunturas e cenários, atuando em organizações do setor público nas esferas federal, estadual e municipal, na administração direta e indireta, como bancos públicos e de desenvolvimento, órgãos de governo, secretarias, autarquias, institutos de pesquisa econômica e organizações similares Analisa tendências setoriais e regionais, de curto, médio e longo prazos, considerando o ambiente político-institucional, analisa funções do Estado - alocativa, distributiva e estabilizadora da economia - para propor instrumentos de política monetária e fiscal, tais como estabilidade de preços, equilíbrio da balança de pagamentos, manutenção do nível de emprego elevado e crescimento econômico.
Elabora previsões.
Gerencia banco de dados, produzindo e analisando informações Analisa contas nacionais, déficit público, balança comercial e de pagamentos, políticas de juros, de crédito e de câmbio, política macroeconômica e índices de preços.
Utiliza formulações matemáticas, estatísticas e de modelagem, na análise dos fenômenos socioeconômicos Em instituições públicas de financiamento, elabora projetos de pesquisa, analisando mercados e realizando estudos de viabilidade econômico-financeira.
Delimita problema de pesquisa, objeto, justificativa e fontes de informação.
Define metodologia, bibliografia, instrumento de coleta de dados, cronograma, e perguntas a serem respondidas Dimensiona equipe de trabalho, recursos físicos e financeiros do projeto, promovendo negociações com parceiros e fornecedores.
Realiza estudos mercadológicos para análise de viabilidade e de impacto econômico-social de projetos a serem financiados, relacionados ao meio ambiente, ao desenvolvimento sustentável e aos recursos naturais.
Executa e coordena projetos no campo das ciências econômicas, desenvolvendo instrumentos de coleta e indicadores Recruta, seleciona e treina equipes Coleta, processa e critica dados, interpreta resultados e propõe ações e diretrizes.
Participa de elaboração de planos de governo e de planejamento estratégico e de curto e médio prazos de instituições públicas Identifica estrutura de mercado, oportunidades e ameaças oriundas do ambiente e projeções de demanda por serviços públicos Analisa mercado financeiro, de capitais e derivativos e sua regulamentação.
Analisa e prevê atuação das instituições e faz estimativas de custos, resultados, rentabilidade, viabilidade econômico-financeira e impactos sociais e ambientais Enumera alternativas de ação, planeja investimentos e seleciona fontes de financiamento.
Avalia políticas de impacto coletivo promovidas por organizações governamentais e não governamentais Presta apoio quando da implementação de políticas tributária, orçamentária, fiscal, monetária, cambial e creditícia, bem como de planos, programas e projetos de natureza econômica e de finanças públicas, nas esferas municipal, estadual e federal Acompanha indicadores de mercado e execução de orçamentos públicos, além da avaliação de seus resultados.
Apoia a formulação de políticas comerciais e realiza o apreçamento de produtos e serviços Subsidia formulação de normas, regulamentos e contratos Representa interesses em negociações nacionais e internacionais, analisa vantagens comparativas e possíveis barreiras comerciais e legais.
Fiscaliza o cumprimento de normas Escreve artigos, livros, boletins econômicos e relatórios Ministra palestras e cursos, dialoga com a mídia e apresenta comunicações em eventos.
Presta assessoria e consultoria a instituições para a realização de pesquisas econômico-financeiras Pode realizar estudos e cálculos atuariais nos âmbitos previdenciário e de seguros Exerce a profissão com base na conduta pautada em princípios e valores éticos, prezando pela justiça social, liberdade, humanidade e compromisso com o desenvolvimento profissional e intelectual da pessoa humana e com o progresso da sociedade.
Funções do Analista de Finanças Públicas (economista)
O profissional Analista de Finanças Públicas (economista) deve comunicar-se, gerir programação econômico-financeira, atuar nos mercados internos e externos, exercer mediação, perícia e arbitragem, elaborar projetos (pesquisa econômica, de mercados, viabilidade econômica etc), analisar ambiente econômico, avaliar políticas de impacto coletivo (governo, ongs, outras organizações), executar projetos (pesquisa econômica, de mercados, viabilidade econômica etc), demonstrar competências pessoais, participar do planejamento estratégico e de curto prazo.
Condições de trabalho da profissão
Economistas atuam em empresas das diversas atividades econômicas como intermediação financeira, seguros e previdência privada, administração pública, seguridade social, empresas de consultoria econômica, na agricultura, pecuária, indústria e serviços relacionados com essas atividades, no comércio por atacado e intermediários do comércio. São majoritariamente estatutários ou assalariados com carteira assinada, trabalham em equipe, com supervisão permanente, em ambiente fechado e em horário diurno.
Exigências do mercado de trabalho para a profissão
O exercício dessas ocupações requer curso superior em ciências econômicas ou pós-graduação em economia e registro no Conselho Regional de Economia. O desempenho pleno das atividades ocorre após um ou dois anos de experiência na área.
Atividades exercidas por um Analista de Finanças Públicas (economista)
Um Analista de Finanças Públicas (economista) deve estimar rentabilidade e viabilidade econômico-financeira, identificar estrutura de mercado (concorrência), transmitir conhecimentos, demonstrar capacidade verbal línguas estrangeiras, realizar análises setoriais e regionais, aplicar métodos quantitativos, adaptar linguagem ao público, manter-se atualizado, estimar custos privados, treinar equipe, coletar dados, revelar julgamento crítico, demonstrar raciocínio lógico, propor ações, desenvolver indicadores, planejar investimentos (orçamentos de capital), estimar impactos sociais e ambientais (externalidades), negociar projetos, elencar alternativas de ação, analisar ambiente político-institucional, mostrar criatividade, justificar projeto, confrontar com custos alternativos, auxiliar na formulação de políticas comerciais, escrever artigos, livros, boletins econômicos e relatórios, definir cronograma, gerar parâmetros de avaliação, criticar dados, orçar projetos, acompanhar indicadores de mercado, estimar resultados, delinear problema, mediar conflitos de interesse, prever atuação dos concorrentes, ministrar cursos, recrutar equipe, proferir palestras, analisar sustentabilidade socioeconômica e ambiental, coordenar projetos, construir cenários, acompanhar execução orçamentária, determinar fontes, averiguar barreiras à competição, dimensionar recursos humanos e físicos, definir produtos e resultados, levantar bibliografia, analisar tendências de longo prazo, analisar conjunturas, demonstrar capacidade de uso de recursos de informática, estimar demanda, aferir adequação das ações ao problema, formular conceitos abstratos, subsidiar formulação de normas, regulamentos e contratos, definir metodologia, precificar produtos e serviços, dialogar com a mídia, recomendar políticas, processar dados, demonstrar capacidade de liderança, apresentar comunicações em eventos, identificar oportunidades e ameaças no ambiente e na organização, delimitar objeto, subsidiar decisões, verificar execução das ações propostas, interpretar resultados, desenvolver instrumentos de coleta, fiscalizar cumprimento de normas, selecionar fontes de financiamento, trabalhar em equipe, averiguar vantagens comparativas, gerenciar bancos de dados, estabelecer sentença arbitral, mensurar consequências das ações, representar interesses em negociações nacionais e internacionais.
Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria
O reajuste salarial 2026 para Analista de Finanças Públicas (economista) ficou em 5.60%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Analista de Finanças Públicas (economista) e os sindicatos patronais.
Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Economistas que ficou em 5.60% para 2026.
Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Analista de Finanças Públicas (economista) em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.
Reajuste e valor do vale refeição 2026
O reajuste médio do vale refeição 2026 para Analista de Finanças Públicas (economista) ficou em 5.60% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.
Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 46,00 por dia efetivamente trabalhado.
Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Economistas 2026
O salário de Analista de Finanças Públicas (economista) mostrado aqui é resultado do levantamento de 5.474 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Economistas que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.
Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Analista de Finanças Públicas (economista) com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:
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- Analista de Economia Internacional
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