O dissídio de Forneiro (materiais de Construção) 2024 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 823315 no cargo de Forneiro (materiais de Construção).

Estado com maior salário médio

São Paulo

R$ 2.367,56

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

841 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Cordeirópolis - SP

R$ 4.625,35

Cidade que mais contrata

Tatuí - SP

167 admissões

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Forneiro (materiais de construção) realiza a queima de peças de cerâmica vermelha – tais como tijolos, telhas e pisos -, limpando e abastecendo o forno com combustível, fazendo o carregamento das peças, posicionando os instrumentos de controle de temperatura, efetuando o aquecimento gradativo, controlando a queima, desligando os queimadores e promovendo o resfriamento para retirada das peças Planeja as atividades, verificando a ordem de produção.

Cumpre normas técnicas e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de combate a incêndio e de preservação ambiental

O que faz um Forneiro (materiais de Construção)

O Forneiro (materiais de construção) planeja as atividades, verificando a ordem de produção e selecionando materiais e instrumentos de trabalho Prepara o forno para a queima de peças de cerâmica vermelha, limpando-o e abastecendo-o com combustível.

Realiza ou orienta a distribuição das peças no forno, para o melhor aproveitamento do espaço sem prejudicar a qualidade da queima do material.

Posiciona os instrumentos de controle de temperatura Preaquece o forno, instalando e acendendo os queimadores, regulando as chamas e aumentando a temperatura gradativamente.

Atua nos controles de alimentação de combustível e no jato de ar, para manter a temperatura necessária e o bom rendimento do forno Realiza a queima de peças de cerâmica vermelha, controlando a temperatura do forno por meio do pirômetro e verificando o tempo de permanência das peças no forno, para dar aos materiais as características requeridas.

Desliga os queimadores e efetua o resfriamento gradativo do forno, para fazer a retirada das peças.

Pode aplicar produtos para vitrificar e dar brilho às peças Pode utilizar forno com painel de controle.

Mantém o local de trabalho limpo e organizado, acondicionando os instrumentos de trabalho.

Descarta os resíduos, de acordo com os procedimentos ambientais adotados pela empresa Zela pela segurança, prevenindo acidentes e incêndios Utiliza equipamentos de proteção individual.

Sinaliza as áreas de risco, orientando as pessoas para evitá-las.

Funções do Forneiro (materiais de construção)

O profissional Forneiro (materiais de Construção) deve realizar queima de peças de cerâmica vermelha (tijolos, telhas e pisos), demonstrar competências pessoais, realizar acabamentos em peças de concreto armado, pedras artificiais e cimento amianto, preparar fornos para queima de cerâmica vermelha (tijolos, telhas e pisos).

Condições de trabalho da profissão

Operadores de instalações e equipamentos de fabricação de materiais de construção atuam na fabricação de produtos de minerais não metálicos e de materiais de construção como empregados com carteira assinada. Organizam-se de forma individual ou na forma de trabalho corporativo, sob supervisão permanente, em ambiente fechado no período diurno e em turnos fixos. Podem permanecer em posições desconfortáveis durante longos períodos, realizar atividades em grandes alturas ou em ambiente subterrâneo. No desenvolvimento de algumas atividades podem permanecer expostos a materiais tóxicos, ruído intenso, altas temperaturas, poeira e umidade.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

Atividades exercidas por um Forneiro (materiais de construção)

Um Forneiro (materiais de construção) deve agir com responsabilidade, limpar forno, demonstrar assiduidade, evidenciar dinamismo, inspecionar disposição das peças no forno, adaptar-se a situações novas, posicionar instrumentos para controle de temperatura, retirar rebarbas, relacionar-se com outras pessoas, adaptar-se a circunstâncias e situações variadas (flexibilidade), aplicar produtos para dar o vitrificado e brilho da peça, comunicar-se, abastecer fornos com combustível, posicionar amostras no forno, acender queimadores a gás combustível e óleo, desligar queimadores, medir temperatura dos fornos, instalar queimadores, tomar iniciativa, demonstrar habilidade manual (coordenação motora), examinar amostras, quanto a cor e brilho, efetuar o resfriamento gradativo de fornos para descarga, pré-aquecer fornos, aumentando a temperatura gradativamente, regular chamas dos queimadores, lacrar forno.

Aumento do piso salarial e reajuste 2024 da categoria

O reajuste salarial 2024 para Forneiro (materiais de Construção) ficou em 4.30%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2024 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Forneiro (materiais de Construção) e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Operadores de instalações e equipamentos de fabricação de materiais de construção que ficou em 4.30% para 2024.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Forneiro (materiais de Construção) em 2024 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2024 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2024

O reajuste médio do vale refeição 2024 para Forneiro (materiais de Construção) ficou em 8.10% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2024 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 23,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Operadores de instalações e equipamentos de fabricação de materiais de construção 2024

O salário de Forneiro (materiais de Construção) mostrado aqui é resultado do levantamento de 3473 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2024, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Operadores de instalações e equipamentos de fabricação de materiais de construção que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Forneiro (materiais de Construção) com salários atualizados em 2024. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Forneiro (materiais de Construção) CBO 823315 salário

Valor do salário na CCT 2024 de Forneiro (materiais de Construção) em todos os estados

Dados de dissídios coletivos para Forneiro (materiais de Construção) por estado
UF Jornada Piso Média Teto Sal/Hora Dissídio 2024 (%)
São Paulo 44h 2.279,22 2.367,56 3.341,17 10,81 5.70%
Goiás 43h 1.557,06 1.617,41 2.282,54 7,46 7.70%
Minas Gerais 43h 1.704,79 1.770,86 2.499,09 8,21 5.80%
Pernambuco 41h 1.328,74 1.380,24 1.947,83 6,69 5.10%
Maranhão 43h 1.345,74 1.397,89 1.972,75 6,46 5.90%
Piauí 44h 1.421,18 1.476,26 2.083,34 6,72 5.40%
Pará 44h 1.531,73 1.591,10 2.245,41 7,31 5.50%
Paraná 41h 1.896,68 1.970,19 2.780,40 9,68 4.10%
Santa Catarina 42h 2.152,36 2.235,78 3.155,19 10,60 8.10%
Rio Grande do Norte 44h 1.641,08 1.704,68 2.405,70 7,76 4.20%
Sergipe 43h 1.344,87 1.396,99 1.971,47 6,56 4.40%
Ceará 44h 1.397,09 1.451,24 2.048,03 6,64 4.90%
Tocantins 43h 1.362,75 1.415,57 1.997,69 6,51 4.10%
Mato Grosso 43h 1.920,69 1.995,13 2.815,59 9,31 5.30%
Rondônia 42h 1.488,11 1.545,78 2.181,45 7,31 6.80%
Bahia 44h 1.451,81 1.508,07 2.128,24 6,91 7.30%
Rio de Janeiro 41h 1.837,44 1.908,65 2.693,55 9,38 8.10%
Espírito Santo 41h 1.408,77 1.463,37 2.065,14 7,18 5.10%
Rio Grande do Sul 41h 1.897,78 1.971,33 2.782,01 9,60 6.70%
Paraíba 44h 1.503,93 1.562,22 2.204,65 7,13 4.30%
Amapá 44h 1.364,98 1.417,88 2.000,96 6,44 7.90%
Distrito Federal 44h 1.484,95 1.542,50 2.176,82 7,09 4.60%
Acre 44h 1.346,21 1.398,38 1.973,44 6,36 4.90%
Roraima 42h 1.476,37 1.533,59 2.164,24 7,38 4.80%

Fonte: Dados CAGED, PNAD e instrumentos coletivos registrados no sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego que mencionem a profissão de Forneiro (materiais de Construção).

Dissídio de Forneiro (materiais de Construção) por cidade

Quanto ganha um Forneiro (materiais de Construção) nas principais cidades

Salários segundo dados do CAGED e instrumentos coletivos registrados que citem a profissão de Forneiro (materiais de Construção) na localidade
Cidade Carga Horária Piso Salarial Média Salarial Maior Salário Sal/Hora Dissídio 2024 (%)
Tatuí, SP 44 2.184,10 2.268,75 3.201,72 10,31 6.70%
Paudalho, PE 40 1.315,89 1.366,89 1.928,99 6,85 4.60%
Itu, SP 44 2.158,97 2.242,64 3.164,89 10,30 5.90%
Vargem Grande do Sul, SP 44 1.651,04 1.715,03 2.420,30 7,81 6.00%
Nazaria, PI 44 1.450,46 1.506,68 2.126,27 6,86 4.60%
Conchas, SP 44 2.031,68 2.110,43 2.978,30 9,60 5.70%
Laranjal Paulista, SP 44 2.101,55 2.183,00 3.080,72 9,92 7.10%
Colombo, PR 38 1.759,77 1.827,97 2.579,69 9,63 6.40%
Salinas, MG 43 1.681,54 1.746,71 2.465,02 8,07 6.20%
Vianópolis, GO 43 1.464,28 1.521,03 2.146,53 7,13 6.50%
São Miguel do Guamá, PA 43 1.505,39 1.563,74 2.206,79 7,20 6.20%
Itabaiana, SE 43 1.338,14 1.390,00 1.961,61 6,40 7.40%
Cesário Lange, SP 44 1.909,84 1.983,86 2.799,68 9,02 5.40%
Teresina, PI 44 1.457,12 1.513,59 2.136,03 6,88 8.30%
Carnaúba dos Dantas, RN 44 1.671,67 1.736,46 2.450,54 7,89 7.60%
Araguari, MG 44 1.861,72 1.933,88 2.729,14 8,84 5.10%
Itapecuru Mirim, MA 43 1.309,35 1.360,10 1.919,42 6,26 8.20%
Imperatriz, MA 42 1.464,90 1.521,68 2.147,44 7,30 6.60%
Icara, SC 44 2.197,05 2.282,20 3.220,71 10,37 6.80%
Sangao, SC 44 2.216,10 2.301,99 3.248,63 10,53 5.70%
Estrela do Norte, GO 44 1.532,83 1.592,24 2.247,01 7,24 6.00%
Rosário, MA 44 1.311,88 1.362,73 1.923,12 6,21 7.30%
Panorama, SP 44 1.873,63 1.946,24 2.746,60 8,85 7.00%
Igaratinga, MG 44 1.760,82 1.829,07 2.581,24 8,31 7.30%
Criciúma, SC 37 2.350,44 2.441,54 3.445,57 13,06 8.30%
Campo Limpo de Goiás, GO 43 1.674,55 1.739,46 2.454,77 8,06 4.20%
Nova Ipixuna, PA 44 1.725,47 1.792,34 2.529,41 8,15 4.70%
Campos dos Goytacazes, RJ 41 1.842,58 1.913,99 2.701,08 9,40 7.40%
Cordeirópolis, SP 44 4.452,77 4.625,35 6.527,43 21,02 5.10%
Uberaba, MG 44 1.636,24 1.699,65 2.398,60 7,73 5.50%

Os valores de piso salarial e porcentagem de dissídio referem-se a média observada em instrumentos coletivos registrados no sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego com abrangência na cidade ou na região e que citem a profissão de Forneiro (materiais de Construção). Instrumentos coletivos: Acordos, convenções ou dissídios coletivos.

Empresas que mais contratam Forneiro (materiais de Construção) no Brasil

Pisos salariais por setores das empresas
Segmento Piso Média Teto Dissídio 2024 (%)
Fabricação de artefatos de cerâmica e barro cozido para uso na construção, exceto azulejos e pisos 1.672,87 1.737,71 2.452,31 4.60%
Fabricação de produtos cerâmicos refratários 1.708,18 1.774,38 2.504,06 7.20%
Fabricação de azulejos e pisos 3.658,05 3.799,82 5.362,42 5.20%
Fabricação de cal e gesso 1.773,22 1.841,94 2.599,41 6.60%
Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários 1.532,59 1.591,99 2.246,67 7.40%
Fabricação de artefatos de cimento para uso na construção 1.454,32 1.510,69 2.131,93 6.80%
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 1.589,76 1.651,38 2.330,47 7.40%
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional 1.550,90 1.611,01 2.273,51 5.80%
Extração de argila e beneficiamento associado 1.817,71 1.888,16 2.664,63 7.40%
Tratamento e disposição de resíduos perigosos 1.636,24 1.699,65 2.398,60 5.20%
Comércio varejista de materiais de construção em geral 1.507,00 1.565,41 2.209,16 6.20%
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 1.496,31 1.554,30 2.193,48 6.40%
Fabricação de outros produtos de minerais não-metálicos 2.560,09 2.659,31 3.752,89 5.20%
Fabricação de material sanitário de cerâmica 2.969,88 3.084,98 4.353,62 7.40%
Preparação de massa de concreto e argamassa para construção 1.420,13 1.475,17 2.081,80 5.20%
Atividades de limpeza não especificadas anteriormente 1.900,06 1.973,70 2.785,34 7.80%
Comércio varejista de cal, areia, pedra britada, tijolos e telhas 1.948,39 2.023,90 2.856,19 4.20%
Comércio varejista de plantas e flores naturais 1.451,43 1.507,68 2.127,69 7.50%
Fabricação de produtos de padaria e confeitaria com predominância de produção própria 1.453,69 1.510,04 2.131,01 7.40%
Fabricação de outros produtos químicos 2.582,62 2.682,71 3.785,93 6.70%
Fonte: Contratações formais indicadas pelas empresas ao sistema Novo CAGED e convenções coletivas patronais.