O dissídio de Professor de Informática (no Ensino Superior) 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 234120 no cargo de Professor de Informática (no Ensino Superior).
Estado com maior salário médio
Santa Catarina
R$ 6.987,86
(últimos 12 meses)Estado que mais contrata
São Paulo
120 admissões
(últimos 12 meses)Cidade com maior salário médio
São Luís - MA
R$ 5.306,92
(últimos 12 meses)Cidade que mais contrata
Belo Horizonte - MG
52 admissões
(últimos 12 meses)Setor com maior salário médio
Educação Superior - Graduação e Pós-Graduação
R$ 5.535,58
(últimos 12 meses)Setor com mais contratações
Educação Superior - Graduação e Pós-Graduação
136 admissões
(últimos 12 meses)Descrição sumária do cargo
O colaborador no cargo de Professor de Informática (no Ensino Superior) Exerce atividades didáticas, elaborando plano de ensino, preparando material didático, ministrando aulas na área da ciência da computação e disciplinas afins no ensino superior, na modalidade presencial ou a distância Orienta alunos em pesquisas de iniciação científica e em programas de pós-graduação.
Desenvolve atividades de pesquisa e extensão, formulando, executando e coordenando projetos de pesquisa e divulgando conhecimento científico Coordena atividades acadêmicas e científicas Atualiza seus conhecimentos por meio de literatura científica, participação em congressos, seminários, simpósios, pesquisas experimentais e intercâmbios.
Pode prestar assessoria nas áreas técnica e científica, supervisionar equipes e colaborar em atividades institucionais Cumpre e faz cumprir normas técnicas, regulamentadoras, de saúde e segurança no trabalho e de proteção ao meio ambiente
O que faz um Professor de Informática (no Ensino Superior)
O Professor de Informática (no Ensino Superior) ministra aulas práticas e teóricas na área da ciência da computação e disciplinas afins, na modalidade presencial ou a distância, planejando o ensino, ensinando a utilização de ferramentas específicas (softwares e aplicativos), integrando teoria e prática por meio de projetos, orientando a busca de informações (biblioteca, internet, pesquisa de campo) Mantém registros de frequência de alunos, notas e outros registros necessários.
Prepara aulas teóricas e práticas e recursos didáticos, elaborando plano de ensino, montando e organizando laboratórios de ensino, produzindo textos didáticos, material audiovisual, acervo técnico, exercícios e avaliações, preparando material multimeios.
Disponibiliza informações da disciplina na internet Cria modelos e simulações para representar aplicações da estatística.
Avalia o desempenho acadêmico de alunos Participa de bancas de avaliação de teses, dissertações e monografias.
Participa de comissões de seleção de alunos para monitoria e participação em projetos especiais.
Realiza pesquisas na área da computação, levantando questões a serem investigadas, investigando o estado da arte do tema proposto, elaborando projetos e o referencial teórico-metodológico da pesquisa Desenvolve teorias, testando hipóteses, coletando e analisando dados, montando bancos de dados.
Desenvolve softwares, algoritmos, programas, linguagens, sistemas operacionais e outros.
Utiliza simulação numérica em testes de hipóteses compreensão de fenômenos e validação de modelos Interage com pesquisadores de outros grupos de pesquisa Produz trabalhos acadêmicos de natureza técnica, didática e científica, escrevendo e traduzindo livros e artigos técnicos e científicos, produzindo vídeos científicos, didáticos e institucionais.
Orienta alunos em atividades didáticas, trabalhos de conclusão de curso e pesquisas de iniciação científica Orienta estagiários, mestrandos, doutorandos e alunos de especialização e aperfeiçoamento, estimulando o desenvolvimento do senso crítico, criatividade e empreendedorismo Atua no planejamento e implementação de cursos de graduação, pós-graduação, extensão e especialização, participando da elaboração do projeto pedagógico, planejando disciplinas, definindo o perfil do corpo docente, participando da reestruturação de currículos e disciplinas, revisando periodicamente a grade curricular, propondo novos métodos de ensino.
Participa do processo de avaliação acadêmica e institucional, elabora projetos e relatórios para órgãos governamentais, de fomento e outras organizações Emite parecer para processos de convalidação de disciplinas e diplomas.
Presta assessoria nas áreas acadêmica, técnica e científica, assessorando na elaboração de trabalhos acadêmicos, pesquisas da comunidade, na criação e nas atividades de empresas juniores Assessora na solução de problemas que envolvem a implantação de sistemas computacionais Apoia convênios junto a organizações na incorporação de novas metodologias e tecnologias computacionais e no desenvolvimento de produtos.
Pode emitir pareceres técnicos para fins legais Divulga trabalhos acadêmicos e técnicos, participando de congressos e eventos, ministrando palestras, publicando trabalhos em anais de congressos, revistas, periódicos especializados, livros e artigos em mídia impressa ou digital Pode conceder entrevistas.
Participa de atividades institucionais, dirigindo unidades acadêmicas, institutos, centros e núcleos de pesquisa, chefiando departamento, coordenando ensino e cursos de graduação, programas de pós-graduação, cursos e programas de extensão Supervisiona estágios e promove intercâmbio entre universidades Participa de órgãos colegiados e de comissões.
Pode assessorar órgãos da administração superior da universidade Pode especializar-se na docência de subáreas da ciência da computação Pode atuar somente no ensino, ou em ensino e pesquisa Mantém-se atualizado no seu campo de atividade.
Funções do Professor de Informática (no Ensino Superior)
O profissional Professor de Informática (no Ensino Superior) deve coordenar atividades acadêmico-científicas, planejar e implementar cursos e disciplinas, avaliar desempenho acadêmico, programas e instituições, colaborar em atividades institucionais, produzir trabalhos acadêmicos (técnicos, didáticos e científicos), comunicar-se, demonstrar competências pessoais, orientar alunos, lecionar matemática, estatística, computação, prestar assessoria nas Áreas acadêmica, técnica e científica, realizar pesquisas.
Condições de trabalho da profissão
Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior trabalham nas áreas da estatística, da computação, da matemática pura e aplicada e da pesquisa operacional, lecionando em faculdades e universidades públicas ou privadas, como estatutários ou assalariados com carteira assinada. Atuam, geralmente, de forma individual e em algumas atividades podem estar sujeitos ao estresse.
Exigências do mercado de trabalho para a profissão
O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após cinco anos de experiência.
Atividades exercidas por um Professor de Informática (no Ensino Superior)
Um Professor de Informática (no Ensino Superior) deve orientar alunos para a criação de novos empreendimentos, escrever livros técnicos, científicos e didáticos, elaborar o referencial teórico-metodológico da pesquisa, indicar livros, periódicos, revistas, software, anuários e manuais, constituir grupos de pesquisa, desenvolver teorias, coordenar cursos de graduação, desenvolver software, algoritmos, programas, linguagens, sistemas operacionais e outros, orientar mestrandos, avaliar o desempenho do aluno, assessorar as atividades das empresas-júniores, coletar e analisar dados, coordenar grupos de trabalho em associações científicas, transferir conhecimento para empresas e outros órgãos, assessorar no desenvolvimento de produtos através de convênios, emitir parecer para processos de convalidação de disciplinas e diplomas, exarar pareceres técnicos para fins legais e outros, participar de eventos científicos, estabelecer parcerias com organizações da sociedade civil, utilizar simulação numérica em testes de hipóteses, compreensão de fenômenos e validação de modelos, implementar laboratórios de ensino, recorrer a exemplos, conteúdos e aplicações de várias áreas do conhecimento, coordenar cursos de extensão, disseminar resultados de pesquisa, coordenar disciplinas oferecidas simultaneamente à várias turmas, realizar visitas científicas, detectar novas possibilidades de aplicação dos resultados de pesquisa, orientar a vida acadêmica dos alunos, ministrar aulas presencialmente ou à distância, demonstrar criatividade, revisar periodicamente a grade curricular, avaliar cursos de ensino superior para órgãos governamentais, diagnosticar necessidades técnicas de alunos e usuários da matemática, estatística e computação, trabalhar em equipe, produzir textos didáticos, coordenar a política científica de laboratórios, produzir software e hardware, projetar laboratórios de ensino, participar da organização de processos de seleção, realizar intercâmbios técnico-científicos, definir o perfil do corpo docente e discente, participar de comissões de organização de eventos, editar livros e revistas, construir protótipos de modelos e produtos, participar da administração de órgãos de classe, averiguar adequação de modelos visando à validação, reformular suas ideias, preparar material suporte: didático, laboratório e outros, buscar fontes de financiamento, expressar-se com clareza, verbalmente e por escrito, divulgar na comunidade as atividades de matemática, estatística e computação, divulgar trabalhos em revistas e periódicos, investigar o estado da arte do tema proposto, produzir relatórios técnicos e de pesquisa, escrever artigos técnicos científicos, desenvolver hardware: equipamentos e componentes computacionais, assessorar instituições de ensino superior na adequação de seus cursos aos parâmetros do mec, propor novos métodos de ensino, participar de comissões, organizar atividades práticas (sala de aula, campo e laboratório), disponibilizar material didático ´on line´, elaborar cursos de aperfeiçoamento, utilizar correio eletrônico (e-mail), produzir vídeos científicos, didáticos e institucionais, interagir com pesquisadores de outros grupos de pesquisa, orientar alunos monitores (graduandos), disponibilizar ´on-line´ artigos, relatórios e software, proferir palestras, representar a categoria em órgãos colegiados, chefiar departamentos, preparar aulas e avaliações, dirigir unidades acadêmicas, orientar auxiliares de ensino (graduados), avaliar o desempenho funcional de seus pares, avaliar projetos e relatórios para órgãos de fomento e outras organizações, implantar laboratórios, traduzir livros e artigos técnicos, didáticos e científicos, elaborar projetos pedagógicos, demonstrar objetividade, coordenar projetos de pesquisa, ensino e extensão, motivar o aluno para o aprendizado e para a pesquisa, levantar questões a serem investigadas, orientar estágios docentes (ped-capes), raciocinar logicamente: abstrair, analisar, sintetizar e concluir, coordenar cursos de pós-graduação, elaborar cursos de especialização, planejar disciplinas, orientar doutorandos, integrar o corpo editorial de publicações científicas, escrever resenhas, criar lista de discussão, empreender projetos em negócios, dominar sua área de conhecimento, avaliar continuamente a qualidade de cursos e disciplinas, coordenar a política científica de bibliotecas, trabalhar interdisciplinarmente, co-orientar alunos em atividades de pesquisa e pós-graduação, participar de bancas examinadoras de concursos e títulos acadêmicos, orientar estágios, buscar e assimilar teorias e novas tecnologias, escrever artigos de opinião na imprensa, interpretar resultados, manifestar empatia, testar hipóteses, orientar estágios de pós-doutorado, orientar estudantes para competições acadêmicas, manter-se atualizado, participar da administração de associações científicas, emitir pareceres técnicos sobre livros e artigos submetidos à publicação, orientar alunos em atividade de iniciação científica, assessorar pesquisas da comunidade, relacionar teoria à prática, assessorar na solução de problemas que envolvam a implantação de sistemas computacionais, dar concretude aos conceitos abstratos, elaborar critérios para admissão de alunos, atender extraclasse para esclarecimentos complementares, preparar apresentações, demonstrações e exposições, assessorar profissionais de diversas áreas, idealizar planejamentos estatísticos de experimentos, orientar monografias de conclusão de curso, dar entrevistas a órgãos de imprensa sobre assuntos de sua especialidade, elaborar cursos de extensão, coordenar eventos científicos, montar bancos de dados, assessorar a criação de empresas-júniores, assessorar, cientificamente, a organização de eventos, assessorar a elaboração de trabalhos acadêmicos, gerir projetos de ensino, pesquisa e extensão, elaborar projetos.
Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria
O reajuste salarial 2026 para Professor de Informática (no Ensino Superior) ficou em 5.00%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Professor de Informática (no Ensino Superior) e os sindicatos patronais.
Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior que ficou em 5.00% para 2026.
Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Professor de Informática (no Ensino Superior) em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.
Reajuste e valor do vale refeição 2026
O reajuste médio do vale refeição 2026 para Professor de Informática (no Ensino Superior) ficou em 5.30% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.
Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 44,00 por dia efetivamente trabalhado.
Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior 2026
O salário de Professor de Informática (no Ensino Superior) mostrado aqui é resultado do levantamento de 467 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.
Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Professor de Informática (no Ensino Superior) com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:
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