O dissídio de Pesquisador em Ciências Florestais 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 203420 no cargo de Pesquisador em Ciências Florestais.
Estado com maior salário médio
São Paulo
R$ 5.368,62
(últimos 12 meses)Estado que mais contrata
São Paulo
13 admissões
(últimos 12 meses)Descrição sumária do cargo
O colaborador no cargo de Pesquisador em Ciências Florestais planeja e executa projetos - de pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e avaliação de inovações - em silvicultura, relacionados a áreas florestais nativas ou plantadas Administra recursos para pesquisa e supervisiona equipe.
Realiza experimentos, aplicando conhecimentos avançados, tais como fitotecnia, biomassa, recursos genéticos, etnobiologia, biotecnologia verde, entre outros Presta orientações em relação a florestamento e reflorestamento Implementa a digitalização e a automatização de processos.
Elabora e emite laudos, pareceres e relatórios Desenvolve programas de ensino e extensão Presta assessoria técnica e consultoria.
Dissemina conhecimentos técnicos e científicos Gerencia informações de ciência e tecnologia Cumpre legislação, normas técnicas e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação ambiental.
O que faz um Pesquisador em Ciências Florestais
O Pesquisador em Ciências Florestais planeja o processo de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico em silvicultura, realizando diagnósticos, identificando potencialidades em diferentes biomas e detectando problemas Define área, linha, tema, objeto, escopo e público-alvo de pesquisa.
Apresenta justificativas, hipóteses e metodologia.
Faz levantamento bibliográfico Submete o projeto às comissões de ética de pesquisa para aceite.
Participa de concorrências para obtenção de recursos para projetos junto a órgãos governamentais de fomento, a patrocinadores particulares e a outras iniciativas de apoio à ciência e à tecnologia Administra recursos para pesquisa.
Define aplicação de recursos físicos e financeiros.
Elabora cronograma físico-orçamentário e analisa custo-benefício Seleciona e contrata pessoal.
Supervisiona equipe, avalia seu desempenho e faz sua capacitação.
Pode captar, locar ou fazer parcerias para uso de materiais, equipamentos, veículos florestais, espaços e estruturas de teste e produção Orienta a otimização e a introdução de inovações em métodos e técnicas de pesquisa Define parâmetros para verificação da produção, observação da preservação ambiental e avaliação da qualidade científica da pesquisa.
Executa projeto de pesquisa, coletando e organizando dados e analisando informações técnicas Faz análises de impactos ambientais e socioeconômicos da implantação da tecnologia proposta em projeto de pesquisa Discute soluções e negocia alternativas para implementação da tecnologia.
Desenvolve melhorias em sistemas de florestas nativas e plantadas, considerando fatores econômicos, sociais e ecológicos Realiza experimentos, aplicando conhecimentos avançados.
Estuda a interação entre florestas e comunidades Presta orientações em relação a florestamento e reflorestamento, elaborando plano de manejo florestal, otimizando o uso da infraestrutura, aproveitando integralmente máquinas de plantio e colheita, indicando forma de transporte, com base em logística de distribuição, e propondo melhorias na comercialização de produtos, tais como madeira, látex, fibras e frutos Fomenta a integração entre sistemas produtivos, divulgando, orientando e implementando práticas do que se convencionou denominar “silvicultura 4.
0”, tais como a digitalização, a automatização e a robotização de processos, o trabalho em rede, o armazenamento e a sistematização de grandes volumes de dados para identificação e análise de problemas, e a utilização de “softwares” para gestão de plantios florestais Analisa processos de conservação e o uso sustentável de espécies florestais nativas vulneráveis e/ou ameaçadas de extinção Organiza programas de pesquisa científica e de treinamento e orientação de pessoal em protocolos experimentais, conforme orçamentos, prazos e padrões de qualidade.
Realiza perícia e auditoria Presta consultoria e assistência técnica Elabora e emite laudos, pareceres e relatórios.
Desenvolve programas e atividades de ensino e extensão, organizando cursos, ministrando aulas, e proferindo palestras e conferências Orienta estudantes, bolsistas, estagiários e profissionais Participa de bancas de pós-graduação, de concursos e de avaliação de produtos, marcas, patentes, registros, contratos, convênios e propostas técnicas Gerencia informações de ciência e tecnologia Elabora revisão bibliográfica.
Seleciona, analisa e armazena informações Dissemina conhecimentos técnicos e científicos, apresentando trabalhos e divulgando descobertas científicas Organiza, participa e avalia programas, ações e atividades de difusão científica e técnica, como publicações e eventos Propõe e revisa projetos, artigos e outros gêneros de produções acadêmicas Apresenta e divulga resultados de pesquisa para subsidiar políticas públicas Atua em equipes multidisciplinares, fomentando ações de inovação Promove e participa de troca de experiências, intercâmbios e visitas técnicas - presenciais ou virtuais - locais, nacionais ou internacionais.
Funções do Pesquisador em Ciências Florestais
O profissional Pesquisador em Ciências Florestais deve prestar serviços, assessoria e consultoria, elaborar projetos de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico, demonstrar competências pessoais, comunicar-se, executar projeto de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico, capacitar recursos humanos, divulgar informações, planejar pesquisa científica.
Condições de trabalho da profissão
Pesquisadores das ciências da agricultura trabalham nas esferas pública e privada, em instituições de pesquisa, empresas e universidades, principalmente nos setores agropecuário, de pesca e aqüicultura e silvicultura, inseridos em equipe multidisciplinar, cujos membros podem estar vinculados a diferentes empresas ou instituições de pesquisa. Na esfera privada, a relação de trabalho mais comum é com vínculo empregatício. Na esfera pública, o acesso é por concurso, na condição de celetista ou estatutário. Podem trabalhar em condições especiais, dependendo do projeto de pesquisa que estejam desenvolvendo, expostos aos efeitos de materiais tóxicos e a águas contaminadas e poluídas durante o exercício de algumas atividades.
Exigências do mercado de trabalho para a profissão
A escolaridade mínima exigida é a formação superior completa na área, sendo frequente profissionais com cursos de pós-graduação. De uma forma geral, o ingresso na carreira pode se dar como auxiliar ou assistente de pesquisador, podendo alcançar a titularidade com cinco anos de experiência. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, no caso de pesquisadores vinculados à área pública.
Atividades exercidas por um Pesquisador em Ciências Florestais
Um Pesquisador em Ciências Florestais deve produzir bens e insumos selecionados, treinar técnicos e produtores, desenvolver capacidade de síntese, expressar liderança, desenvolver expressão oral, orientar bolsistas e estagiários, formular hipóteses, avaliar demandas de mercado e da sociedade, avaliar impacto ambiental da tecnologia, analisar dados coletados, trabalhar em equipe, identificar parceiros e colaboradores de projeto, descrever material e métodos, avaliar impacto econômico da tecnologia, elaborar cronogramas físico e financeiro, definir objetivos e metas, desenvolver raciocínio dedutivo, avaliar viabilidade técnica e econômica do uso da tecnologia, realizar medições, pesagens, contagens e diagnóstico, prestar assistência técnica a produtores e empresários rurais, coletar dados secundários, consultar meios de comunicação, identificar problema de pesquisa, instalar unidades demonstrativas, acompanhar execução de atividades, redigir relatórios técnicos e financeiros, apontar resultados esperados, apresentar trabalhos em eventos científicos, desenvolver senso crítico, participar de bancas examinadoras, desenvolver raciocínio indutivo, conceder entrevistas, desenvolver expressão escrita, definir linhas de pesquisa, cultivar curiosidade, organizar dados, identificar agências e fontes de financiamento, definir linhas de treinamento, ministrar aulas, elaborar orçamento, realizar análises de laboratório, revisar artigos técnicos e científicos, produzir material educativo, verificar cumprimento de metas, evidenciar organização, avaliar resultados de pesquisa, avaliar impacto social da tecnologia, implantar experimentos e unidades de observação, demonstrar fluência verbal, avaliar projetos de pesquisa e desenvolvimento, evidenciar criatividade, organizar eventos e dias-de-campo, caracterizar problema de pesquisa, redigir artigos de divulgação e publicações técnicas e científicas, adquirir equipamentos, materiais, insumos e serviços, preencher formulários de agências de fomento, evidenciar persistência, captar recursos, orientar estudantes de pós-graduação, definir ações de difusão de resultados de projeto, desenvolver concentração, proferir palestras e conferências, expor produtos e tecnologia em feiras, exposições e eventos, assessorar instituições na solução de problemas específicos, emitir laudos e pareceres técnicos, definir equipe de trabalho, consultar centros de excelência em pesquisa, ensino e extensão, usuários e produtores, organizar publicações técnicas, revisar bibliografia.
Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria
O reajuste salarial 2026 para Pesquisador em Ciências Florestais ficou em 5.60%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Pesquisador em Ciências Florestais e os sindicatos patronais.
Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Pesquisadores das ciências da agricultura que ficou em 5.60% para 2026.
Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Pesquisador em Ciências Florestais em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.
Reajuste e valor do vale refeição 2026
O reajuste médio do vale refeição 2026 para Pesquisador em Ciências Florestais ficou em 5.10% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.
Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 43,00 por dia efetivamente trabalhado.
Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Pesquisadores das ciências da agricultura 2026
O salário de Pesquisador em Ciências Florestais mostrado aqui é resultado do levantamento de 45 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Pesquisadores das ciências da agricultura que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.
Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Pesquisador em Ciências Florestais com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira: