O dissídio de Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 821215 no cargo de Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico.
Estado com maior salário médio
São Paulo
R$ 2.701,11
(últimos 12 meses)Estado que mais contrata
Minas Gerais
301 admissões
(últimos 12 meses)Cidade com maior salário médio
Manaus - AM
R$ 1.482,57
(últimos 12 meses)Cidade que mais contrata
Fortaleza - CE
133 admissões
(últimos 12 meses)Setor com maior salário médio
Fabricação de Transformadores, Indutores, Conversores, Sincronizadores e Semelhantes
R$ 3.237,09
(últimos 12 meses)Setor com mais contratações
Supermercados
405 admissões
(últimos 12 meses)Descrição sumária do cargo
O colaborador no cargo de Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico opera e controla o funcionamento de fornos elétricos, de arco voltaico ou de indução, para produzir variados tipos de aço-liga Prepara máquinas, equipamentos e materiais.
Vaza o metal líquido produzido Realiza tratamentos secundários e manutenção do material refratário Controla características físico-químicas da matéria-prima e do produto.
Participa das ações de melhoria nas atividades, fazendo uso de tecnologias de automação e controle Cumpre normas técnicas e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação ambiental
O que faz um Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico
O Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico prepara máquinas, equipamentos e materiais, interpretando a programação da produção, comunicando-se com as áreas envolvidas, inspecionando visualmente máquinas e equipamentos e conferindo a disponibilidade de matérias-primas e insumos Retira amostras de matéria-prima.
Seleciona minérios, sucatas e fundentes.
Calcula a carga dos fornos, ajustando as quantidades conforme necessário para condições específicas Pesa minérios e fundentes.
Solicita manutenção das máquinas e dos equipamentos, quando necessário Opera e controla o funcionamento de fornos elétricos, acionando dispositivos de comando e controle de máquinas, equipamentos de carregamento e auxiliares, para produzir metal líquido.
Seleciona sucata, pesa a carga metálica, posiciona e carrega o forno.
Efetua a ligação e o controle da corrente elétrica através dos eletrodos ou das bobinas de indução, para produzir arco elétrico ou calor dentro da carga Pode realizar a operação e o controle com o auxílio de painéis ou telas de sistemas de supervisão de processos, observando seus gráficos e instrumentos – físicos ou virtuais – e efetuando as intervenções necessárias para manter o fluxo de operação dentro dos parâmetros especificados para o processo.
Efetua o desligamento da corrente elétrica, acionando dispositivos apropriados, para concluir a operação de fusão.
Monitora o consumo de eletrodo em fornos elétricos de arco voltaico Vaza o metal líquido, posicionando a panela de vazamento, desobstruindo o furo de corrida e injetando gás inerte Pesa o metal líquido, calcula quantidades, conforme especificações, e adiciona elementos de liga.
Retira escória residual dos fornos ou das panelas de vazamento Retira amostras de metal e escória Granula a escória.
Realiza a manutenção do material refratário, selecionando materiais e ferramentas, limpando o local a ser reparado, preparando a argamassa refratária e curvando o local, para possibilitar novo ciclo de operações de fusão Controla as características físico-químicas da matéria-prima e do produto, medindo e ajustando parâmetros operacionais, para mantê-los nos níveis especificados para o processo.
Monitora visualmente o aspecto do metal e da escória, para possibilitar o controle de qualidade do produto Pode retirar amostras do material em fusão, observando as técnicas de execução, a fim de possibilitar análises e testes que servirão de indicadores para a regulagem da temperatura do forno Realiza tratamentos secundários, posicionando a panela – com metal líquido vazado – na estação de tratamento secundário, aquecendo e desgaseificando os metais.
Realiza tratamento de modularização Participa das ações de melhoria nas atividades com fornos elétricos, fazendo uso de tecnologias de automação e controle - incluindo os sistemas de supervisão -, para aprimoramento dos parâmetros tecnológicos do processo e elevação do nível de qualidade dos vários tipos de aço-liga produzidos Mantém o local de trabalho limpo e organizado.
Zela pela conservação e pela manutenção de máquinas e equipamentos Cumpre normas de segurança pessoal e ambiental, usando Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC), e coletando lixos e resíduos industriais Respeita sinalização de segurança e comunica acidentes e incidentes.
Opera sistema de despoeiramento.
Funções do Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico
O profissional Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico deve realizar tratamentos secundários, operar o alto-forno, realizar manutenção refratária, controlar características físico químicas da matéria-prima e produto, dessulfurar o ferro gusa, produzir metal líquido, movimentar materiais, demonstrar competências pessoais, vazar o ferro gusa, preparar máquinas, equipamentos e materiais, cumprir normas de segurança pessoal e ambiental, vazar o metal líquido.
Condições de trabalho da profissão
Operadores de fornos de primeira fusão e aciaria profissionais nessa família CBO, exercem o cargo na fabricação de produtos de metal e Organizam-se em equipe, sob supervisão ocasional, em ambientes fechados e no sistema de rodízio de turnos (diurno/noturno). No exercício de algumas atividades podem permanecer em posições desconfortáveis durante longos períodos e expostos a materiais tóxicos, radiação, ruído intenso e altas temperaturas.
Exigências do mercado de trabalho para a profissão
Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional de até duzentas horas-aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional.
Atividades exercidas por um Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico
Um Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico deve posicionar panela de vazamento, comunicar acidentes e incidentes, granular a escória, limpar o local a ser reparado, comunicar-se, preencher relatórios e formulários, adicionar elementos de liga, pesar minérios e fundentes, tratar metais não-ferrosos, monitorar o vazamento do metal, usar equipamentos de proteção individual e coletiva (epi e epc), calcular a carga dos fornos, operar equipamentos auxiliares, carregar o forno ou convertedor, evidenciar pontualidade e assiduidade, disponibilizar o metal para consumo ou tratamento secundário, posicionar a panela na estação de tratamento secundário, coletar lixos e resíduos industriais, manter o local de trabalho limpo e organizado, calcular quantidades de elementos de liga, curvar o local, preparar a argamassa refratária, zelar por máquinas e equipamentos, desobstruir o furo de corrida, controlar parâmetros operacionais (pressão, vazão, temperatura), monitorar visualmente o metal e escória, trabalhar em equipe, comunicar-se com as áreas envolvidas, selecionar materiais e ferramentas, retirar escória residual (forno ou panela), liberar a panela ou carro torpedo, aperfeiçoar-se profissionalmente, injetar gás inerte, demonstrar iniciativa, remover a escória do metal, monitorar consumo de eletrodo em forno a arco, operar máquinas e equipamento de carregamento, conferir disponibilidade de matérias-primas e insumos, realizar tratamento de nodularização, evidenciar habilidades numéricas, operar o forno, transferir o metal para a panela, desgaseificar os metais, manifestar versatilidade, retirar amostras de matéria-prima, operar sistema de despoeiramento, interpretar programação de produção, inspecionar visulamente máquinas e equipamentos, pesar o metal líquido, posicionar o convertedor ou forno, respeitar sinalização de segurança, demonstrar criatividade, selecionar minérios e fundentes, medir a temperatura do metal líquido, retirar amostras de metal e escória, aquecer o metal, pesar a carga metálica, demonstrar consciência ecológica, selecionar sucata, solicitar manutenção.
Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria
O reajuste salarial 2026 para Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico ficou em 6.00%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico e os sindicatos patronais.
Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Operadores de fornos de primeira fusão e aciaria que ficou em 6.00% para 2026.
Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.
Reajuste e valor do vale refeição 2026
O reajuste médio do vale refeição 2026 para Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico ficou em 5.60% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.
Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 21,00 por dia efetivamente trabalhado.
Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Operadores de fornos de primeira fusão e aciaria 2026
O salário de Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico mostrado aqui é resultado do levantamento de 1.882 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Operadores de fornos de primeira fusão e aciaria que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.
Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Operador de Forno de Tratamento Térmico Elétrico com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:
Cargos relacionados:
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