O dissídio de Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais 2024 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 723120 no cargo de Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais.

Estado com maior salário médio

Bahia

R$ 6.569,00

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

409 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Santa Barbara D Oeste - SP

R$ 2.823,65

Cidade que mais contrata

São Paulo - SP

76 admissões

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Operador de forno de tratamento térmico de metais opera fornos - de variados tipos - e seus equipamentos auxiliares, para executar processos diversificados de tratamento térmico de metais Prepara os fornos, ajustando parâmetros do processo.

Monta e desmonta carga para o processo, avaliando a capacidade dos fornos Monitora parâmetros e controla as etapas do processo Inspeciona peças tratadas.

Atua de acordo com diretrizes para sistemas de tratamento térmico, programas da qualidade e outras convenções adotadas pela empresa Executa procedimentos de manutenção integrada à produção Cumpre normas técnicas e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de prevenção contra incêndios e de preservação ambiental.

O que faz um Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais

O Operador de forno de tratamento térmico de metais prepara os fornos de tratamento térmico para utilização, ajustando parâmetros do processo e inspecionando homogeneidade e acuidade de temperatura Introduz gases, nivela o óleo e o banho de sal e realiza a análise de atmosfera e banhos, de acordo com requisitos do processo.

Monta cargas de peças a serem tratadas nos fornos, interpretando instruções de trabalho, identificando materiais recebidos, separando as peças conforme identificação e inspecionando as peças visualmente.

Limpa as peças – antes e após a passagem pelo forno, por meio de processos mecânicos ou químicos Avalia a capacidade de carga do forno.

Amarra as peças a serem tratadas em fieiras e as coloca em cesto ou dispositivo análogo Realiza o preaquecimento das cargas.

Desmonta as cargas, desamarrando peças das fieiras.

Na montagem e na desmontagem das cargas, pode operar pontes rolantes, talhas e empilhadeiras Opera fornos de variados tipos e seus equipamentos auxiliares, para executar processos diversificados de tratamento térmico de metais.

Aquece progressivamente o forno e controla o andamento do processo, efetuando os ajustes necessários e verificando o tempo de aquecimento da peça.

Resfria as peças metálicas, diminuindo gradativamente a temperatura do forno Retira as peças, colocando-as em contato com o ar ou imergindo-as em banho com solução apropriada, para dar-lhes a dureza e a resistência necessárias e/ou reduzir as tensões internas provocadas pelo aquecimento De acordo com o processo de tratamento térmico utilizado na produção, opera fornos de circulação a ar (FCA), fornos de esteira simples e dupla, fornos contínuos, fornos a banho de sais, fornos de atmosfera gasosa, e fornos a vácuo.

Opera fornos com aquecimento por chamas e fornos de aquecimento indutivo simples e com comando numérico computadorizado (CNC) Opera equipamentos auxiliares, tais como durômetros, pirômetros, máquinas de lavar e de jatear, entre outros Executa processos diversificados de tratamento térmico, como revenimento, normalização e têmpera, entre outros.

Pode realizar processos termoquímicos de tratamento Efetua recozimentos de tipo isotérmico, pleno, subcrítico ou cíclico.

Monitora parâmetros do processo, utilizando sistemas supervisórios informatizados e analisando gráficos de controle Verifica pilotos e cortinas de chamas dos fornos, ponto de orvalho ou gás carbônico, condições de vácuo, tempo, temperatura e velocidade de resfriamento Utiliza corpos de prova para ajuste de parâmetros.

Controla etapas do processo, utilizando ferramentas - como controle estatístico de processo (CEP) - e preenchendo documentos – físicos e eletrônicos – do fluxo de produção Faz a análise da composição dos banhos Controla níveis dos banhos, temperatura dos meios de resfriamento, pressão interna dos fornos e composição de suas atmosferas.

Pode operar fornos, seus equipamentos auxiliares e sistemas de tratamento térmico com recursos de automação, controle centralizado das operações, softwares de diagnóstico e acesso a mecanismos de correção de erros Inspeciona peças tratadas, preparando amostras para análise e ensaios e realizando o controle dimensional Interpreta e analisa dados de ensaios – mecânicos, metalográficos e de outros tipos, para promover ajustes em parâmetros operacionais dos fornos.

Atua de acordo com diretrizes para sistemas de tratamento térmico, programas da qualidade e outras convenções adotadas para o processo produtivo da empresa Executa procedimentos de manutenção integrada ao processo produtivo, de acordo com as convenções da metodologia TPM-Manutenção Produtiva Total (Total Productive Maintenance) Participa do desenvolvimento de parcerias com clientes e fornecedores Trabalha com segurança, utilizando equipamentos de proteção individual e coletiva, seguindo procedimentos de segurança e atuando na prevenção e no combate a incêndios Zela pela preservação do meio ambiente, armazenando insumos e resíduos conforme normas de gestão ambiental.

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Funções do Operador de forno de tratamento térmico de metais

O profissional Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais deve executar processo de tratamento térmico, controlar etapas do processo, operar fornos de tratamento térmico e periféricos, participar do programa de qualidade da empresa, montar e desmontar cargas, monitorar parâmetros de processos, preparar fornos de tratamento térmico, trabalhar com segurança, demonstrar competências pessoais, inspecionar peças pós tratamento térmico.

Condições de trabalho da profissão

Trabalhadores de tratamento térmico de metais atuam principalmente na fabricação de produtos de metal, máquinas, equipamentos e veículos, instrumentos de precisão para automação industrial e equipamentos de instrumentação médico-hospitalares. São empregados com carteira assinada, trabalham geralmente em células de produção, atividades de negócio ou em grupos de trabalho, com supervisão ocasional e em rodízio de turno (diurno/noturno). Podem ficar expostos aos efeitos de materiais tóxicos, radiação, ruído intenso e altas temperaturas.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

Atividades exercidas por um Operador de forno de tratamento térmico de metais

Um Operador de forno de tratamento térmico de metais deve efetuar recozimento (isotérmico, pleno, subcrítico e cíclico), verificar pilotos e cortinas de chamas dos fornos, participar dos programas de treinamento proporcionados pela empresa, nivelar o óleo e banho de sal, realizar ensaios de torção, utilizar equipamentos de combate a incêndios, avaliar capacidade da carga e forno, propor melhorias nos processos, desenvolver parcerias com clientes e fornecedores, amarrar peças a serem tratadas em fieiras, realizar ensaios de flexão, operar com fornos de esteira simples e dupla, seguir planejamento estipulado, treinar operadores, controlar nível dos banhos (sal, desengraxante, óleos etc), efetuar recristalização, queimar fuligem no interior dos fornos (burn-out), analisar a composição dos banhos (desengraxante, banho de sal, etc), operar fornos de circulação a ar (fca), efetuar nitretação (gasosa, líquida e plasma), efetuar martêmpera, acondicionar peças conforme normas de segurança, medir profundidade de camadas tratadas, operar fornos á banhos de sais, evidenciar pré-disposição para trabalho em ambientes com altas temperaturas, preencher diário de bordo (log-book), prever situações de risco, efetuar beneficiamento, realizar ensaios de impacto, operar pontes rolantes, talhas e empilhadeiras, controlar a temperatura dos meios de resfriamento, efetuar cianetação, limpar peças antes e após tratamento térmico, por meios mecânicos ou químicos, operar máquinas com aquecimento por chamas, verificar tempo, temperatura e velocidade de resfriamento, assumir responsabilidades, seguir procedimentos de segurança, inspecionar a homogeneidade e acuidade de temperatura, efetuar normatização, efetuar têmpera (autenitização), utilizar recursos de informática, identificar materiais recebidos, conferir os parâmetros de controle do forno, realizar cementação (sólida, líquida e gasosa), seguir procedimentos normatizados (iso-9000,14000, vda), realizar endurecimento por precipitação ou envelhecimento artificial, realizar ensaios de tração, participar do levantamento de riscos de acidente, utilizar corpos de prova, evidenciar capacidade de decisão, analisar os gráficos de controle, preencher documento de fluxo de fabricação, operar periféricos (durômetros, pirômetros, máquinas de lavar, jatear etc), aquecer cargas previamente, preparar amostra para inspeção, verificar ponto de orvalho ou gás carbônico (co2), realizar ensaios de compressão, realizar austêmpera, armazenar insumos e resíduos conforme normas de segurança, separar as peças conforme identificação, manter o local de trabalho limpo, padronizado e organizado, realizar análise da atmosfera e banhos, utilizar ferramentas da qualidade na prevenção e combate de rejeições de peças, utilizar dispositivos e ferramentas corretamente, efetuar solubilização, verificar condições de vácuo, operar fornos de atmosfera gasosa, efetuar ensaios de magnateste, utilizar sistema supervisório informatizado, cumprir as metas estabelecidas pela empresa, participar no desenvolvimento de processos (plano piloto), ajustar parâmetros do processo (setup), demonstrar disponibilidade para trabalho em horários irregulares, efetuar coalescimento, desenvolver espírito de equipe, assegurar a satisfação de clientes, executar manutenção preventiva total (tpm), realizar ensaio de dureza, efetuar ensaios com partículas magnéticas, realizar tratamento subzero, interpretar folhas de operação e orientação, efetuar exame metalográfico nas peças (macro e micrografia), realizar ensaios de fadiga, manusear insumos conforme especificações do fabricante, operar com fornos contínuos, utilizar epi e epc, inspecionar as peças visualmente, atualizar-se profissionalmente, controlar a composição da atmosfera dos fornos, realizar carbonitretação, partilhar conhecimentos e informações, controlar pressão interna dos fornos, atuar de forma proativa, realizar revenimento, verificar condições de uso de equipamentos e dispositivos, realizar têmpera superficial (indução, chama e jato d´água), colocar peças no cesto ou em dispositivos, realizar ´checking-list´, realizar ensaios utilizando ultrassom, operar fornos à vácuo, interpretar desenhos, efetuar limpeza do banho, operar máquinas de aquecimento indutivo simples e cnc, inspecionar condutividade elétrica, identificar áreas de risco, realizar alívio de tensões, demarcar áreas de trabalho, realizar ensaios com raio-x, participar de palestras de segurança proporcionadas pela empresa, certificar a qualidade do produto, realizar o controle estatístico do processo (cep), efetuar ensaios com líquido penetrante, zelar pela preservação do meio ambiente, desamarrar peças das fieiras, realizar processo de descarbonetação, utilizar equipamentos periféricos corretamente, ajustar vazão de gases, realizar exame dimensional, introduzir gases, analisar a composição química dos materiais tratados, providenciar primeiros socorros.

Aumento do piso salarial e reajuste 2024 da categoria

O reajuste salarial 2024 para Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais ficou em 6.30%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2024 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Trabalhadores de tratamento térmico de metais que ficou em 6.30% para 2024.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais em 2024 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2024 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2024

O reajuste médio do vale refeição 2024 para Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais ficou em 4.50% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2024 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 38,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Trabalhadores de tratamento térmico de metais 2024

O salário de Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais mostrado aqui é resultado do levantamento de 692 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2024, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Trabalhadores de tratamento térmico de metais que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais com salários atualizados em 2024. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais CBO 723120 salário

Valor do salário na CCT 2024 de Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais em todos os estados

Dados de dissídios coletivos para Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais por estado
UF Jornada Piso Média Teto Sal/Hora Dissídio 2024 (%)
São Paulo 43h 2.577,64 2.677,54 3.778,63 12,35 4.80%
Rio Grande do Sul 43h 2.625,86 2.727,63 3.849,31 12,56 5.40%
Minas Gerais 43h 2.178,92 2.263,36 3.194,13 10,62 6.20%
Santa Catarina 44h 2.435,26 2.529,65 3.569,92 11,51 6.90%
Maranhão 44h 2.189,97 2.274,84 3.210,33 10,34 6.00%
Paraná 44h 2.257,40 2.344,89 3.309,17 10,66 5.80%
Pará 42h 2.409,92 2.503,32 3.532,76 11,87 7.30%
Sergipe 44h 1.764,15 1.832,52 2.586,11 8,33 8.10%

Fonte: Dados CAGED, PNAD e instrumentos coletivos registrados no sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego que mencionem a profissão de Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais.

Dissídio de Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais por cidade

Quanto ganha um Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais nas principais cidades

Salários segundo dados do CAGED e instrumentos coletivos registrados que citem a profissão de Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais na localidade
Cidade Carga Horária Piso Salarial Média Salarial Maior Salário Sal/Hora Dissídio 2024 (%)
São Paulo, SP 43 2.628,46 2.730,34 3.853,13 12,65 7.90%
Diadema, SP 44 2.237,34 2.324,06 3.279,78 10,56 7.80%
Mogi-Mirim, SP 40 2.340,90 2.431,63 3.431,59 12,04 7.50%
Sorocaba, SP 44 2.475,77 2.571,72 3.629,29 11,72 4.10%
São Luís, MA 44 2.189,97 2.274,84 3.210,33 10,34 7.50%
São Leopoldo, RS 44 2.533,75 2.631,95 3.714,29 11,96 5.50%
Santa Barbara D Oeste, SP 44 2.718,30 2.823,65 3.984,82 12,83 7.10%
Araraquara, SP 44 2.019,45 2.097,72 2.960,36 9,54 6.50%
Cachoeirinha, RS 44 2.598,11 2.698,80 3.808,63 12,27 6.70%
Nova Odessa, SP 44 2.378,61 2.470,80 3.486,87 11,23 5.20%
Caxias do Sul, RS 44 3.172,82 3.295,79 4.651,11 15,13 4.10%
Indaiatuba, SP 44 2.378,41 2.470,59 3.486,57 11,23 4.50%
Joinville, SC 44 2.138,58 2.221,46 3.134,99 10,10 4.60%
Imigrante, RS 44 2.082,38 2.163,08 3.052,61 9,83 5.60%
São José dos Pinhais, PR 44 2.268,42 2.356,33 3.325,33 10,71 8.10%
Carlos Barbosa, RS 44 2.848,52 2.958,92 4.175,71 13,45 4.50%
Matão, SP 44 4.119,54 4.279,20 6.038,94 19,45 4.70%
Gravatai, RS 43 2.557,08 2.656,18 3.748,48 12,49 7.60%
Itapevi, SP 44 2.203,48 2.288,88 3.230,14 10,40 4.40%
Aracaju, SE 44 1.764,15 1.832,52 2.586,11 8,33 4.40%
Timóteo, MG 40 2.463,14 2.558,60 3.610,77 12,79 7.80%

Os valores de piso salarial e porcentagem de dissídio referem-se a média observada em instrumentos coletivos registrados no sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego com abrangência na cidade ou na região e que citem a profissão de Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais. Instrumentos coletivos: Acordos, convenções ou dissídios coletivos.

Empresas que mais contratam Operador de Forno de Tratamento Térmico de Metais no Brasil

Pisos salariais por setores das empresas
Segmento Piso Média Teto Dissídio 2024 (%)
Locação de mão-de-obra temporária 2.957,41 3.072,03 4.335,35 5.50%
Fabricação de peças e acessórios para os sistemas de marcha e transmissão de veículos automotores 2.690,52 2.794,79 3.944,10 4.40%
Serviços de tratamento e revestimento em metais 2.208,01 2.293,59 3.236,78 5.20%
Montagem de estruturas metálicas 2.071,30 2.151,58 3.036,37 6.10%
Fabricação de outros produtos de metal 2.286,95 2.375,59 3.352,50 5.10%
Fabricação de outras peças e acessórios para veículos automotores não especificadas anteriormente 2.622,88 2.724,53 3.844,95 7.70%
Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral , peças e acessórios 2.742,37 2.848,65 4.020,11 5.30%
Serviços de usinagem, tornearia e solda 2.616,83 2.718,25 3.836,07 4.40%
Fabricação de luminárias e outros equipamentos de iluminação 1.789,84 1.859,21 2.623,78 4.10%
Fundição de ferro e aço 2.329,83 2.420,13 3.415,36 4.90%
Fabricação de máquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária, peças e acessórios, exceto para irrigação 3.508,37 3.644,34 5.143,01 7.10%
Fabricação de ferramentas 2.284,25 2.372,78 3.348,54 6.00%
Produção de alumínio e suas ligas em formas primárias 2.402,65 2.495,76 3.522,10 8.30%
Fabricação de produtos de trefilados de metal padronizados 2.106,84 2.188,50 3.088,48 8.00%
Fabricação de fios, cabos e condutores elétricos isolados 2.121,64 2.203,87 3.110,17 7.00%
Comércio varejista de ferragens e ferramentas 2.203,48 2.288,88 3.230,14 8.30%
Fundição de metais não-ferrosos e suas ligas 2.166,82 2.250,80 3.176,40 7.60%
Produção de laminados planos de aços especiais 2.463,14 2.558,60 3.610,77 7.00%
Fabricação de artigos de cutelaria 2.656,54 2.759,50 3.894,29 7.90%
Fabricação de máquinas-ferramenta, peças e acessórios 2.920,01 3.033,18 4.280,51 6.60%
Fonte: Contratações formais indicadas pelas empresas ao sistema Novo CAGED e convenções coletivas patronais.