O dissídio de Operador de Forno de Espera 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 822125 no cargo de Operador de Forno de Espera.

Estado com maior salário médio

Santa Catarina

R$ 2.592,15

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

Minas Gerais

62 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Mateus Leme - MG

R$ 2.003,30

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

Curitiba - PR

36 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Fabricação de Peças e Acessórios para O Sistema Motor de Veículos Automotores

R$ 2.488,00

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Fabricação de Peças e Acessórios para O Sistema Motor de Veículos Automotores

37 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Operador de Forno de Espera realiza fundição de alumínio, de outros metais não ferrosos e de ligas metálicas não ferrosas em forno de revérbero, carregando o forno com o metal a fundir, monitorando o funcionamento do forno, acionando o sistema de aquecimento e de resfriamento, e ajustando a composição química de ligas metálicas Desgaseifica e escorifica o metal fundido.

Coleta amostras de material para análises laboratoriais, avalia resultados e, se necessário, corrige o teor de elementos químicos Realiza o escoamento do metal fundido, solidificando-o em formas Elabora relatórios técnicos e registra ocorrências técnicas e operacionais em meio físico ou digital.

Executa processo de preparação do forno para manutenção Cumpre normas e procedimentos técnicos, normas de qualidade e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de prevenção contra incêndios e de preservação ambiental

O que faz um Operador de Forno de Espera

O Operador de Forno de Espera prepara o forno para fundição de alumínio, de outros metais não ferrosos e de ligas metálicas não ferrosas, estabelecendo a sequência de operações e definindo a temperatura de fusão Prepara as ferramentas e verifica as condições de funcionamento de equipamentos e acessórios.

Aquece recipientes de transporte de metal, calafeta as calhas de vazamento e aplica desmoldantes em calhas e bacias de vazamento.

Carrega o forno com o metal a fundir, inspecionando, selecionando e preparando a carga Controla a quantidade de carga.

Alimenta o forno, distribuindo a carga no seu interior Utiliza equipamentos de movimentação de carga para carregar o forno.

Realiza a fundição de alumínio, de outros metais não ferrosos e de ligas metálicas não ferrosas, monitorando o funcionamento do forno, acionando o sistema de aquecimento e de resfriamento, verificando as condições físico-químicas da carga, e ajustando a potência de fusão.

Retira escória do forno e limpa o sistema de exaustão, a calha de vazamento do metal fundido e as escórias das bicas Abre orifícios de escoamento de metal líquido.

Transfere a carga entre fornos.

Ajusta a composição química de ligas metálicas, selecionando elementos de ligas, adicionando ligas ao metal líquido, homogeneizando o metal, e completando a carga de metal no forno Desgaseifica e escorifica o metal fundido Controla a temperatura dos metais.

Coleta amostras de material para análises laboratoriais, avalia os resultados de análises de composição química do metal e, se necessário, corrige o teor de elementos químicos Realiza o escoamento do metal fundido, desobstruindo as calhas, extraindo o metal do forno, escumando e filtrando o metal Faz basculamento do forno.

Aplica refinador de grãos no metal Solidifica o metal em formas.

Registra ocorrências técnicas e operacionais - em meio físico ou digital -, detalhando consumo de insumos, produção diária, e paradas de equipamentos e de máquinas Registra dados do processo, como temperatura e dimensões do metal e dos produtos tratados Registra os resultados de testes e ensaios de caracterizações física, química e metalográfica dos produtos tratados.

Requisita materiais de consumo Elabora relatórios técnicos Prepara o forno para manutenção, desligando-o, resfriando-o, e retirando a camada refratária e os acessórios elétricos e mecânicos.

Analisa o histórico de funcionamento do forno Repara o revestimento refratário ou realiza o revestimento com material refratário novo Limpa os queimadores.

Resfria e limpa os recipientes de transporte de metal Mantém o ambiente de trabalho limpo e organizado Presta apoio à política de preservação ambiental, reaproveitando materiais e descartando resíduos conforme procedimentos adotados pela empresa Trabalha com segurança, acionando sistemas de segurança de equipamentos e utilizando equipamentos de proteção individual e coletiva Participa de ações de prevenção de acidentes propostas pela empresa.

Identifica condições e atos inseguros, relatando-os aos membros da CIPA-Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Manuseia equipamentos de combate a incêndio Identifica necessidade de substituição de equipamentos de proteção e verifica a validade e as condições de equipamentos de combate a incêndio Providencia primeiros socorros.

Funções do Operador de Forno de Espera

O profissional Operador de Forno de Espera deve preparar fornos para manutenção, registrar ocorrências técnicas e operacionais, carregar fornos com materiais, preparar fornos para operação, demonstrar competências pessoais, realizar vazamento de metal, ajustar composição química de ligas metálicas, trabalhar com segurança, realizar fundição e tratamento térmico de metais e ligas.

Condições de trabalho da profissão

Forneiros metalúrgicos (segunda fusão e reaquecimento) profissionais nessa família CBO, exercem o cargo na fabricação de produtos de metal, de siderurgia e de máquinas e equipamentos como empregados com carteira assinada. Organizam-se em grupos de trabalho, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e no sistema de rodízio de turnos (diurno/noturno). Podem permanecer em posições desconfortáveis durante longos períodos e expostos à ação de materiais tóxicos, radiação, ruído intenso, altas temperaturas, riscos de explosões e riscos de lesões cutâneas causadas por respingos de materiais.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

Formação e experiência para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional de duzentas a quatrocentas horas-aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional.

Atividades exercidas por um Operador de Forno de Espera

Um Operador de Forno de Espera deve controlar tempo e temperatura de tratamento térmico da carga, respeitar normas de preservação ambiental, inspecionar sucata e matéria-prima, resfriar fornos, selecionar cargas, filtrar metal, solidificar metal em fôrmas, alimentar fornos, registrar produção diária, verificar validade e condições de equipamentos de combate a incêndio, aquecer recipientes de transporte de metal, limpar escórias das bicas, respeitar normas e procedimentos de segurança, desligar fornos, demonstrar capacidade de avaliação, manter pontualidade e assiduidade na troca de turnos, controlar quantidade de carga, elaborar relatórios técnicos, retirar escória de fornos, acionar sistema de aquecimento e resfriamento, coletar amostras de material para análise laboratorial, calafetar calhas de vazamento, abrir orifícios de escoamento de metal líquido, limpar queimadores, homogeneizar metal, monitorar funcionamento de fornos, relacionar-se com outras pessoas, escumar metal, preparar cargas, transportar cargas, com equipamentos, registrar paradas de equipamentos e de máquinas, verificar condições físico-químicas da carga, transferir cargas entre fornos, analisar funcionamento de fornos, relatar atos e condições inseguras aos membros da cipa, corrigir teor de elementos químicos, selecionar elementos de ligas, manter o local de trabalho limpo e organizado, verificar condições de funcionamento de equipamentos e acessórios, registrar dimensões do metal e do produto, tomar decisões, escorificar metal, avaliar resultados de análises de composição química do metal, utilizar equipamentos de proteção individual e coletiva, adicionar ligas ao metal líquido, revestir fornos com material refratário, esgotar lastros de fornos, completar carga de metal do forno, registrar resultados de testes e ensaios, bascular fornos, demonstrar resistência física a altas temperaturas, manusear equipamentos de combate a incêndio, retirar acessórios elétricos e mecânicos, desgaseificar metal, limpar recipientes de transporte de metal, monitorar sistema de aquecimento e resfriamento, registrar consumo de materiais e insumos, resfriar recipientes de transporte de metal, compartilhar conhecimentos e informações, definir temperatura para tratamento térmico e fusão, preparar ferramentas, controlar temperatura de metais, aplicar desmoldantes em calhas e bacias de vazamento, participar de ações de prevenção de acidentes propostas pela empresa, esgotar metal do forno, retirar camada refratária de fornos, autocontrolar-se, aplicar refinador de grãos no metal, extrair metal do forno, acionar sistemas de segurança de equipamentos, trabalhar em equipe, reparar revestimentos refratários, identificar atos e condições inseguras, identificar necessidade de substituição de equipamentos de proteção, desobstruir calhas, aquecer ferramentas, registrar temperatura do metal e do produto, agir com criatividade, respeitar áreas de risco, ajustar potência de fusão de fornos, distribuir a carga no forno, requisitar materiais de consumo, limpar calhas de vazamento, definir sequência de operação, providenciar primeiros socorros, limpar sistema de exaustão de fornos.

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Operador de Forno de Espera ficou em 6.00%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Operador de Forno de Espera e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Forneiros metalúrgicos (segunda fusão e reaquecimento) que ficou em 6.00% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Operador de Forno de Espera em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Operador de Forno de Espera ficou em 6.10% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 31,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Forneiros metalúrgicos (segunda fusão e reaquecimento) 2026

O salário de Operador de Forno de Espera mostrado aqui é resultado do levantamento de 165 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Forneiros metalúrgicos (segunda fusão e reaquecimento) que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Operador de Forno de Espera com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Operador de Forno de Espera CBO 822125 salário