O dissídio de Mestre de Forno Elétrico 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 820120 no cargo de Mestre de Forno Elétrico.

Estado com maior salário médio

Minas Gerais

R$ 3.064,94

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

Minas Gerais

17 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

João Monlevade - MG

11 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Montagem e Desmontagem de Andaimes e Outras Estruturas Temporárias

10 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Mestre de Forno Elétrico supervisiona atividades de processos siderúrgicos com fornos elétricos, para produção de variados tipos de aço-liga Elabora documentação técnica e operacional dos processos, controla recursos para a produção siderúrgica e administra metas e resultados da produção.

Exerce o controle dos processos e garante a qualidade do aço-liga Pode utilizar recursos tecnológicos de automação, sistemas de controle centralizado de operações, sistemas de inteligência artificial, softwares de diagnóstico e de correção de erros Supervisiona equipes de trabalho, avaliando desempenho e promovendo programas de treinamento.

Cumpre normas técnicas, normas de qualidade e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de prevenção contra incêndios e de preservação ambiental

O que faz um Mestre de Forno Elétrico

O Mestre de Forno Elétrico planeja atividades dos processos siderúrgicos com fornos elétricos - equipamentos utilizados para produzir variados tipos de aço-liga -, controlando recursos Programa suprimentos e insumos – metálicos e não metálicos, dimensiona equipes de trabalho, define equipamentos para atingir a produtividade esperada e organiza arranjo físico em função do programa de produção.

Controla estoques, garantindo o suprimento de insumos e matérias-primas.

Controla disponibilidade de máquinas, equipamentos e instrumentos Organiza as operações de customização na produção, alocando os recursos necessários para atender necessidades específicas de clientes, tais como requisitos de qualidade, composição dos produtos, tamanho e lotes.

Administra metas e resultados da produção de aço-liga, analisando pedidos e ordens de serviço, dimensionando capacidade de produção, negociando metas e definindo métodos e processos de produção Analisa viabilidade de produção de um novo produto.

Participa do planejamento do orçamento anual por área.

Analisa e controla os custos da produção Interpreta parâmetros de produção, analisa relatórios e registros e controla o volume da produção.

Define itens de controle dos processos siderúrgicos com fornos elétricos, monitora pontos críticos da produção e analisa causas de não conformidades.

Controla processos de produção de aço-liga, determinando padrões, elaborando programação e garantindo recursos para escoamento e continuidade da produção Orienta fluxo e movimentação de materiais e identifica falhas de produção Supervisiona serviços terceirizados na produção siderúrgica em fornos elétricos.

Pode utilizar recursos tecnológicos de automação e controle de processos Pode utilizar sistemas de controle centralizado de operações, sistemas de inteligência artificial, softwares de diagnóstico e de correção de erros Monitora padrões de qualidade do processo e implementa ações preventivas e corretivas.

Promove melhorias de produtos e de processos, incorporando novos materiais e adaptando os processos de produção às inovações tecnológicas Garante a qualidade dos produtos siderúrgicos dos processos com fornos elétricos, selecionando matéria-prima e insumo – conforme produto a ser fabricado – e preparando as equipes de trabalho para utilização das ferramentas da qualidade aplicadas aos processos produtivos.

Inspeciona a qualidade físico-química dos produtos Identifica defeitos nos produtos Avalia índice de produtos não conformes, controla índice de refugos e monitora a identificação dos produtos.

Define ajustes dos equipamentos, em função dos resultados dos indicadores da qualidade Coordena equipes de trabalho, selecionando pessoal, distribuindo atividades e orientando a execução dos processos siderúrgicos com fornos elétricos Supervisiona o trabalho, avaliando o desempenho profissional dos membros das equipes e identificando necessidades de treinamento.

Realiza programas de treinamento para as equipes de trabalho Elabora documentação técnica e operacional dos processos siderúrgicos com fornos elétricos, coletando dados dos processos, estruturando as informações e redigindo textos técnicos Elabora documentos diversificados, tais como relatórios, cronogramas e requisições de material.

Emite pareceres técnicos de produtos, processos e equipamentos Programa e monitora a execução da manutenção de máquinas e equipamentos Define ajustes dos equipamentos – em função da produção – e realiza testes Monitora a limpeza e a organização do local de trabalho Controla o cumprimento das normas de segurança do trabalho, realizando a análise de risco, simulando emergências e monitorando o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI).

Controla o cumprimento das normas ambientais e solicita a inspeção em equipamentos de controle ambiental Implementa conceitos de eficiência energética e promove a utilização de fontes alternativas de energia, tendo em vista o desenvolvimento sustentável na siderurgia.

Funções do Mestre de Forno Elétrico

O profissional Mestre de Forno Elétrico deve garantir qualidade dos produtos siderúrgicos, elaborar documentação técnica e operacional dos processos siderúrgicos, demonstrar competências pessoais, controlar recursos para produção siderúrgica, supervisionar equipe de trabalho dos processos siderúrgicos, administrar metas e resultados da produção siderúrgica, controlar processos de produção siderúrgica, controlar o cumprimento das normas de segurança do trabalho e meio ambiente.

Condições de trabalho da profissão

Supervisores de produção em indústrias siderúrgicas os cargos dessa família CBO trabalham em empresas de siderurgia, metalurgia, fabricação de produtos de metal e, também, de reciclagem. Exercem a profissão na condição de trabalhadores assalariados, com carteira assinada. Atuam sem supervisão, em ambientes fechados e a céu aberto, sendo o horário de trabalho em sistema de rodízio de turnos, que podem ocorrer em períodos diurnos e noturnos. Algumas atividades são realizadas em condições especiais, em situação de estresse e em grandes alturas. Podem, ainda, estar sujeitos à ação de materiais tóxicos, radiação, ruído intenso e altas temperaturas.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

Essas ocupações são exercidas por profissionais com escolaridade de ensino médio concluído e cursos técnicos em siderurgia e em áreas correlatas. O exercício pleno da função se dá no período de um a dois anos de experiência profissional.

Atividades exercidas por um Mestre de Forno Elétrico

Um Mestre de Forno Elétrico deve demonstrar autocontrole, definir ajustes dos equipamentos, em função da qualidade, analisar pedidos e ordens de serviço, elaborar materiais para apresentações, determinar padrões de produção, trabalhar de forma eficiente, identificar necessidade de treinamento, definir métodos e processos de produção, controlar disponibilidade de máquinas, equipamentos e instrumentos, controlar frequência dos trabalhadores, dimensionar equipe de trabalho, elaborar material didático, fornecer dados para elaboração de manuais e procedimentos, promover melhorias de produtos e processos, demonstrar dinamismo, demonstrar auto-organização, orientar fluxo e movimentação de materiais, programar produção, comunicar-se, elaborar relatórios, controlar estoques de insumos, suprimentos e produtos, demonstrar pontualidade, relacionar-se com outras pessoas, investigar causas de acidentes, incidentes e aspectos ambientais, liderar equipe, identificar defeitos nos produtos, interpretar parâmetros de produção, controlar os custos da produção, elaborar padrões operacionais, monitorar padrões de qualidade do processo, organizar arranjo físico, em função do programa de produção, atuar com disciplina, garantir o suprimento de insumos e matérias-primas, inspecionar condições de uso dos epi, controlar características físico-químicas dos produtos, simular situações de emergência, demonstrar raciocínio lógico, selecionar matéria-prima e insumo, conforme produto a ser fabricado, fazer análise de risco, registrar acidentes, incidentes e aspectos ambientais, avaliar desempenho profissional, alterar programação de produção, analisar custos da produção, controlar índice de refugos, raciocinar com rapidez, demonstrar capacidade de persuasão, avaliar índice de produtos não-conformes, programar folgas e férias, definir equipamentos, em função da produtividade, garantir recursos para escoamento e continuidade da produção, garantir operação dos equipamentos, demonstrar flexibilidade, treinar equipe de trabalho, agir com iniciativa, monitorar o uso dos equipamentos de proteção individual (epi), implementar ações preventivas e corretivas, programar suprimentos e insumos metálicos e não-metálicos, analisar viabilidade de produção de um novo produto, dimensionar capacidade de produção, solicitar a inspeção em equipamentos de controle ambiental, demonstrar capacidade de motivação, controlar resíduos e desperdícios, inspecionar qualidade físico-químicas dos produtos, manter a área de trabalho limpa e organizada, elaborar cronogramas, distribuir atividades de trabalho, negociar metas de produção, definir ajustes dos equipamentos, em função da produção, monitorar o cumprimento do exame periódico, selecionar pessoal, analisar relatórios e registros da produção, planejar o orçamento anual, por área, definir itens de controle dos processos siderúrgicos, promover reuniões, agir com senso de justiça, monitorar manutenção de máquinas e equipamentos, emitir pareceres técnicos de produtos, processos e equipamentos, orientar a equipe de trabalho, implementar ações contra agressão ao meio ambiente, controlar o volume da produção, monitorar a identificação dos produtos, monitorar cumprimento das normas administrativas da empresa, comunicar-se com fluência verbal, demonstrar fidelidade, elaborar requisições de material, testar equipamentos, supervisionar serviços terceirizados, monitorar parâmetros ambientais e de segurança, programar manutenção de máquinas e equipamentos, revisar padrões operacionais, identificar falhas de produção, elaborar recursos didáticos, monitorar pontos críticos da produção, analisar causas e não-conformidades, demonstrar capacidade de raciocínio analógico, demonstrar predisposição para solicitações (disponibilidade).

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Mestre de Forno Elétrico ficou em 5.00%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Mestre de Forno Elétrico e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Supervisores de produção em indústrias siderúrgicas que ficou em 5.00% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Mestre de Forno Elétrico em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Mestre de Forno Elétrico ficou em 5.60% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 40,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Supervisores de produção em indústrias siderúrgicas 2026

O salário de Mestre de Forno Elétrico mostrado aqui é resultado do levantamento de 24 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Supervisores de produção em indústrias siderúrgicas que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Mestre de Forno Elétrico com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Mestre de Forno Elétrico CBO 820120 salário