O dissídio de Forneiro de Tratamento Térmico de Metais 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 723120 no cargo de Forneiro de Tratamento Térmico de Metais.
Estado com maior salário médio
Minas Gerais
R$ 3.068,97
(últimos 12 meses)Estado que mais contrata
São Paulo
491 admissões
(últimos 12 meses)Cidade com maior salário médio
Juruti - PA
R$ 2.467,30
(últimos 12 meses)Cidade que mais contrata
São Paulo - SP
83 admissões
(últimos 12 meses)Setor com maior salário médio
Fabricação de Máquinas e Equipamentos para a Agricultura e Pecuária, Peças e Acessórios
R$ 4.103,14
(últimos 12 meses)Setor com mais contratações
Locação de Mão-De-Obra Temporária
98 admissões
(últimos 12 meses)Descrição sumária do cargo
O colaborador no cargo de Forneiro de Tratamento Térmico de Metais opera fornos - de variados tipos - e seus equipamentos auxiliares, para executar processos diversificados de tratamento térmico de metais Prepara os fornos, ajustando parâmetros do processo.
Monta e desmonta carga para o processo, avaliando a capacidade dos fornos Monitora parâmetros e controla as etapas do processo Inspeciona peças tratadas.
Atua de acordo com diretrizes para sistemas de tratamento térmico, programas da qualidade e outras convenções adotadas pela empresa Executa procedimentos de manutenção integrada à produção Cumpre normas técnicas e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de prevenção contra incêndios e de preservação ambiental.
O que faz um Forneiro de Tratamento Térmico de Metais
O Forneiro de Tratamento Térmico de Metais prepara os fornos de tratamento térmico para utilização, ajustando parâmetros do processo e inspecionando homogeneidade e acuidade de temperatura Introduz gases, nivela o óleo e o banho de sal e realiza a análise de atmosfera e banhos, de acordo com requisitos do processo.
Monta cargas de peças a serem tratadas nos fornos, interpretando instruções de trabalho, identificando materiais recebidos, separando as peças conforme identificação e inspecionando as peças visualmente.
Limpa as peças – antes e após a passagem pelo forno, por meio de processos mecânicos ou químicos Avalia a capacidade de carga do forno.
Amarra as peças a serem tratadas em fieiras e as coloca em cesto ou dispositivo análogo Realiza o preaquecimento das cargas.
Desmonta as cargas, desamarrando peças das fieiras.
Na montagem e na desmontagem das cargas, pode operar pontes rolantes, talhas e empilhadeiras Opera fornos de variados tipos e seus equipamentos auxiliares, para executar processos diversificados de tratamento térmico de metais.
Aquece progressivamente o forno e controla o andamento do processo, efetuando os ajustes necessários e verificando o tempo de aquecimento da peça.
Resfria as peças metálicas, diminuindo gradativamente a temperatura do forno Retira as peças, colocando-as em contato com o ar ou imergindo-as em banho com solução apropriada, para dar-lhes a dureza e a resistência necessárias e/ou reduzir as tensões internas provocadas pelo aquecimento De acordo com o processo de tratamento térmico utilizado na produção, opera fornos de circulação a ar (FCA), fornos de esteira simples e dupla, fornos contínuos, fornos a banho de sais, fornos de atmosfera gasosa, e fornos a vácuo.
Opera fornos com aquecimento por chamas e fornos de aquecimento indutivo simples e com comando numérico computadorizado (CNC) Opera equipamentos auxiliares, tais como durômetros, pirômetros, máquinas de lavar e de jatear, entre outros Executa processos diversificados de tratamento térmico, como revenimento, normalização e têmpera, entre outros.
Pode realizar processos termoquímicos de tratamento Efetua recozimentos de tipo isotérmico, pleno, subcrítico ou cíclico.
Monitora parâmetros do processo, utilizando sistemas supervisórios informatizados e analisando gráficos de controle Verifica pilotos e cortinas de chamas dos fornos, ponto de orvalho ou gás carbônico, condições de vácuo, tempo, temperatura e velocidade de resfriamento Utiliza corpos de prova para ajuste de parâmetros.
Controla etapas do processo, utilizando ferramentas - como controle estatístico de processo (CEP) - e preenchendo documentos – físicos e eletrônicos – do fluxo de produção Faz a análise da composição dos banhos Controla níveis dos banhos, temperatura dos meios de resfriamento, pressão interna dos fornos e composição de suas atmosferas.
Pode operar fornos, seus equipamentos auxiliares e sistemas de tratamento térmico com recursos de automação, controle centralizado das operações, softwares de diagnóstico e acesso a mecanismos de correção de erros Inspeciona peças tratadas, preparando amostras para análise e ensaios e realizando o controle dimensional Interpreta e analisa dados de ensaios – mecânicos, metalográficos e de outros tipos, para promover ajustes em parâmetros operacionais dos fornos.
Atua de acordo com diretrizes para sistemas de tratamento térmico, programas da qualidade e outras convenções adotadas para o processo produtivo da empresa Executa procedimentos de manutenção integrada ao processo produtivo, de acordo com as convenções da metodologia TPM-Manutenção Produtiva Total (Total Productive Maintenance) Participa do desenvolvimento de parcerias com clientes e fornecedores Trabalha com segurança, utilizando equipamentos de proteção individual e coletiva, seguindo procedimentos de segurança e atuando na prevenção e no combate a incêndios Zela pela preservação do meio ambiente, armazenando insumos e resíduos conforme normas de gestão ambiental.
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Funções do Forneiro de Tratamento Térmico de Metais
O profissional Forneiro de Tratamento Térmico de Metais deve preparar fornos de tratamento térmico, montar e desmontar cargas, participar do programa de qualidade da empresa, controlar etapas do processo, monitorar parâmetros de processos, executar processo de tratamento térmico, trabalhar com segurança, demonstrar competências pessoais, operar fornos de tratamento térmico e periféricos, inspecionar peças pós tratamento térmico.
Condições de trabalho da profissão
Trabalhadores de tratamento térmico de metais atuam principalmente na fabricação de produtos de metal, máquinas, equipamentos e veículos, instrumentos de precisão para automação industrial e equipamentos de instrumentação médico-hospitalares. São empregados com carteira assinada, trabalham geralmente em células de produção, atividades de negócio ou em grupos de trabalho, com supervisão ocasional e em rodízio de turno (diurno/noturno). Podem ficar expostos aos efeitos de materiais tóxicos, radiação, ruído intenso e altas temperaturas.
Exigências do mercado de trabalho para a profissão
Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio concluído e curso básico de qualificação profissional com até duzentas horas-aula. O exercício pleno das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional.
Atividades exercidas por um Forneiro de Tratamento Térmico de Metais
Um Forneiro de Tratamento Térmico de Metais deve nivelar o óleo e banho de sal, preencher documento de fluxo de fabricação, utilizar equipamentos periféricos corretamente, avaliar capacidade da carga e forno, operar periféricos (durômetros, pirômetros, máquinas de lavar, jatear etc), controlar a composição da atmosfera dos fornos, limpar peças antes e após tratamento térmico, por meios mecânicos ou químicos, analisar os gráficos de controle, utilizar corpos de prova, conferir os parâmetros de controle do forno, realizar ensaios com raio-x, realizar cementação (sólida, líquida e gasosa), analisar a composição dos banhos (desengraxante, banho de sal, etc), colocar peças no cesto ou em dispositivos, realizar ensaios de flexão, efetuar coalescimento, efetuar normatização, ajustar vazão de gases, efetuar recozimento (isotérmico, pleno, subcrítico e cíclico), interpretar folhas de operação e orientação, realizar processo de descarbonetação, preparar amostra para inspeção, efetuar nitretação (gasosa, líquida e plasma), realizar têmpera superficial (indução, chama e jato d´água), efetuar solubilização, utilizar recursos de informática, realizar ensaios utilizando ultrassom, identificar materiais recebidos, efetuar beneficiamento, atuar de forma proativa, prever situações de risco, treinar operadores, participar do levantamento de riscos de acidente, ajustar parâmetros do processo (setup), realizar austêmpera, operar fornos à vácuo, manter o local de trabalho limpo, padronizado e organizado, realizar ensaio de dureza, efetuar recristalização, realizar ensaios de torção, seguir planejamento estipulado, providenciar primeiros socorros, utilizar sistema supervisório informatizado, controlar pressão interna dos fornos, participar de palestras de segurança proporcionadas pela empresa, efetuar ensaios com líquido penetrante, verificar tempo, temperatura e velocidade de resfriamento, zelar pela preservação do meio ambiente, assegurar a satisfação de clientes, utilizar epi e epc, executar manutenção preventiva total (tpm), realizar ensaios de compressão, utilizar ferramentas da qualidade na prevenção e combate de rejeições de peças, verificar ponto de orvalho ou gás carbônico (co2), demarcar áreas de trabalho, utilizar equipamentos de combate a incêndios, inspecionar a homogeneidade e acuidade de temperatura, operar máquinas com aquecimento por chamas, armazenar insumos e resíduos conforme normas de segurança, assumir responsabilidades, desenvolver parcerias com clientes e fornecedores, realizar tratamento subzero, medir profundidade de camadas tratadas, desamarrar peças das fieiras, verificar condições de vácuo, efetuar limpeza do banho, realizar exame dimensional, manusear insumos conforme especificações do fabricante, operar fornos de atmosfera gasosa, operar com fornos de esteira simples e dupla, efetuar cianetação, inspecionar as peças visualmente, participar dos programas de treinamento proporcionados pela empresa, propor melhorias nos processos, operar com fornos contínuos, realizar carbonitretação, realizar endurecimento por precipitação ou envelhecimento artificial, verificar pilotos e cortinas de chamas dos fornos, preencher diário de bordo (log-book), amarrar peças a serem tratadas em fieiras, seguir procedimentos normatizados (iso-9000,14000, vda), acondicionar peças conforme normas de segurança, interpretar desenhos, evidenciar pré-disposição para trabalho em ambientes com altas temperaturas, introduzir gases, verificar condições de uso de equipamentos e dispositivos, cumprir as metas estabelecidas pela empresa, atualizar-se profissionalmente, efetuar ensaios de magnateste, identificar áreas de risco, operar pontes rolantes, talhas e empilhadeiras, inspecionar condutividade elétrica, separar as peças conforme identificação, controlar a temperatura dos meios de resfriamento, realizar revenimento, efetuar exame metalográfico nas peças (macro e micrografia), partilhar conhecimentos e informações, operar fornos de circulação a ar (fca), realizar ensaios de tração, utilizar dispositivos e ferramentas corretamente, realizar ensaios de fadiga, operar máquinas de aquecimento indutivo simples e cnc, evidenciar capacidade de decisão, realizar o controle estatístico do processo (cep), participar no desenvolvimento de processos (plano piloto), efetuar martêmpera, realizar análise da atmosfera e banhos, demonstrar disponibilidade para trabalho em horários irregulares, realizar ensaios de impacto, desenvolver espírito de equipe, efetuar têmpera (autenitização), realizar alívio de tensões, controlar nível dos banhos (sal, desengraxante, óleos etc), seguir procedimentos de segurança, certificar a qualidade do produto, analisar a composição química dos materiais tratados, efetuar ensaios com partículas magnéticas, aquecer cargas previamente, queimar fuligem no interior dos fornos (burn-out), realizar ´checking-list´, operar fornos á banhos de sais.
Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria
O reajuste salarial 2026 para Forneiro de Tratamento Térmico de Metais ficou em 4.70%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Forneiro de Tratamento Térmico de Metais e os sindicatos patronais.
Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Trabalhadores de tratamento térmico de metais que ficou em 4.70% para 2026.
Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Forneiro de Tratamento Térmico de Metais em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.
Reajuste e valor do vale refeição 2026
O reajuste médio do vale refeição 2026 para Forneiro de Tratamento Térmico de Metais ficou em 6.10% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.
Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 29,00 por dia efetivamente trabalhado.
Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Trabalhadores de tratamento térmico de metais 2026
O salário de Forneiro de Tratamento Térmico de Metais mostrado aqui é resultado do levantamento de 795 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Trabalhadores de tratamento térmico de metais que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.
Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Forneiro de Tratamento Térmico de Metais com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira: