O dissídio de Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 612120 no cargo de Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras.

Estado com maior salário médio

Minas Gerais

R$ 2.014,58

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

46 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Joaquim Nabuco - PE

R$ 1.507,82

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

São José do Rio Pardo - SP

25 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Criação de Frangos para Corte

R$ 1.749,76

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Criação de Frangos para Corte

42 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras produz gramíneas forrageiras – tais como capim-elefante, azevém e grama-estrela -, planejando o cultivo de acordo com recursos disponíveis, condicionando solo para plantio, selecionando sementes, irrigando, fertilizando e adubando solo, controlando plantas invasoras, pragas e doenças, providenciando colheita, pós-colheita, transporte e armazenagem, e comercializando a produção Gerencia as atividades, adquirindo insumos, adequando infraestrutura e garantindo transporte para escoamento da produção.

Supervisiona equipes de trabalho, distribuindo tarefas e avaliando desempenho Mantém-se atualizado, aplicando novas tecnologias de produção Cumpre legislação agrícola, normas técnicas e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de combate a incêndio e de preservação ambiental.

O que faz um Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras

O Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras planeja o plantio de capim-elefante, azevém, milheto, grama-estrela ou outras espécies de gramíneas forrageiras, projetando o cultivo conforme condições edafoclimáticas, disponibilidade de recursos hídricos e de infraestrutura, e logística de acesso e escoamento da produção Dimensiona o sistema produtivo, define a área e estima os recursos humanos e materiais necessários.

Avalia riscos climáticos e de mercado.

Considera a adoção de sistemas de cultivo tradicionais ou manuais, semimecanizados, ou mecanizados, podendo fazer uso, inclusive, de máquinas automatizadas Define a adoção de cultivo combinado com outras plantas, em sistema de rotação de culturas.

Estabelece meta e orça custos de produção Coleta amostras do solo para análises laboratoriais.

a partir dos resultados, realiza correção e proteção do solo, define fórmulas de adubação e seleciona o método de fertilização.

Orienta trabalhadores quanto à aplicação de adubos e fertilizantes Pode aproveitar material orgânico já existente no terreno, como cobertura morta.

Prepara o terreno para o plantio, drenando, dessecando, arando, gradeando e descompactando o solo para semeadura e abertura de covas e sulcos.

Prepara quadras, canteiros, terraços, pastagens ou campos de cultivo de forrageiras, fazendo integração com canais e sistemas de irrigação e drenagem, tais como aspersores e sistemas de captação de chuvas e de recursos hídricos locais Seleciona sementes, tratando-as contra fungos e pragas Regula semeadora de acordo com espaçamento, profundidade e densidade de grãos.

Distribui sementes no solo Acompanha o desenvolvimento da plantação de gramíneas forrageiras Pode utilizar adubos foliares e técnicas híbridas de fertilização.

Providencia o tratamento contra fungos, animais invasores, doenças e pragas do cultivo Inspeciona índices de infestação e define momento e forma de intervenção para controle.

Pode pulverizar agrotóxicos e/ou produtos biológicos Determina o ponto de colheita Corta e colhe gramíneas forrageiras – folhas, grãos, colmos e outras partes -, usando método de colheita manual, semimecanizado ou mecanizado.

Regula a máquina colhedora No final da colheita, afere as perdas Na etapa de pós-colheita, verifica teor de umidade de grãos e providencia processos de secagem.

Classifica, pesa e acondiciona os grãos Amarra e ensaca folhas verdes Faz uso de sistemas de ensilamento semimecanizado ou automatizado das plantas forrageiras.

Faz controle de qualidade da produção Transporta a produção para galpões, armazéns ou sistemas de silagem, controlando o estoque Monitora e combate a presença de animais roedores, durante a armazenagem Pode direcionar produção para alimentação animal, em sistema de cultivo combinado com pecuária Comercializa produção, pesquisando preços de mercado, contactando clientes, vendendo e entregando a produção comercializada.

Mantém comunicação com clientes, fornecedores e outros produtores Gerencia as atividades de produção, adquirindo insumos, adequando a infraestrutura e disponibilizando transporte para escoamento da produção Providencia as documentações legais e a regularização do empreendimento Promove, incentiva e executa práticas para mitigação de danos ambientais, como reflorestamento de áreas degradadas Mantém-se atualizado em relação às novas tecnologias aplicadas no setor agrícola, tais como utilização de programas informatizados de planejamento e controle da produção, uso de recursos de georreferenciamento, entre outras Supervisiona atividades das equipes, distribuindo tarefas e avaliando o desempenho dos trabalhadores Proporciona programas de treinamento às equipes de trabalho Avalia a necessidade de benfeitorias nas instalações rurais Providencia a manutenção de veículos, máquinas, equipamentos e implementos Consulta assistência técnica sobre melhorias para o processo de produção Monitora limpeza, higiene e organização nos locais de trabalho, em especial nas áreas de ensacamento da produção e armazenagem.

Funções do Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras

O profissional Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras deve colher grãos, colmos e plantas, manejar plantas invasoras, pragas e doenças em lavoura, administrar produção, armazenar produção, demonstrar competências pessoais, comercializar produção, condicionar solo para plantio, fertilizar solos, plantar grãos e colmos, irrigar solo.

Condições de trabalho da profissão

Produtores agrícolas na cultura de gramíneas o trabalho é exercido em fazendas e agroindústrias de médio e grande porte, por proprietários de fazendas ou familiares de ambos os sexos que trabalham, em forma de contrato de parcerias, para cooperativas e/ou independentemente, comercializando sua própria produção, cada vez mais associada à agroindústria. O trabalho é exercido a céu aberto, em horários variados, com exposição a variações climáticas e a riscos de acidentes na manipulação de insumos e operação de equipamentos.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

O acesso ao trabalho é livre, sem exigência de escolaridade ou formação profissional. As cooperativas de produtores ministram vários tipos de treinamentos a seus cooperados.

Atividades exercidas por um Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras

Um Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras deve arar solo, destorroar solo, avaliar riscos climáticos, regular máquina colhedora, providenciar manutenção de máquinas, implementos e benfeitorias, entusiasmar-se com as atividades, gerenciar trabalhadores, incorporar matéria orgânica em solo, estabelecer metas e fins de produção, selecionar sementes, planejar atividades de produção, expurgar pragas de grãos, dimensionar áreas de plantio, adquirir insumos para produção, dessecar plantas de cobertura e invasoras de solo, controlar estoque, armazenar fenos, secar grãos, definir fórmula de adubos e/ou fertilizantes, gerenciar fluxo de caixa, manifestar persistência, calibrar aparelho pulverizador, providenciar documentações legais, definir momento e forma de intervenção para controle, descompactar solo, instalar infraestrutura de drenagem, retirar amostra de solo para análise laboratorial, nivelar solo, entregar produtos comercializados, definir métodos de fertilização, cortar plantas, captar água, pulverizar agrotóxicos e/ou produtos biológicos, acondicionar grãos, supervisionar atividades de trabalho, pesquisar preços de mercado, controlar presença de animais roedores, construir terraços em solo, verificar teor de umidade de grãos, distribuir sementes e toletes em solo, regular semeadora de acordo com espaçamento, profundidade e densidade de grãos, cobrar pagamentos, peneirar grãos, negociar compra e venda de produtos e equipamentos, semear coberturas de solo, eliminar restos culturais (palhas secas), contatar clientes, liderar equipe, determinar ponto de colheita, espalhar restos culturais (palhas secas), manifestar iniciativa, gerenciar transporte interno e externo de insumos e trabalhadores, aplicar calcário para correção de acidez de solo, capinar terreno, consultar assistência técnica, inspecionar índices de infestação, trilhar grãos, aplicar adubação foliar, ensilar plantas, edificar benfeitorias, limpar canais de irrigação e drenagem, pesar grãos, colmos e plantas, aferir perdas de grãos, orçar custos de produção, reflorestar áreas degradadas, classificar grãos, controlar qualidade de grãos, feno e silagem, vender produtos, participar de entidades associativas, drenar lavouras, monitorar volume e distribuição de água em áreas irrigadas, rolar coberturas de solo, assumir riscos, treinar equipe de trabalho, instalar infraestrutura de irrigação, aplicar adubos em solo, transportar grãos e colmos para galpões, armazéns e usinas, cobrir sementes e toletes, tratar sementes contra fungos e pragas, realizar rotação de culturas.

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras ficou em 5.40%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Produtores agrícolas na cultura de gramíneas que ficou em 5.40% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras ficou em 6.40% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 18,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Produtores agrícolas na cultura de gramíneas 2026

O salário de Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras mostrado aqui é resultado do levantamento de 122 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Produtores agrícolas na cultura de gramíneas que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Colono na Produção de Gramíneas Forrageiras CBO 612120 salário