O dissídio de Chefe de Setor de Plásticos 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 810205 no cargo de Chefe de Setor de Plásticos.

Estado com maior salário médio

Amazonas

R$ 6.180,77

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

1.215 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Manaus - AM

R$ 6.180,77

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

São Paulo - SP

136 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Fabricação de Pneumáticos e de Câmaras-De-Ar

R$ 8.207,58

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Fabricação de Embalagens de Material Plástico

607 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Chefe de Setor de Plásticos supervisiona a fabricação de produtos plásticos e de borracha, organizando o fluxo de produção, inspecionando a preparação de máquinas, materiais e ferramentas, orientando operadores, controlando parâmetros de processo, analisando resultados de ensaios físico-químicos e metrológicos, e controlando a qualidade de processos e produtos Participa do desenvolvimento de novos produtos e realiza aperfeiçoamento de processos de produção.

Otimiza processos para atingir metas de produção Realiza controles administrativos e financeiros Supervisiona equipes de trabalho, avaliando desempenho e promovendo treinamentos.

Elabora documentação técnica Mantém-se atualizado sobre tendências e inovações na sua área de atuação Cumpre normas técnicas, normas de qualidade e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de prevenção contra incêndios e de preservação ambiental.

O que faz um Chefe de Setor de Plásticos

O Chefe de Setor de Plásticos participa da programação da fabricação de produtos plásticos e de borracha, definindo a capacidade de produção e elaborando cronograma de produção Programa consumo de matéria-prima, estabelecendo especificação para aquisição de itens.

Programa a manutenção de máquinas, equipamentos e ferramentas.

Faz uso de sistemas informatizados para controlar metas de produção Realiza ajustes na programação da produção, quando necessário.

Supervisiona a fabricação de produtos plásticos, interpretando projetos de fabricação de produtos e organizando o fluxo de produção Inspeciona a preparação de máquinas, materiais e ferramentas e monitora os resultados de teste (tryout).

Orienta operadores sobre sistemas hidráulicos, pneumáticos, mecânicos e elétricos.

Inspeciona a qualidade dos produtos intermediário e acabado, avaliando resultados de testes físico-químicos e metrológicos Supervisiona a fabricação de produtos de borracha, organizando o fluxo de produção.

Inspeciona a preparação de máquinas e da matéria-prima e monitora a aferição de equipamentos.

Prepara os processos de produção, interpretando formulações, orientando a composição da massa em função da especificação técnica, e controlando a pesagem de insumos Monitora os processos de transformação, orientando os operadores Solicita análises laboratoriais, avaliando resultados de testes físico-químicos.

Corrige as formulações, quando necessário Participa do desenvolvimento de novos produtos, interpretando normas técnicas, desenhos e projetos, analisando a viabilidade de produção, e supervisionando a produção de novos produtos, conforme padrões estabelecidos Realiza aperfeiçoamento de processos de produção, analisando as oportunidades de melhoria identificadas, definindo alterações em produtos, ferramentas e equipamentos, solicitando a construção de dispositivos auxiliares de processos, e avaliando as melhorias implantadas nos processos.

Controla e monitora parâmetros de processo, consultando documentação de controle da produção e aplicando ferramentas estatísticas de controle de processo Soluciona problemas de produção.

Otimiza os processos para atingir metas de produção, analisando a capacidade instalada, ajustando o leiaute de produção, otimizando a capacidade de produção de equipamentos e periféricos, otimizando a utilização de matérias-primas, desenvolvendo matérias-primas alternativas, se necessário, e controlando a quantidade e a qualidade dos produtos fabricados nos processos otimizados Elabora documentação técnica em meios físico e digital, elaborando fluxogramas, cronogramas, procedimentos operacionais e relatórios técnicos Preenche requisições de materiais e serviços.

Pode emitir pareceres técnicos Coordena equipe de trabalho, dimensionando a equipe e distribuindo atividades Supervisiona o trabalho da equipe, avaliando seu desempenho, levantando necessidade de treinamentos e promovendo programas de acordo com as necessidades levantadas.

Orienta equipe de trabalho sobre métodos de fabricação e sobre normas e procedimentos adotados Mantém-se atualizado sobre tendências e inovações na sua área tecnológica de atuação, tais como linhas automatizadas de produção e uso de novos materiais Realiza controles administrativos e financeiros, controlando o estoque de matérias-primas, monitorando custos de produção, e acompanhando a execução do orçamento do setor.

Monitora a limpeza e a organização do ambiente de trabalho Orienta a equipe para conservar ferramentas e instrumentos limpos, organizados e acondicionados Providencia manutenção corretiva e preventiva de máquinas e equipamentos Participa da gestão ambiental, incentivando reciclagem de sobras de materiais e cumprindo procedimentos e normas ambientais Trabalha com segurança, utilizando e orientando o uso de equipamentos de proteção individual e coletiva, interpretando mapas de risco, e prevenindo acidentes.

Pode prestar primeiros socorros.

Funções do Chefe de Setor de Plásticos

O profissional Chefe de Setor de Plásticos deve elaborar documentação técnica, realizar controles administrativos, supervisionar a fabricação de produtos plásticos, controlar parâmetros de processos de produção, demonstrar competências pessoais, coordenar equipe de trabalho, controlar metas de produção, supervisionar a fabricação de produtos de borracha, trabalhar com segurança.

Condições de trabalho da profissão

Supervisores de produção em indústrias de transformação de plásticos e borrachas trabalham em indústrias de transformação de plásticos e borracha, supervisionando diretamente uma equipe de trabalhadores de chão de fábrica, sendo também, ocasionalmente supervisionados. São empregados assalariados com carteira assinada. Desenvolvem seu trabalho em ambientes fechados, em períodos diurnos e noturnos e em rodízio de turnos. Podem estar sujeitos à exposição a ruído intenso.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

Para o exercício dessa ocupação requer-se escolaridade de ensino médio e curso técnico ou experiência equivalente. O exercício pleno das atividades ocorre após quatro ou cinco anos de experiência.

Atividades exercidas por um Chefe de Setor de Plásticos

Um Chefe de Setor de Plásticos deve coordenar transformação de materiais plásticos por diversos processos, monitorar os processos de transformação, avaliar habilidades e potenciais técnicos, dimensionar equipe de trabalho, alocar recursos humanos, em função de seus potenciais, controlar estoques de matérias-primas, interpretar projetos de fabricação de produtos, interpretar cartas de controle, corrigir formulações, propor alternativas de produção em situações de emergência, especificar ações corretivas e de melhoria nos processos, orientar equipe em situações de emergência, especificar características técnicas para aquisição de peças e equipamentos, programar manutenção de equipamentos, expressar raciocínio analítico, definir alterações em produtos, ferramentas e equipamentos, demonstrar auto-organização, distribuir atividades, orientar equipes na resolução de problemas, elaborar folhas de processos de operação, avaliar o desempenho dos funcionários, demonstrar autodisciplina, orientar equipes sobre responsabilidade civil relativas à segurança do trabalho, autorizar a produção de novos produtos, conforme padrões estabelecidos, elaborar relatórios técnicos, inspecionar a preparação de máquinas e da matéria-prima, monitorar ´try-out´ de máquinas, materiais e ferramentas, orientar equipe de trabalho, sobre normas e métodos de fabricação, otimizar a utilização de matérias-primas, controlar quantidade e qualidade, demonstrar flexibilidade, exercer a liderança, solicitar manutenção de equipamentos e ferramentas, orientar equipe para resoluções de problemas, fornecer dados sobre métodos e processos de produção, aperfeiçoar processos de produção, analisar viabilidade de produção, autocontrolar-se, inspecionar o uso de epi e epc, controlar reprocesso de produção, controlar orçamento do setor, definir fluxos de fabricação, interpretar formulações de matérias primas, controlar escala de férias e absenteísmo da equipe, emitir pareceres técnicos, coordenar a composição da massa em função da especificação técnica, realizar programas de produção conforme prioridades, demonstrar profissionalismo, demonstrar capacidade de argumentação, controlar perdas e resíduos de produção, controlar devoluções e reclamações de clientes, orientar equipe de trabalho sobre normas e procedimentos da empresa, operar meios informatizados, definir parâmetros dos processos, controlar especificações técnicas, acompanhar o desenvolvimento de novos produtos e matérias primas, consultar documentação técnica, comunicar-se, orientar equipes sobre processos operacionais, desenvolver operadores para exercício de outras funções, avaliar resultados de testes laboratoriais, controlar a pesagem de matérias-primas e insumos, orientar operadores sobre sistemas hidráulicos, pneumáticos, mecânicos e elétricos, solicitar construção de dispositivos auxiliares de processos (periféricos), identificar condições inseguras no setor, administrar conflitos, identificar falhas nos processos, otimizar capacidade de fabricação de equipamentos e periféricos, fornecer dados para análise de acidentes no trabalho, elaborar planos de ações preventivas, elaborar fluxogramas e cronogramas, demonstrar empatia, cumprir procedimentos do sistema da qualidade, monitorar aferição de equipamentos, treinar equipe de trabalho, controlar custos de manutenção, elaborar procedimentos operacionais, informar sobre acidentes no trabalho, solicitar análises laboratoriais, avaliar resultados de testes metrológicos, desenvolver matérias-primas alternativas, atualizar-se, interpretar normas de segurança, demonstrar bom senso, analisar capacidade instalada, especificar processos para reciclagem de materiais, otimizar leiaute de produção, controlar custos de produção, demonstrar iniciativa, enfrentar novos desafios, elaborar requisições de materiais e serviços, adaptar-se às mudanças, indicar áreas de risco, interpretar mapas de risco, desenvolver relacionamento interpessoal.

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Chefe de Setor de Plásticos ficou em 5.60%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Chefe de Setor de Plásticos e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Supervisores de produção em indústrias de transformação de plásticos e borrachas que ficou em 5.60% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Chefe de Setor de Plásticos em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Chefe de Setor de Plásticos ficou em 5.10% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 39,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Supervisores de produção em indústrias de transformação de plásticos e borrachas 2026

O salário de Chefe de Setor de Plásticos mostrado aqui é resultado do levantamento de 3.063 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Supervisores de produção em indústrias de transformação de plásticos e borrachas que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Chefe de Setor de Plásticos com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Chefe de Setor de Plásticos CBO 810205 salário