O dissídio de Analista de Desenvolvimento Regional (economista) 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 251235 no cargo de Analista de Desenvolvimento Regional (economista).
Descrição sumária do cargo
O colaborador no cargo de Economista regional e urbano Estuda e analisa relações entre produção, circulação, distribuição de bens e serviços e fatores de produção em espaços regionais e urbanos, para identificar vantagens econômicas e de localização de investimentos Estuda a extensão e as implicações de mercado, levando em conta produtividade, custo, distâncias de demandantes, rede de fornecedores, custos de transporte, infraestrutura, e as inter-relações com os espaços jurídicos e políticos, para propor soluções e promover o desenvolvimento sustentável e socialmente desejável.
Quantifica e analisa indicadores de localização, especialização, aglomeração e de diversificação da atividade econômico-social, aplicando conhecimentos e técnicas de ciências espaciais e econômicas Elabora boletins e relatórios de pesquisa, ministra palestras e cursos Cumpre normas técnicas, regulamentadoras, de saúde e segurança no trabalho e de proteção ambiental.
O que faz um Analista de Desenvolvimento Regional (economista)
O Economista regional e urbano realiza análise micro e macroeconômica do ambiente, considerando suas características regionais, urbanas e territoriais, investigando conjunturas e cenários, atuando em organizações do setor público e privado e instituições de desenvolvimento urbano e regional, órgãos de governo, institutos de pesquisa e empresas de consultoria Analisa tendências setoriais e regionais, de curto, médio e longo prazos, considerando o ambiente político-institucional e a sustentabilidade socioeconômica.
Elabora previsões.
Gerencia bancos de dados, produzindo e analisando informações de natureza demográfica e econômico-financeira Utiliza formulações matemáticas, estatísticas e de modelagem, na análise de fenômenos socioeconômicos regionais, urbanos e em áreas de cornubação.
Avalia a organização espacial e territorial e sua influência no desenvolvimento socioeconômico e ambiental, considerando oferta e demanda de bens e serviços, de fatores produtivos e infraestrutura, qualificação da força de trabalho, dinâmica populacional, entre outros Analisa as inter-relações das variáveis econômicas com as noções de espaço territorial e territorialidade, suas interfaces e influências mútuas.
Elabora projetos de pesquisa, analisando o espaço econômico e social por meio de modelos de econometria espacial, regressão territorial, medidas de localização, especialização, aglomeração e diversificação de atividades econômicas e sociais, incluindo o estudo dos espaços subterrâneos.
Delimita problema de pesquisa, objeto, justificativa e fontes de informação Estuda, elabora e avalia propostas e assessora a implantação de arranjos produtivos locais (APLs).
Define metodologia, cronograma, bibliografia e questões a serem respondidas.
Dimensiona equipe, recursos físicos e faz orçamento do projeto, promovendo negociações com parceiros e fornecedores Realiza estudos de viabilidade e de impacto econômico-social relacionados ao meio ambiente, ao desenvolvimento sustentável e aos recursos naturais Executa e coordena projetos no campo das ciências espaciais, econômicas e áreas afins.
Desenvolve instrumentos de coleta e indicadores Recruta, seleciona e treina equipes Coleta, processa e critica dados, interpreta resultados e propõe ações.
Participa de planejamentos de curto e médio prazos de instituições públicas e privadas Identifica estrutura de mercado, oportunidades e ameaças do micro e macroambiente e projeta demanda por produtos e serviços.
Analisa e prevê atuação da concorrência global e regional e faz estimativas de custos, resultados, rentabilidade, viabilidade econômico-financeira e impactos sociais e ambientais Identifica possibilidade de implementação de arranjos produtivos locais Enumera alternativas de ação, planeja investimentos e seleciona fontes de financiamento.
Avalia políticas de impacto coletivo promovidas por organizações governamentais e não governamentais Mensura a adequação das ações ao problema e suas consequências, analisa custos alternativos e acompanha a execução das ações propostas, recomendando políticas Presta apoio quando da implementação de políticas tributária, orçamentária, fiscal, monetária, cambial e creditícia, bem como de planos, programas e projetos de natureza econômico-financeira, nas esferas municipal, estadual e federal.
Detecta novos mercados, acompanha indicadores e realiza o apreçamento de produtos e serviços Subsidia formulação de normas, regulamentos e contratos Representa interesses em negociações nacionais e internacionais.
Escreve artigos, livros, boletins econômicos e relatórios Ministra palestras e cursos e apresenta comunicações em eventos Presta assessoria e consultoria a instituições no âmbito da economia regional e urbana Exerce a profissão com base na conduta pautada em princípios e valores éticos, prezando pela justiça social, liberdade, humanidade e compromisso com o desenvolvimento profissional e intelectual da pessoa humana e com o progresso da sociedade.
Funções do Economista regional e urbano
O profissional Analista de Desenvolvimento Regional (economista) deve comunicar-se, participar do planejamento estratégico e de curto prazo, executar projetos (pesquisa econômica, de mercados, viabilidade econômica etc), gerir programação econômico-financeira, avaliar políticas de impacto coletivo (governo, ongs, outras organizações), elaborar projetos (pesquisa econômica, de mercados, viabilidade econômica etc), analisar ambiente econômico, demonstrar competências pessoais, atuar nos mercados internos e externos, exercer mediação, perícia e arbitragem.
Condições de trabalho da profissão
Economistas atuam em empresas das diversas atividades econômicas como intermediação financeira, seguros e previdência privada, administração pública, seguridade social, empresas de consultoria econômica, na agricultura, pecuária, indústria e serviços relacionados com essas atividades, no comércio por atacado e intermediários do comércio. São majoritariamente estatutários ou assalariados com carteira assinada, trabalham em equipe, com supervisão permanente, em ambiente fechado e em horário diurno.
Exigências do mercado de trabalho para a profissão
O exercício dessas ocupações requer curso superior em ciências econômicas ou pós-graduação em economia e registro no Conselho Regional de Economia. O desempenho pleno das atividades ocorre após um ou dois anos de experiência na área.
Atividades exercidas por um Economista regional e urbano
Um Economista regional e urbano deve estimar custos privados, representar interesses em negociações nacionais e internacionais, analisar tendências de longo prazo, escrever artigos, livros, boletins econômicos e relatórios, processar dados, manter-se atualizado, definir cronograma, dialogar com a mídia, elencar alternativas de ação, desenvolver instrumentos de coleta, coordenar projetos, construir cenários, identificar estrutura de mercado (concorrência), aferir adequação das ações ao problema, revelar julgamento crítico, apresentar comunicações em eventos, analisar ambiente político-institucional, transmitir conhecimentos, proferir palestras, desenvolver indicadores, adaptar linguagem ao público, estabelecer sentença arbitral, levantar bibliografia, negociar projetos, analisar sustentabilidade socioeconômica e ambiental, recrutar equipe, estimar rentabilidade e viabilidade econômico-financeira, delimitar objeto, verificar execução das ações propostas, confrontar com custos alternativos, justificar projeto, definir produtos e resultados, demonstrar capacidade de liderança, detectar novos mercados, estimar demanda, acompanhar indicadores de mercado, determinar fontes, analisar conjunturas, gerenciar bancos de dados, recomendar políticas, dimensionar recursos humanos e físicos, gerar parâmetros de avaliação, planejar investimentos (orçamentos de capital), aplicar métodos quantitativos, demonstrar capacidade de uso de recursos de informática, coletar dados, realizar análises setoriais e regionais, estimar resultados, mostrar criatividade, precificar produtos e serviços, propor ações, orçar projetos, criticar dados, prever atuação dos concorrentes, demonstrar capacidade verbal línguas estrangeiras, delinear problema, estimar impactos sociais e ambientais (externalidades), selecionar fontes de financiamento, identificar oportunidades e ameaças no ambiente e na organização, subsidiar formulação de normas, regulamentos e contratos, demonstrar raciocínio lógico, ministrar cursos, sugerir adoção de tecnologia, interpretar resultados, mediar conflitos de interesse, mensurar consequências das ações, subsidiar decisões, treinar equipe, formular conceitos abstratos, definir metodologia, trabalhar em equipe.
Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria
O reajuste salarial 2026 para Analista de Desenvolvimento Regional (economista) ficou em 4.60%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Analista de Desenvolvimento Regional (economista) e os sindicatos patronais.
Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Economistas que ficou em 4.60% para 2026.
Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Analista de Desenvolvimento Regional (economista) em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.
Reajuste e valor do vale refeição 2026
O reajuste médio do vale refeição 2026 para Analista de Desenvolvimento Regional (economista) ficou em 5.80% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.
Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 43,00 por dia efetivamente trabalhado.
Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Economistas 2026
O salário de Analista de Desenvolvimento Regional (economista) mostrado aqui é resultado do levantamento de 22 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Economistas que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.
Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Analista de Desenvolvimento Regional (economista) com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:
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- Perito Econômico
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