O dissídio de Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 395110 no cargo de Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal.

Estado com maior salário médio

Distrito Federal

R$ 8.477,91

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

Minas Gerais

321 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Porto Nacional - TO

R$ 2.218,55

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

Petrolina - PE

166 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Serviços Combinados de Escritório e Apoio Administrativo

R$ 13.273,17

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Pesquisa e Desenvolvimento Experimental em Ciências Físicas e Naturais

507 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal apoia a realização de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) nas áreas agropecuária e florestal, planejando, preparando e executando testes e experimentos Auxilia no desenvolvimento de métodos, processos e produtos.

Colabora na difusão de atividades, resultados, conceitos e descobertas, na área de PDI Cumpre normas técnicas, procedimentos, normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação ambiental

O que faz um Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal

O Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal realiza estudos e levanta informações sobre projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) nas áreas agropecuária – como busca de aumento da resistência de plantas e animais a doenças e pragas - e florestal – como desenvolvimento de técnicas de conservação florestal e reflorestamento -, para planejar as ações de apoio, por meio da execução de testes e experimentos Planeja e controla, sob supervisão de profissional de nível superior, o uso dos recursos disponibilizados para a condução de experimentos e testes.

Planeja experimentos e testes, definindo métodos e procedimentos, materiais, equipamentos e cronograma de execução.

Controla o estoque de materiais, para garantir o suprimento Define condições de testes e experimentos, como temperatura, umidade, ventilação e tipo de solo, dentre outras.

Realiza análise de riscos de acidentes, para adotar medidas preventivas Prepara os experimentos, coletando, identificando e cadastrando amostras e as preparando para análise.

Realiza a manutenção preventiva e providencia a calibração dos equipamentos.

Prepara o ambiente e os insumos Providencia equipamentos de proteção individual e coletiva.

Executa experimentos e testes, pesando, medindo, diluindo e irradiando amostras, e verificando condições atmosféricas.

Pode implantar novos testes e experimentos agropecuários e florestais Assim, testa a implementação de técnicas para a melhoria do produto ou serviço e aumento da produtividade, determinando, com base nos resultados dos experimentos, parâmetros físicos e elementos químicos e biológicos Também, realiza experimentos monitorando a ocorrência de pragas e doenças, avaliando grau de nutrição vegetal e animal e introduzindo patógenos.

Coleta dados obtidos e examina metodologias de testes para validação Analisa resultados de experimentos e testes, inserindo dados, realizando cálculos de fatores de correção em função de temperatura, pressão, gravidade e outras variáveis de ambiente Realiza cálculos estatísticos e elabora apresentação gráfica de resultados.

Interpreta dados e compara resultados com amostra-padrão e com tolerâncias previstas em normas Verifica não-conformidades.

Registra tempo despendido em testes e experimentos Emite resultados Pode redirecionar seus métodos, com vistas à melhoria do processo.

Auxilia no desenvolvimento de métodos, processos e produtos, redigindo procedimentos, adaptando dispositivos e participando na elaboração de relatórios de pesquisa Executa, sob supervisão de profissional de nível superior, atividades especializadas nas áreas de laboratórios e campos experimentais, transferência de tecnologia e de registros e documentação de resultados de pesquisa Pode participar na organização do dia do campo, para disseminação de tecnologia agropecuária e florestal.

Pode classificar espécies em xilotecas e herbários Pode interagir com pesquisadores e desenvolvedores internos e externos, para melhor alcance dos resultados Colabora para obtenção de informações, recursos materiais e softwares, que facilitem o desenvolvimento de soluções tecnológicas para o processo de pesquisa e desenvolvimento.

Participa na confecção de ferramentas e equipamentos Colabora na difusão de atividades, resultados, conceitos e descobertas, auxiliando em divulgação de resultados de experimentos e ministrando palestras Participa de congressos e seminários Auxilia na elaboração de artigos científicos Interage com centros de pesquisa e desenvolvimento, por meio de intercâmbios com vistas à disseminação da informação e ampliação das possibilidades de colaboração.

Recepciona visitantes para apresentar instalações, equipamentos e atividades de pesquisa e desenvolvimento.

Funções do Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal

O profissional Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal deve planejar ensaios, auxiliar em desenvolvimento de métodos, processos e produtos, demonstrar competências pessoais, preparar ensaios, analisar resultados de ensaios, difundir pesquisa e desenvolvimento, executar ensaios.

Condições de trabalho da profissão

Técnicos de apoio em pesquisa e desenvolvimento exercem suas funções em empresas de atividades de pesquisa e desenvolvimento, de agricultura, pecuária e serviços relacionados, de construção, de extração de petróleo e gás natural, de eletricidade, gás e água quente, dentre outras. Predominantemente, são empregados assalariados, com carteira assinada. Organizam-se em equipe interdisciplinar, sob supervisão ocasional, em ambientes fechados e a céu aberto, trabalham em rodízio de turnos, nos períodos diurno e noturno. Podem estar sujeitos à ação de materiais tóxicos, radiação e ruído intenso, no desenvolvimento de algumas atividades.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

O exercício dessas ocupações requer curso técnico na área de atuação. O tempo de experiência profissional requerido para o pleno desempenho das atividades varia de um a dois anos.

Atividades exercidas por um Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal

Um Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal deve auxiliar em divulgação de resultados de experimento, participar em elaboração de artigos científicos, monitorar ocorrência de pragas e doenças, trabalhar em equipe, diluir amostras, realizar manutenção preventiva de equipamentos, preparar soluções químicas, levantar informações sobre pesquisa, demonstrar dinamismo, verificar condições atmosféricas, analisar riscos de acidentes, realizar cálculos estatísticos, digerir amostras, definir cronograma, coletar amostras, preparar amostras, determinar parâmetros físicos, redigir procedimentos de ensaio, adaptar-se a mudanças, confeccionar equipamentos, controlar estoque de materiais, inserir dados em planilha, definir materiais, avaliar grau de nutrição vegetal e animal, interpretar dados de análise, determinar elementos químicos, estudar pesquisa, avaliar fenótipos de animais e vegetais, irradiar amostras, identificar amostras, demonstrar organização, treinar equipe, construir corpo-de-prova, emitir resultados de ensaios, conferir calibração de equipamentos, redirecionar métodos e ensaios, medir amostras (comprimento, temperatura, volume etc.), demonstrar raciocínio lógico, introduzir patógenos, realizar cálculos de fatores de correção (temperatura, pressão, gravidade etc.), coletar dados obtidos, concentrar-se, cadastrar amostras, recepcionar visitantes, encaminhar amostras e ensaios para terceiros, elaborar apresentação gráfica de resultados, definir equipe de trabalho, providenciar equipamentos de proteção individual e coletiva (epi e epc), confeccionar ferramentas, participar de congressos e seminários, providenciar calibração de equipamentos, adaptar dispositivos, registrar tempo gasto em ensaio, inventariar produção animal e vegetal, demonstrar criatividade, criar planilhas, comparar resultados com amostra-padrão, comparar resultados com tolerâncias previstas em normas, definir equipamentos, testar metodologias de ensaio, definir métodos e procedimentos de ensaios, verificar não-conformidade em ensaios, preparar condições de ambiente de ensaio, ministrar palestras, implantar ensaios agropecuários e florestais, preparar equipamentos e materiais de ensaio, participar na elaboração de relatório de pesquisa, pesar amostras, definir condições de ambiente de ensaio (temperatura, umidade, ventilação, tipo de solo etc.).

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal ficou em 4.60%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Técnicos de apoio em pesquisa e desenvolvimento que ficou em 4.60% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal ficou em 5.50% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 46,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Técnicos de apoio em pesquisa e desenvolvimento 2026

O salário de Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal mostrado aqui é resultado do levantamento de 1.567 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Técnicos de apoio em pesquisa e desenvolvimento que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Florestal CBO 395110 salário