O dissídio de Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 632330 no cargo de Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia.
Estado com maior salário médio
Espírito Santo
R$ 1.479,44
(últimos 12 meses)Estado que mais contrata
Espírito Santo
16 admissões
(últimos 12 meses)Cidade que mais contrata
Linhares - ES
16 admissões
(últimos 12 meses)Setor com maior salário médio
Cultivo de Coco-Da-Baía
R$ 1.485,62
(últimos 12 meses)Setor com mais contratações
Cultivo de Coco-Da-Baía
14 admissões
(últimos 12 meses)Descrição sumária do cargo
O colaborador no cargo de Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia realiza exploração do coqueiro - espécie de palmeira com cultivo em toda costa litorânea brasileira, com concentração na região nordeste, estimando produção em vistoria prévia no coqueiral, preparando material para a colheita, realizando a colheita dos cocos-da-praia, fazendo extração de água, de polpa, de óleo, de fibras e de pó, e comercializando os produtos, para aplicações em segmentos industriais, tais como alimentício e de cosméticos Programa colheita e beneficiamento, selecionando instrumental e recursos manuais, semimecanizados ou mecanizados.
Pode realizar cultivo de coqueiros Cumpre legislação, normas técnicas, normas de qualidade e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de prevenção de incêndios e de preservação ambiental
O que faz um Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia
O Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia programa a colheita de cocos-da-praia aos seis meses de maturação - na forma de coco verde - e aos dozes meses, quando completa seu amadurecimento Seleciona instrumental e recursos manuais, semimecanizados ou mecanizados para as etapas de colheita e de beneficiamento.
Faz uma vistoria no coqueiral antes da colheita, para verificar o estado dos cachos e fazer uma estimativa da produtividade, registrando os dados.
Prepara o local para a colheita, forrando com folhas do coqueiro ou lona de plástico o lugar onde cada cacho vai ser deixado até ser transportado Prepara o material para a colheita, limpando e higienizando os utensílios, como tesoura, serra-de-poda e facão.
Realiza a colheita em aglomerados de coqueiros das variedades gigante - utilizada para a produção de coco seco, anã - utilizada para produção de água de coco - e híbrido, de dupla aptidão Colhe os cachos manualmente, com auxílio de serra de poda, corda contendo um gancho - utilizada para amarrar e descer o cacho -, e escada ou plataforma, para retirada dos cachos na parte alta da palmeira.
Pode fazer a colheita com recursos semimecanizados, como tratores e plataformas de elevação para corte dos cachos.
Pode realizar o cultivo de coqueiros, em plantio racional ou reflorestamento, associado à prática extrativista Prepara o solo para plantio e faz a abertura de covas.
Prepara e aplica fórmulas de adubação, correção e proteção do solo.
Executa a integração dos campos de cultivo de coqueiros com canais e sistemas de captação de chuvas e recursos hídricos locais, para contar com sistemas de irrigação Define espaçamento do plantio Planta sementes em viveiros.
Transplanta as mudas para o local definitivo Identifica e controla pragas e doenças Executa tratos culturais e define o ponto de colheita.
Faz a colheita dos cocos-da-praia Seleciona cocos-da-praia, retirando os que apresentam manchas de ácaro e os que sofreram ataques de broca.
Entrega parte dos cachos de coco verde a clientes, manuseando os frutos com cuidado Pode armazenar cachos em galpão fresco, bem arejado e seco por, no máximo, dois dias Transporta cocos-da-praia para realização de beneficiamento.
Executa extração de água, abrindo o coco verde com facão ou perfurador manual Faz o processamento da polpa do coco verde, efetuando lavagem e higienização do coco, abertura do fruto e extração de água de coco, extração da polpa e imersão em água de coco, filtração e desintegração da polpa, embalagem e armazenamento sob congelamento Realiza extração artesanal de óleo, fazendo o cozimento intensivo da polpa do coco em recipiente com água, separando o óleo sobrenadante da água, efetuando a secagem do óleo em fogo baixo até que o óleo perca a opacidade, e filtrando o óleo.
Pode fazer extração mecânica de óleo, usando técnica de prensagem Faz a preparação de fibras da casca do coco verde - para uso como substrato agrícola -, realizando as operações de corte, desfibramento, secagem, trituração, lavagem e novamente secagem Realiza a preparação de fibras da casca do coco maduro, para utilização como isolantes térmicos e acústicos, como enchimento de poltronas, entre outras finalidades.
Extrai o pó da casca de coco maduro - material residual após a retirada das fibras -, a fim de ser utilizado na área agrícola, para germinação de sementes e cultivo de flores e hortaliças Comercializa os produtos, negociando os preços Conserva a limpeza e a organização dos locais de trabalho Mantém ferramentas, utensílios e instrumentos de trabalho limpos, organizados, acondicionados e em plenas condições de uso e funcionamento Faz a conservação de máquinas e equipamentos e providencia o serviço de sua manutenção.
Executa práticas para mitigação de danos ambientais, como o aproveitamento da casca do coco que, quando tratada como lixo, leva mais de oito anos para se decompor Trabalha com segurança, usando equipamentos de proteção individual e prevenindo acidentes Pode prestar primeiros socorros.
Funções do Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia
O profissional Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia deve manejar extração e beneficiamento de fibras, ceras e Óleos, extrair fibras, ceras e Óleos, armazenar matéria-prima e produtos, demonstrar competências pessoais, beneficiar fibras, ceras e Óleos, colher frutos de palmeiras e Árvores, comercializar matéria-prima e produtos, plantar Árvores de pequi e espécies produtoras de fibras.
Condições de trabalho da profissão
Extrativistas florestais de espécies produtoras de fibras, ceras e óleos trabalham predominantemente em silvicultura, exploração florestal, agricultura, pecuária e serviços relacionados a essas atividades. O trabalho é desenvolvido em equipe, com supervisão ocasional, a céu aberto, no período diurno. No exercício das atividades, os trabalhadores estão sujeitos a ruídos intensos, altas temperaturas e posição desconfortável por longos períodos. Os trabalhadores da exploração de andiroba, piaçava e coco-da-praia desenvolvem suas atividades em alturas elevadas expondo-os a riscos.
Exigências do mercado de trabalho para a profissão
O acesso ao trabalho é livre, sem exigência de escolaridade ou formação profissional.
Atividades exercidas por um Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia
Um Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia deve abrir caminho para área de extração, macerar bacaba, casca de coco-da-praia, fruto de piaçava e amêndoa de ouricuri, suportar trabalhos em alturas elevadas, orientar equipe de trabalho, acondicionar produtos embalados em veículos, limpar piaçava e fibra de coco-da-praia, selecionar árvores e palmeiras para produção de mudas, adubar solo, peneirar casca de coco-da-praia, abrir covas, pesar matéria-prima e produtos, dispor fibras de coco-da-praia e palhas de ouricuri em lonas ou solo, construir canteiros, gradear solo, capinar área de secagem, selecionar equipe de trabalho, apresentar força física para subir em árvores, calcular capacidade produtiva da área de extração, acondicionar feixes fibras em veículos, negociar arrendamento de área de extração, vender matéria-prima, plantar frutos de pequi e coco-da-praia e piaçava, transportar matéria-prima e produtos, arar solo, registrar produção, providenciar manutenção de equipamentos e veículos, comprar insumos, limpar instalações, lascar coco-da-praia, armazenar feixes de fibras em galpão, descascar coco-da-praia, babaçu, pequi, ouricuri e andiroba, demonstrar concentração em manuseio de equipamentos cortantes e máquinas, quebrar casca de cocos-da-praia e babaçu, apagar incêndios, adaptar-se a ambientes silvestres, balizar solo, amarrar piaçava e fibra de coco-da-praia e palhas de ouricuri e carnaúba em feixes, apresentar resistência física, pesquisar mercado consumidor de fibras, ceras e óleos, vender produtos, colher cachos de buriti , ouricuri, babaçu, tucum, coco-da-praia e bacaba em copas, transplantar mudas de coco-da-praia e pequi, arrendar área de extração, aceirar área de extração, pesquisar mercado fornecedor de fibras, ceras e óleos, subir em árvores e palmeiras.
Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria
O reajuste salarial 2026 para Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia ficou em 6.10%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia e os sindicatos patronais.
Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Extrativistas florestais de espécies produtoras de fibras, ceras e óleos que ficou em 6.10% para 2026.
Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.
Reajuste e valor do vale refeição 2026
O reajuste médio do vale refeição 2026 para Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia ficou em 8.00% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.
Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 19,00 por dia efetivamente trabalhado.
Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Extrativistas florestais de espécies produtoras de fibras, ceras e óleos 2026
O salário de Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia mostrado aqui é resultado do levantamento de 27 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Extrativistas florestais de espécies produtoras de fibras, ceras e óleos que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.
Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Trabalhador da Exploração de Coco-da-praia com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira: