O dissídio de Formador – na Cultura 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 622020 no cargo de Formador – na Cultura.

Estado com maior salário médio

Mato Grosso

R$ 2.128,69

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

Minas Gerais

68.911 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Ariquemes - RO

R$ 1.792,79

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

Vacaria - RS

11.142 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Aluguel de Outras Máquinas e Equipamentos Comerciais e Industriais, sem Operador

R$ 2.698,53

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Cultivo de Soja

44.765 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Trabalhador volante da agricultura prepara a terra, planta, colhe e executa outras atividades temporárias e sazonais da agricultura, utilizando ferramentas e instrumentos agrícolas Atua sob orientação do empregador e segue normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação ambiental.

O que faz um Formador - na Cultura

O Trabalhador volante da agricultura prepara a terra, planta e colhe, principalmente em atividades e/ou áreas de difícil mecanização Prepara o solo, roçando, arando, gradeando, corrigindo o solo com calcário, adubo e fertilizantes.

Planta diversas culturas sulcando e cavando o solo, introduzindo sementes ou mudas no solo.

Colhe café, cacau, laranja e outras culturas perenes Colhe leguminosas, tuberosas, cereais, cana-de-açúcar e outras culturas temporárias.

Embala, armazena, movimenta, pesa e classifica produtos de colheita Pode realizar arruamento de plantações, limpeza de pragas e parasitas, desbrota e outros tratos culturais.

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Funções do Trabalhador volante da agricultura

O profissional Formador - na Cultura deve organizar colheita para beneficiamento de policulturas, demonstrar competências pessoais, efetuar preparo de mudas e sementes policulturais, colher policulturas, preparar solo para plantio, realizar tratos culturais, cuidar de propriedades rurais, plantar policulturas.

Condições de trabalho da profissão

Trabalhadores de apoio à agricultura trabalham em atividades da agricultura e da pecuária ou em pequenas chácaras de lazer, no caso do caseiro. Atuam de forma individual e em equipe, sob supervisão, em ambiente a ceu aberto, durante o dia. Permanecem em posições desconfortáveis durante longos períodos. Podem ficar expostos a materiais tóxicos e sujeitos às intempéries das variações climáticas.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

O exercício das ocupações requer ensino funamental (jardineiro e trabalhador na produção de mudas e sementes) e até quarta série do mesmo nível (caseiro e trabalhador volante da agricultura). A qualificação é obtida na prática, exceto o trabalhador na produção de mudas e sementes, que demanda curso básico profissionalizante de até duzentas horas-aula. O pleno desempenho das atividades ocorre após alguns meses de prática (caseiro e trabalhador volante) e de um a dois anos para os demais.

Atividades exercidas por um Trabalhador volante da agricultura

Um Trabalhador volante da agricultura deve pintar cercas, adubar covas, plantações e jardins, construir canteiros de mudas, arruar plantações, reparar cercas, bater feixe de cereais, confeccionar cambão, arrancar ervas daninhas e plantas doentes, retirar pés de feijão, demonstrar resistência física, efetuar manutenções de primeiro nível em equipamentos, vestir equipamentos de proteção individual (epi), roçar solo com foice, construir canteiros de sementes, introduzir sementes em solo, empilhar cana em campo, queimar canaviais para colheita, cortar cereais e cana, estender pano sob pés de café, demonstrar força física, medir espaçamento entre ruas, regar plantas, revirar grãos em terreiro, articular-se em redes de informações sobre trabalho temporário, arar solo, retirar pés de leguminosas e tuberosas, bater feijão com cambão, transportar produtos agrícolas do campo para instalações, guardar equipamentos em instalações, introduzir mudas em solo, misturar nutrientes em terra, cercar espaços de propriedades rurais, ralear mudas, dar prova de responsabilidade no cuidado da propriedade rural, despejar grãos em secador, podar plantações, anotar produção, gradear solo, nivelar solo, medir espaçamento entre mudas e sementes de plantas, desbrotar plantações e jardins, lavar ferramentas e equipamentos, ensacar grãos, forrar solo com cobertura vegetal, aplicar calcário em solo, construir viveiros, demonstrar sensibilidade com plantas, pesar produtos agrícolas, coletar amostras de solo, armazenar grãos em instalações, formar curvas de nível, formar coroas sob pés de plantas, lavar café, embalar legumes e tuberosas em caixas, rastelar plantações, pulverizar plantações e jardins com defensivos agrícolas e adubos foliares, plantar cobertura vegetal, peneirar grãos, derriçar café, depositar grãos em balaios, cestos e caixas, encher sacos plásticos com terra e nutrientes, classificar produtos agrícolas, cavar solo, identificar pragas e parasitas em plantações, jardins e viveiros, capinar plantações, jardins e viveiros, transplantar sementes semi-germinadas e mudas para sacos plásticos, demonstrar habilidade manual, sulcar solo.

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Formador – na Cultura ficou em 5.60%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Formador – na Cultura e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Trabalhadores de apoio à agricultura que ficou em 5.60% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Formador – na Cultura em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Formador – na Cultura ficou em 7.40% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 19,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Trabalhadores de apoio à agricultura 2026

O salário de Formador – na Cultura mostrado aqui é resultado do levantamento de 353.445 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Trabalhadores de apoio à agricultura que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Formador – na Cultura com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Formador - na Cultura CBO 622020 salário