O dissídio de Trabalhador da Fabricação de Munição e Explosivos 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 812110 no cargo de Trabalhador da Fabricação de Munição e Explosivos.
Estado com maior salário médio
São Paulo
R$ 2.498,84
(últimos 12 meses)Estado que mais contrata
Minas Gerais
315 admissões
(últimos 12 meses)Cidade com maior salário médio
Espirito Santo do Dourado - MG
R$ 1.518,40
(últimos 12 meses)Cidade que mais contrata
Japaraiba - MG
164 admissões
(últimos 12 meses)Setor com maior salário médio
Fabricação de Tanques, Reservatórios Metálicos e Caldeiras para Aquecimento Central
R$ 1.951,09
(últimos 12 meses)Setor com mais contratações
Fabricação de Artigos Pirotécnicos
266 admissões
(últimos 12 meses)Descrição sumária do cargo
O colaborador no cargo de Trabalhador da fabricação de munição e explosivos realiza produção de explosivos e de munições, para armamentos Produz pólvora, analisando a qualidade da nitrocelulose, controlando sua mistura com outros componentes, e operando equipamentos para executar a extrusão da mistura e os demais tratamentos.
Opera sistemas automatizados para a fabricação de “copo” e de projéteis, para a montagem das munições, em que os “copos” recebem pólvora e o projétil é encaixado, e para o controle de qualidade de processos e de produtos Pode realizar fabricação de munição com sensores óticos inteligentes Pode produzir explosivos e munição por processos convencionais.
Controla o armazenamento de produtos, monitorando temperatura e umidade relativa do ar Cumpre legislação, normas técnicas, normas de qualidade e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de prevenção contra incêndios e de preservação ambiental
O que faz um Trabalhador da Fabricação de Munição e Explosivos
O Trabalhador da fabricação de munição e explosivos prepara-se para o trabalho, lendo e interpretando ordem de produção Analisa a qualidade da nitrocelulose, em laboratório, para produção da pólvora.
Controla, em máquina, o teor de álcool e os processos efetuados para que a nitrocelulose fique em flocos e com consistência gelatinosa.
Opera máquina para fazer a mistura da nitrocelulose com outros componentes Passa a mistura por extrusora, saindo em formato de fio, que é cortado, para obter a pólvora base simples.
Depois de secagem e tratamento da pólvora, acompanha sua mistura com grafite, para aumentar a fluidez e diminuir as energias estáticas Após finalização do processo, acondiciona a pólvora para ser usada nas munições.
Opera sistemas automatizados para a produção - em prensa de cunhagem - de pequenos “copos” de latão.
Verifica a passagem dos componentes de latão por unidade de lavagem e polimento Monitora o teste de qualidade e a inspeção dimensional dos “copos”.
Acompanha o processo de expansão dos “copos” de latão em prensas, para cada calibre de munição.
Examina a passagem dos “copos” por nova fase de inspeção das dimensões Monitora a passagem dos “copos” por máquina de rebitagem tipo anel Opera sistemas automatizados para a produção dos projéteis.
Acompanha o processo de extrusão, para transformar as peças de chumbo em fios Verifica a prensagem dos fios na forma de projéteis Pode realizar, em máquina, ligação dos projéteis usados em armamentos automáticos e semiautomáticos.
Monitora o processo automatizado de montagem das munições, em que os “copos” recebem a pólvora e o projétil é encaixado Durante a montagem, acompanha a passagem da munição por inspeção, em que se descarta a munição com pólvora fora do peso e com projéteis fora do padrão.
Controla a qualidade da munição finalizada em equipamento, no qual a sombra do produto é projetada em um sensor, que capta as dimensões externas da peça Pode realizar processo de fabricação de cartucho - com “copo” de latão cheio de pólvora, na base - preenchido por esferas de metal Afere o desempenho balístico da munição, em laboratório com linhas de tiro internas e externas.
Testa as munições fabricadas, em relação a velocidade, pressão, precisão e efeitos terminais Acompanha a impressão das informações na munição Abastece máquina automática com material para confecção de caixas, em que são inseridas as munições finalizadas.
Pode atuar na fabricação de munição com sensores óticos inteligentes, a ser direcionada a alvos específicos Pode produzir explosivos e munição por processos convencionais, fabricando pólvora de acordo com fórmulas, operando máquinas para produção de explosivos, usinando componentes metálicos, fazendo montagem de munições, e embalando os produtos finalizados Conserva os ambientes de trabalho limpos e organizados.
Monitora o funcionamento de máquinas e equipamentos, requisitando serviços de manutenção para correção de falhas e defeitos Destina adequadamente as sobras geradas, selecionando materiais para reciclagem e realizando descarte de resíduos de acordo com as normas ambientais Trabalha com segurança, utilizando equipamentos de proteção individual e de proteção coletiva Identifica situações de risco, verificando equipamentos de segurança necessários Manuseia equipamentos de combate a incêndio.
Presta primeiros socorros.
Funções do Trabalhador da fabricação de munição e explosivos
O profissional Trabalhador da Fabricação de Munição e Explosivos deve preparar acessórios iniciadores de explosivos, fabricar pólvora À base química, produzir explosivos, produzir fogos de artifício, fabricar pólvora negra, fabricar munições, trabalhar segundo normas de segurança, demonstrar competências pessoais.
Condições de trabalho da profissão
Trabalhadores da fabricação de munição e explosivos químicos atuam na fabricação de produtos químicos como trabalhadores assalariados com carteira assinada e sob supervisão permanente. O trabalho é realizado em equipe, em ambiente fechado e, eventualmente, sujeito à exposição de materiais tóxicos e radiação. Os pirotécnicos trabalham em rodízio de turnos e permanecem, durante longos períodos, em posições desconfortáveis. Os trabalhadores da fabricação de munição e explosivos cumprem jornada diurna, ficam expostos a ruído intenso e altas temperaturas e atuam sob supervisão direta de técnicos e engenheiros da área química ou de segurança do trabalho, seguindo normas rígidas de segurança e controle de material.
Exigências do mercado de trabalho para a profissão
Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional entre duzentas e quatrocentas horas-aula. O pleno desempenho das atividades ocorre com um a dois anos de experiência profissional.
Atividades exercidas por um Trabalhador da fabricação de munição e explosivos
Um Trabalhador da fabricação de munição e explosivos deve peneirar produtos químicos, desenvolver percepção para detalhes, inspecionar produtos ao longo do processo, encartuchar explosivos, homogeneizar misturas iniciadoras, nitrar matérias-primas, desidratar ácidos residuais, efetuar controle dimensional de explosivos e pirotécnicos, monitorar dados sobre temperatura e umidade relativa do ar, peneirar explosivos, controlar características físico-químicas de matérias-primas, montar artefatos bélicos, controlar pressão, temperatura e umidade no processo, embalar produtos acabados, conferir sequência de procedimentos operacionais, homogeneizar explosivos, usinar componentes metálicos, sulfonar matérias-primas, trefilar pirotécnicos, controlar funcionamento de máquinas e equipamentos, utilizar epi e epc, desidratar nitrocelulose, pintar cartuchos e artefatos, manter-se atualizado nos processos, manusear equipamentos de combate a incêndio, embalar pólvora, selecionar acessórios acabados, ter consciência do risco, controlar limpeza de espoletas por máquinas, prensar massa de pólvora, homogeneizar matérias-primas, montar espoletas tipo cápsula, cumprir normas e instruções de trabalho, montar cartuchos, montar estojos metálicos, demonstrar autocontrole, misturar matérias-primas, preparar estifinato de chumbo, abastecer linha de produção, selecionar material para descarte e reciclagem, controlar armazenamento de produtos, montar estopins, dosar matérias-primas, rebobinar cordéis, estopins e tubos de choque, prensar elemento de retardo em espoletas, dosar explosivos em máquinas e equipamentos, trabalhar em equipe, testar produtos, limpar máquinas, equipamentos e instalações, evidenciar compromisso com segurança, secar pólvora, zelar por máquinas e equipamentos, selecionar espoletas, pesar matérias-primas, macerar pólvora, acionar máquinas, preparar massa com clorato de potássio, aferir desempenho balístico, grafitar pólvora, extrudar massa de pólvora, cortar pólvora, prestar primeiros socorros, secar massa, manter sigilo em relação a informações da empresa, selecionar nitrocelulose, embalar cartuchos e artefatos, moer matérias-primas, montar tubos de choque, secar explosivos, prever situações de risco, etiquetar produtos, peneirar pólvora, amolgar espoletas, ensacar produtos acabados, abastecer máquinas, acondicionar matérias-primas para transporte, medir ph, montar espoletas.
Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria
O reajuste salarial 2026 para Trabalhador da Fabricação de Munição e Explosivos ficou em 5.60%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Trabalhador da Fabricação de Munição e Explosivos e os sindicatos patronais.
Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Trabalhadores da fabricação de munição e explosivos químicos que ficou em 5.60% para 2026.
Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Trabalhador da Fabricação de Munição e Explosivos em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.
Reajuste e valor do vale refeição 2026
O reajuste médio do vale refeição 2026 para Trabalhador da Fabricação de Munição e Explosivos ficou em 5.20% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.
Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 21,00 por dia efetivamente trabalhado.
Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Trabalhadores da fabricação de munição e explosivos químicos 2026
O salário de Trabalhador da Fabricação de Munição e Explosivos mostrado aqui é resultado do levantamento de 396 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Trabalhadores da fabricação de munição e explosivos químicos que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.
Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Trabalhador da Fabricação de Munição e Explosivos com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira: