O dissídio de Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins) 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 811205 no cargo de Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins).

Estado com maior salário médio

Bahia

R$ 3.830,62

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

Pernambuco

116 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Grajau - MA

R$ 1.513,06

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

Duque de Caxias - RJ

57 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Fabricação de álcool

R$ 3.240,75

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Fabricação de Cal e Gesso

205 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins) opera equipamentos para calcinar materiais - em processo produtivo contínuo ou em batelada -, fazendo limpeza de tanques e vasos, desobstruindo tubulações, conexões e canaletas, transportando insumos para a área de trabalho, programando instrumentos de medição, ajustando as variáveis do processo e os parâmetros dos equipamentos, monitorando o funcionamento dos equipamentos, e expedindo os produtos Prepara-se para o trabalho, verificando ocorrências do turno anterior.

Coleta amostras para análises laboratoriais e interpreta resultados Controla qualidade dos processos e dos produtos Emite relatórios e preenche gráfico de controle e boletins de análise do processo.

Treina novos operadores Cumpre normas técnicas, normas de qualidade e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de prevenção contra incêndios e de preservação ambiental

O que faz um Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins)

O Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins) prepara-se para o trabalho, lendo relatórios, consultando informações operacionais e verificando ocorrências do turno anterior Confere estoque de insumos, requisitando os faltantes.

Verifica cronograma de produção.

Executa etapas do processo produtivo - contínuo ou em batelada -, seguindo ordem de serviço Limpa tanques e vasos e desobstrui tubulações, conexões e canaletas.

Verifica a qualidade da água para fins industriais e potáveis, analisando sua alcalinidade Realiza ramonagem, conforme padrões especificados.

Transporta insumos para a área de trabalho, manualmente ou utilizando carrinhos, veículos automotores ou guinchos.

Programa instrumentos de medição Ajusta as variáveis do processo e os parâmetros dos equipamentos.

Registra as correções executadas nas variáveis do processo.

Opera equipamentos - tais como fornos contínuos, horizontais, rotativos, entre outros -, a fim de calcinar materiais Reveza os equipamentos rotativos Produz em batelada, carregando equipamento com matéria-prima, adicionando aditivos, reagentes e combustível - manualmente ou com processos de alimentação automatizados -, e operando máquina de homogeneização.

Seleciona e monitora os parâmetros do processo, como temperatura, pressão, tempo de reação, injeção de oxigênio, entre outros Prepara o sistema de bica e decantação, limpando, revestindo e aquecendo o sistema de bica e removendo o material contaminado do sistema Prepara área para o descarregamento do material.

Monitora equipamentos de processos contínuos ou em batelada, inspecionando condições de seu funcionamento e variáveis do processo de produção - tais como nível de ruído, nível de óleo, tempo de funcionamento, entre outras -, para obter o produto de acordo com as especificações Registra leitura dos painéis de controle e dos instrumentos de campo.

Coleta amostras das etapas do processo de produção, identificando-as e enviando-as ao laboratório Interpreta e registra os resultados das análises das amostras Mede pH, densidade e condutividade dos produtos.

Identifica pureza dos produtos analisados Executa controle de qualidade dos processos e dos produtos, seguindo procedimentos, instruções e padrões do sistema de qualidade Identifica produtos não conformes – fora do padrão ou com falhas -, separando-os.

Embala e expede os produtos acabados ou residuais, considerados conformes com os padrões estabelecidos Pode reutilizar produtos não conformes no processo produtivo Emite relatório de análise de falhas no processo produtivo e solicita alterações nos procedimentos e nas instruções do processo.

Analisa relatório de não conformidades Preenche gráfico de controle e boletins de análise do processo Elabora relatório para comunicar ocorrências, no final de seu turno Pode fazer uso de sistemas de controle automatizados, em processos de calcinação, para controlar funcionamento de equipamentos Treina novos operadores, mostrando forma de interpretação do fluxograma do processo de produção, orientando sobre o funcionamento dos equipamentos, e demonstrando procedimentos para execução de atividades de rotina.

Emite relatório sobre desempenho dos treinandos Inspeciona os equipamentos, separando os que apresentam falhas no funcionamento e elaborando ordem de serviço para requisitar manutenção Respeita e cumpre a política ambiental da empresa, tratando efluentes conforme padrões especificados Faz uso de novas fontes de energia para o tratamento térmico, a fim de diminuir a emissão de poluentes e reutilizar sobras de materiais Trabalha com segurança, utilizando equipamentos de proteção individual Identifica condições inseguras no trabalho, sinalizando áreas de risco e participando em ações para sua minimização ou, se possível, eliminação Comunica ocorrências de acidente e incidente, registrando-as Simula evacuação de área Combate princípios de incêndio.

Funções do Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins)

O profissional Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins) deve operar etapas do processo produtivo, controlar os resultados das etapas do processo produtivo e do sistema de qualidade, treinar novos operadores, demonstrar competências pessoais, trabalhar com segurança, preparar interfaces de turno de trabalho, monitorar equipamentos e variáveis do processo de produção, produzir em bateladas (celulose, metais, têxtil e produtos químicos), vazar (descarregar) o forno, realizar manobras de alinhamento dos processos.

Condições de trabalho da profissão

Operadores de calcinação e de tratamentos químicos de materiais radioativos atuam na fabricação de produtos químicos, de coque, refino de petróleo, combustíveis nucleares, álcool, pastas, papel e derivados e metalurgia básica. São assalariados com carteira assinada e atuam em equipe (turnos, multifuncional) sob supervisão permanente. O trabalho é presencial, realizado em ambiente fechado ou a céu aberto. Permanecem durante longos períodos em posições desconfortáveis e trabalham sob pressão, o que pode levá-los a situação de estresse constante. Podem, ainda, trabalhar em grandes alturas ou confinados, em algumas atividades, podem ficar e expostos a materiais tóxicos, radiação, ruído intenso, altas temperaturas, poeira, gases e umidade.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

Para o exercício dessas ocupações requer-se o curso técnico de nível médio em metalurgia, siderurgia, química, petroquímica ou áreas afins oferecido por instituições de formação profissional ou escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de experiência profissional.

Atividades exercidas por um Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins)

Um Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins) deve comunicar ocorrências do turno, programar instrumentos de medição (defratômetro, raio x), emitir relatório de análise de falhas no processo produtivo, checar o nível de ruído dos equipamentos, relacionar-se com superiores e subordinados, entregar amostras extras ao laboratório, limpar o sistema de bica, ajustar variáveis do processo, reutilizar produtos não conformes no processo produtivo, acionar chave para energizar (ou desenergizar) equipamentos de baixa tensão após manutenção, corrigir condições inseguras no processo de produção, revezar equipamentos rotativos, limpar piscina de metal, elaborar relatório de ocorrências de turno, requisitar insumos e matérias-primas, analisar em equipe a investigação de acidentes, tamponar o forno, limpar tanques e vasos, identificar condições inseguras no trabalho, identificar pontos de super aquecimento nos equipamentos, comparar dados do processo com padrões estabelecidos, preencher gráfico de controle do processo, analisar relatório de não conformidades, desobstruir tubulações, conexões, canaletas, efetuar pressurização conforme procedimentos, demonstrar persuasão, inspecionar nível de óleo dos equipamentos, instruir a interpretação do fluxograma do processo de produção, liberar através de documento, equipamentos para manutenção, remover resíduos do processo, adicionar aditivos e reagentes, emitir permissão de trabalho (documento que orienta a execução dos serviços para evitar riscos inerentes ao trabalho)., demonstrar autocontrole, combater princípios de incêndio, consultar ocorrências de turno, selecionar etapas do processo, tomar iniciativa, demonstrar fluência verbal, realizar ramonagem (limpeza utilizando vapor), injetar oxigênio para efutuar vazão, sinalizar riscos e pontos críticos do ambiente, preparar área para descarregar materiais, realizar procedimentos, instruções e padrões do sistema de qualidade, operar máquina de homogeneização (misturadores), elaborar ordem de serviço para manutenção dos equipamentos, conferir estoque de insumos e matérias-primas, identificar tipos de amostras, testar equipamentos após manutenção, monitorar a qualidade do produto final, comunicar a ocorrência de acidente e incidente, monitorar a execução de atividades orientadas, manobrar equipamentos de transporte, registrar resultados de análises laboratoriais, operar partida e parada de equipamentos, preencher boletins de análise do processo, monitorar a execução de serviços por terceiros, interpretar normas e procedimentos de segurança, preparar o sistema de bica, decantação e squimer, ler relatórios e informações operacionais, orientar sobre o funcionamento dos equipamentos, identificar o tipo de equipamento para execução das tarefas, demonstrar sociabilidade, resfriar o sistema na primeira vazão, aquecer o sistema de bica, remover material contaminado do sistema, operar equipamentos dentro dos padrões estabelecidos, monitorar tempo de reação do processo, instalar sistema de irrigação para ataque ácido, emitir relatório e informações de desempenho dos treinandos, controlar a temperatura da reação química, carregar insumos e matérias-primas, medir ph, densidade e condutividade do produto (conforme padrões), registrar leitura dos painéis de controles, emitir solicitação de alterações nos procedimentos e instruções do processo produtivo, inspecionar condições de funcionamento dos equipamentos rotativos, analisar a alcalinidade da água, tratar água para fins industriais e potável, orientar o preenchimento da folha de leitura operacional, utilizar equipamentos de proteção individual, coletar amostras das etapas do processo de produção, registrar leitura de instrumentos de campo, discutir ações de segurança (dds, pds), separar bacias para o processo de lixiviação, registrar incidentes e acidentes, separar produtos não conformes, tratar efluentes conforme padrões especificados, embalar produtos acabados ou residuais, executar rotinas operacionais demonstrando-as, identificar pureza dos produtos analisados, expedir resíduos conforme procedimento padrão, efetuar despressurização do sistema, controlar tempo de funcionamento e campanha do equipamento, demonstrar criatividade, conferir o sistema de selagem e refrigeração, demonstrar espírito de liderança, revestir o sistema de bica, identificar produtos não conformes (com falhas, fora dos padrões), sinalizar áreas de risco, empilhar minério, cavaco, sucata e outros (para lixiviação estatística), registrar correções executadas nas variáveis do processo, inspecionar visualmente sistema de bica, executar coleta de amostra, demonstrando procedimentos, interpretar resultados das amostras, controlar insumos e matérias-primas, retirar equipamentos de operação, simular evacuação de área, acionar brigada de segurança, controlar níveis de contaminação no ambiente industrial, carregar equipamentos com matérias-primas, ajustar velocidade (rpm) de equipamentos rotativos, monitorar combustão de fornos, caldeiras.

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins) ficou em 6.00%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins) e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Operadores de calcinação e de tratamentos químicos de materiais radioativos que ficou em 6.00% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins) em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins) ficou em 6.00% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 28,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Operadores de calcinação e de tratamentos químicos de materiais radioativos 2026

O salário de Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins) mostrado aqui é resultado do levantamento de 656 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Operadores de calcinação e de tratamentos químicos de materiais radioativos que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins) com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Operador de Calcinação (tratamento Químico e Afins) CBO 811205 salário