O dissídio de Neuropsiquiatra 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 225133 no cargo de Neuropsiquiatra.
Estado com maior salário médio
Goiás
R$ 11.106,46
(últimos 12 meses)Estado que mais contrata
São Paulo
610 admissões
(últimos 12 meses)Cidade com maior salário médio
Fortaleza - CE
R$ 8.382,94
(últimos 12 meses)Cidade que mais contrata
São Paulo - SP
439 admissões
(últimos 12 meses)Setor com maior salário médio
Atividades de Atendimento Hospitalar
R$ 48.505,67
(últimos 12 meses)Setor com mais contratações
Atividades de Atendimento Hospitalar
265 admissões
(últimos 12 meses)Descrição sumária do cargo
O colaborador no cargo de Neuropsiquiatra realiza diagnóstico e tratamento clínico de transtornos mentais, emocionais e comportamentais - como depressão, esquizofrenia, narcolepsia, bulimia, entre outros - atendendo pacientes em consultórios, clínicas e hospitais Ajuda na reabilitação social de pacientes.
Atua em saúde pública, atendendo nas unidades e nos serviços da Rede de Atenção Psicossocial do Sistema Único de Saúde (SUS) Registra os procedimentos executados Trabalha em equipe multidisciplinar.
Difunde informações sobre prevenção de doenças psiquiátricas Supervisiona equipes Mantém-se atualizado em sua área de atuação.
Efetua pesquisas na área de psiquiatria Elabora documentos médicos Atua com base em princípios de ética profissional.
Cumpre procedimentos, normas técnicas, normas higiênico-sanitárias e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de biossegurança e de preservação ambiental
O que faz um Neuropsiquiatra
O Neuropsiquiatra planeja o atendimento de pacientes para diagnóstico e tratamento clínico de transtornos mentais, emocionais e comportamentais Orienta a preparação do ambiente para receber pacientes de todas as faixas etárias.
Pode dirigir-se a acompanhante durante consulta, em caso de paciente não ter idade ou condições de responder ou interagir.
Realiza o acolhimento de paciente - que deve sentir-se à vontade para expor seus problemas - e, se for o caso, de acompanhante Observa expressão facial de paciente, seus movimentos e maneira de se apresentar.
Faz anamnese, começando pela identificação de paciente Em seguida, dá tempo para paciente expor o motivo da busca por ajuda profissional ou de ser trazido para consulta.
Coleta informações sobre a história da moléstia atual, conhecendo como começou e evoluiu.
Verifica história médica e psiquiátrica antecedente, levantando doenças, cirurgias e internações hospitalares Pede a paciente para falar sobre sua vida pessoal (infância, adolescência e idade adulta), em especial interesses, relacionamento com familiares e colegas, assuntos relacionados à sexualidade, e sentimentos de isolamento.
Questiona sobre a ocorrência de uso abusivo de medicamentos, drogas e álcool.
Colhe informações sobre história familiar, principalmente sobre pais e irmãos e sobre o ambiente familiar Levanta as atitudes e os padrões habituais de comportamento - como estado de humor, capacidade de expressar os sentimentos, entre outros - de paciente Se necessário, faz entrevistas adicionais - com parentes e colegas de paciente - e consultas a outras fontes de informação.
Realiza exame físico, para verificar se sintomas podem estar associados a condições orgânicas Efetua exame psiquiátrico, analisando linguagem e pensamento, sensopercepção, afetividade e humor, atenção e concentração, memória, orientação, consciência, capacidade intelectual, e juízo crítico da realidade Solicita exames laboratoriais (como exame de sangue) e de imagens (videoeletroencefalograma, ressonância magnética, entre outros).
Interpreta os resultados dos exames Pode fazer interconsulta, para discutir diagnóstico e plano de tratamento.
Faz diagnóstico – identificando transtorno de humor (como transtorno afetivo bipolar), psicótico (como esquizofrenia), ansioso (como agorafobia), de alimentação (como bulimia), de personalidade (como transtorno obsessivo compulsivo), de sono (como narcolepsia), ou outro - e prognóstico da doença psiquiátrica Conversa com paciente e/ou responsável sobre a doença, suas implicações e o tratamento Executa o tratamento, conforme tipo de doença diagnosticada.
Pode utilizar terapias e prescrever medicamentos Pode encaminhar paciente para cirurgia Acompanha a evolução do plano terapêutico e ajuda na reabilitação social de paciente.
Atua em hospitais, avaliando pacientes para estabelecer diagnóstico, planejar e implementar tratamento, e monitorar estado de saúde Trabalha em equipe multidisciplinar - com profissionais de terapia ocupacional, fonoaudiologia, nutrição e de outras especialidades -, para prestar cuidados a paciente Registra procedimentos executados conforme normas preestabelecidas.
Emite laudos, relatórios e outros documentos médicos Atua em saúde pública, atendendo pessoas com transtornos mentais, emocionais e comportamentais (inclusive decorrentes do uso de drogas) em unidades e serviços – como Centros de Atenção Psicossocial, Serviços Residenciais Terapêuticos, Equipes Multiprofissionais de Atenção Especializada em Saúde Mental, entre outros - da Rede de Atenção Psicossocial do Sistema Único de Saúde (SUS) Supervisiona equipe, avaliando desempenho e promovendo treinamentos Mantém-se atualizado em sua área de atuação, analisando novas técnicas de diagnóstico e tratamento Difunde informações sobre prevenção de doenças psiquiátricas.
Efetua pesquisas na área de psiquiatria, tais como estudos de alcoolismo e farmacodependências, neurociências e psicofisiologia, e epidemiologia psiquiátrica.
Funções do Neuropsiquiatra
O profissional Neuropsiquiatra deve implementar ações de promoção da saúde, efetuar perícias, auditorias e sindicâncias médicas, tratar pacientes e clientes, demonstrar competências pessoais, difundir conhecimentos médicos, coordenar programas e serviços em saúde, realizar consulta e atendimento médico, elaborar documentos médicos.
Condições de trabalho da profissão
Médicos clínicos os cargos dessa família CBO exercem suas funções em setores cujas atividades referem-se a saúde e serviços sociais, ensino, pesquisa e desenvolvimento. De modo geral atuam por conta própria, na condição de autônomos, sem supervisão permanente. Organizam- se individualmente e em equipe de trabalho, desenvolvendo as atividades em ambientes fechados, em horários de trabalho irregulares. Exceção feita profissionais que atuam no Programa de Estratégia de Saúde da Família, onde exercem suas funções como empregados, com supervisão ocasional e cumprem carga horária semanal prevista em Portaria específica. Podem trabalhar em posições desconfortáveis durante longos períodos e, devido à natureza e nível de responsabilidade próprio da função, podem estar sujeitos a estresse constante. Em algumas ocupações os profissionais podem estar sujeitos a ação de materiais tóxicos, químicos, radioativos e biológicos.
Exigências do mercado de trabalho para a profissão
Essas ocupações são exercidas por profissionais com formação superior em Medicina, credenciados pelo Conselho Regional de Medicina (CRM). O exercício pleno das funções se dá após o período de um a dois anos de experiência profissional e de três a quatro anos para o médico antroposófico. Para o exercício da função no Programa de Estratégia de Saúde da Família não é necessário experiência anterior.
Atividades exercidas por um Neuropsiquiatra
Um Neuropsiquiatra deve planejar tratamento de clientes e pacientes, prestar consultorias e assessorias, elaborar documentos de imagem, prescrever medidas higiênico-dietéticas, descrever ações médicas, demonstrar rapidez de percepção, preparar material didático, praticar procedimentos intervencionais, executar terapêutica genética, emitir receitas, discutir diagnóstico, prognóstico e tratamento com pacientes, clientes, responsáveis e familiares, demonstrar capacidade de atenção seletiva, preencher formulários de notificação compulsória, emitir atestados, promover ações de controle de vetores e zoonoses, emitir pareceres, demonstrar capacidade de interpretar linguagem verbal e não-verbal, solicitar interconsultas, vistoriar ambientes de trabalho, avaliar atos médicos, distribuir tarefas, emitir laudos, realizar atendimento em consultório, demonstrar imparcialidade de julgamento, responder quesitos periciais, acompanhar plano terapêutico do usuário, vistoriar equipamentos e instalações, indicar necessidade de internação, divulgar informações em mídia, praticar intervenções clínicas, encaminhar usuários a outros profissionais, cultivar órgãos e tecidos, fiscalizar treinamento médico, realizar diagnóstico de saúde da comunidade, executar transplantes de órgãos e tecidos, supervisionar propedêutica instrumental, executar tratamento com agentes biológicos, realizar exames complementares, demonstrar altruísmo, estabelecer prognóstico, reabilitar pacientes e clientes (condições biopsicossociais), executar tratamento com agentes químicos, implantar órteses e próteses, desenvolver pesquisas em medicina, demonstrar capacidade de preservar sigilo médico, receitar drogas, medicamentos , fitoterápicos e antroposóficos, implementar medidas de biossegurança, gerenciar recursos financeiros, demonstrar capacidade de liderança, promover atividades educativas, formular quesitos periciais, examinar documentos médicos, participar de encontros, congressos e demais eventos científicos, demonstrar ações médicas, demonstrar capacidade de trabalhar em equipe, demonstrar capacidade de acolhimento, arquivar documentos, demonstrar capacidade de adequar linguagem, elaborar protocolos de condutas médicas, rastrear doenças prevalentes, elaborar relatórios, elaborar material informativo e normativo, praticar psicoterapia, redigir trabalhos científicos, participar de diretorias de associações, entidades de classe e conselhos de saúde, demonstrar capacidade de saber ouvir, realizar anamnese, realizar visitas domiciliares, efetuar necropsias, levantar hipóteses diagnósticas, auxiliar normatização de atividades médicas, demonstrar tolerância, implementar medidas de saúde ambiental, realizar exame físico, despachar expediente, elaborar procedimentos operacionais padrão, executar tratamento com agentes físicos, desenvolver equipamentos, elaborar prontuários, constituir comissões médico-hospitalares, selecionar equipe de trabalho, realizar propedêutica instrumental, ministrar aulas, supervisionar equipe de saúde, diagnosticar estado de saúde de pacientes e clientes, organizar encontros científicos, montar escala de serviços, especificar insumos, selecionar pacientes em situações específicas, avaliar conhecimento de especialistas, solicitar exames complementares, organizar cursos de educação continuada, estabelecer plano de ações em saúde, preparar projetos de pesquisa, prescrever tratamento, administrar situações de urgência e emergência, retirar órgãos e tecidos, interpretar dados de exame clínico e exames complementares, demonstrar capacidade de tomar decisões, demonstrar capacidade de efetuar atendimento humanizado, colher depoimentos, desenvolver procedimentos, emitir declarações, guardar órgãos e tecidos, prestar depoimentos, indicar tratamento, realizar visitas hospitalares, supervisionar atos médicos, demonstrar empatia, monitorar estado de saúde de pacientes hospitalizados, realizar atendimentos de urgência e emergência, assistir parto, demonstrar capacidade de lidar com situações adversas, promover campanhas de saúde, implementar medidas de segurança e proteção do trabalhador, ministrar tratamentos preventivos, prescrever imunização.
Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria
O reajuste salarial 2026 para Neuropsiquiatra ficou em 4.60%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Neuropsiquiatra e os sindicatos patronais.
Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Médicos clínicos que ficou em 4.60% para 2026.
Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Neuropsiquiatra em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.
Reajuste e valor do vale refeição 2026
O reajuste médio do vale refeição 2026 para Neuropsiquiatra ficou em 5.60% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.
Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 44,00 por dia efetivamente trabalhado.
Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Médicos clínicos 2026
O salário de Neuropsiquiatra mostrado aqui é resultado do levantamento de 1.211 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Médicos clínicos que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.
Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Neuropsiquiatra com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira: