O dissídio de Marcador de Toras 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 632105 no cargo de Marcador de Toras.
Estado com maior salário médio
Santa Catarina
R$ 1.940,39
(últimos 12 meses)Estado que mais contrata
Maranhão
226 admissões
(últimos 12 meses)Cidade com maior salário médio
Espigão D Oeste - RO
R$ 1.932,36
(últimos 12 meses)Cidade que mais contrata
Grajau - MA
56 admissões
(últimos 12 meses)Setor com maior salário médio
Comércio Atacadista de Madeira e Produtos Derivados
R$ 1.873,25
(últimos 12 meses)Setor com mais contratações
Atividades de Apoio à Produção Florestal
86 admissões
(últimos 12 meses)Descrição sumária do cargo
O colaborador no cargo de Classificador de toras classifica árvores de florestas diversas – plantadas, renováveis, nativas e manejadas, toras e toretes Fiscaliza e organiza o recebimento e a expedição da madeira.
Pode operar equipamento-esteira – log sorter -, para classificação, medição e transporte de toras e toretes Cumpre normas técnicas de manejo sustentável, normas regulamentadoras do Serviço Florestal Brasileiro e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de prevenção de incêndios
O que faz um Marcador de Toras
O Classificador de toras classifica árvores de florestas diversas – plantadas, renováveis, nativas e manejadas -, em matas, locais de derrubada e estaleiramento (ou esplanada) Identifica as espécies das árvores e descreve suas características.
Pode sinalizar árvores selecionadas.
Fiscaliza o recebimento da madeira nos pátios de estocagem, organizando as atividades de descarga e estaleiramento e confrontando registros para certificar-se da correção dos procedimentos e do bom estado do material Classifica e examina a madeira recebida, verificando sua espécie, qualidade, volume e correspondência às especificações indicadas pelos serviços de tombamento.
Classifica e mede pilhas de toras e toretes, registrando dados quantitativos e qualitativos, tais como espécie, diâmetro e comprimento Registra as medidas, usando convencionalmente hipsômetros ou outros instrumentos de medida, como paquímetro e fita dendométrica.
Pode usar instrumentos digitais.
Em pátios de recebimento de indústrias de tecnologias não convencionais, opera equipamento-esteira (log sorter) para classificação e medição - feitas por sensores e escâner e registradas em meios digitais -, além do transporte de toras e toretes Utiliza softwares de entrada de dados, de sistema de classificação e medição e de controle do transportador de toras e toretes.
Acondiciona e expede toras e toretes, organizando as atividades de embarque.
Indica o valor econômico da madeira, com base na espécie, na qualidade e no volume Controla volume e estoques de madeiras Organiza o local de trabalho.
Mantém equipamentos, ferramentas e instrumentos de medidas organizados, acondicionados e em plenas condições de uso e funcionamento Zela pela segurança, identificando áreas com riscos de incêndios e de ataques por animais, sinalizando locais com risco de acidentes, e utilizando Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para evitar cortes e ferimentos com as ferramentas de trabalho Pode apagar incêndios em florestas.
Pode prestar primeiros socorros.
Funções do Classificador de toras
O profissional Marcador de Toras deve inventariar florestas, transportar Árvores, toras e toretes, realizar medições, extrair madeira, demonstrar competências pessoais, empregar medidas de segurança, condicionar solo para plantio, reflorestar Áreas.
Condições de trabalho da profissão
Extrativistas e reflorestadores de espécies produtoras de madeira atuam em empresas de extração e beneficiamento de madeira e seus derivados como empregados com carteira assinada. Organizam-se em equipe, como supervisão permanente, no horário diurno e a céu aberto. Todos estão sujeitos à variação climática e o operador de motosserra trabalha em posição desconfortável e exposto a ruído intenso.
Exigências do mercado de trabalho para a profissão
Para o exercício dessas ocupações, requer-se a quarta série do ensino fundamental e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas-aula (exceto o trabalhador da extração florestal, que não necessita de curso de qualificação). O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional.
Atividades exercidas por um Classificador de toras
Um Classificador de toras deve registrar treinamento de colegas, regular equipamentos, relatar ocorrências de incêndios, pragas, desmatamentos e intempéries, identificar áreas de extração, guardar equipamentos, cubar toras e toretes, classificar toras conforme diâmetro e comprimento, dar prova de coragem, marcar pontos de cortes em árvores, aceirar plantações, conferir inclinação de árvores, conferir distâncias entre equipes em áreas de extração, treinar colegas de trabalho, demonstrar senso de direção, baldear toras e toretes de campo para estrada, demonstrar raciocínio quantitativo, limpar pilhas de toras e toretes, atentar para detalhes, empilhar árvores, toras e toretes, medir pilhas de árvores, toras e toretes baldeados, trabalhar em equipe, anotar medidas coletadas, dar prova de resistência física, indicar áreas de derrubada de árvores com placas de advertência, amolar foice e machadinha, separar madeira conforme utilização, detectar riscos de acidentes, sinalizar árvores selecionadas, descrever características de árvores, localizar formigueiros, conferir medidas, apagar incêndios em florestas, coletar amostras de solo, acondicionar toras e toretes, identificar espécies de árvores, observar presença de ganchos em toras, separar roletes de madeira, verificar volume e estoques de madeiras, observar direção de vento.
Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria
O reajuste salarial 2026 para Marcador de Toras ficou em 5.50%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Marcador de Toras e os sindicatos patronais.
Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Extrativistas e reflorestadores de espécies produtoras de madeira que ficou em 5.50% para 2026.
Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Marcador de Toras em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.
Reajuste e valor do vale refeição 2026
O reajuste médio do vale refeição 2026 para Marcador de Toras ficou em 6.50% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.
Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 19,00 por dia efetivamente trabalhado.
Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Extrativistas e reflorestadores de espécies produtoras de madeira 2026
O salário de Marcador de Toras mostrado aqui é resultado do levantamento de 844 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Extrativistas e reflorestadores de espécies produtoras de madeira que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.
Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Marcador de Toras com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira: