O dissídio de Engenheiro Especialista em Tecnologia de Madeira 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 222120 no cargo de Engenheiro Especialista em Tecnologia de Madeira.

Estado com maior salário médio

Rio de Janeiro

R$ 11.273,21

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

126 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Manaus - AM

R$ 7.510,64

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

Brasília - DF

61 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Locação de Mão-De-Obra Temporária

R$ 9.619,00

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Serviços de Engenharia

196 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Engenheiro florestal Planeja, implementa, coordena e fiscaliza projetos de preservação, manejo e expansão de áreas florestais públicas e privadas, nativas ou plantadas, para exploração de recursos naturais madeireiros e não madeireiros, com fins econômicos, recreativos e de conservação Supervisiona as atividades de florestamento, reflorestamento, extrativismo sustentável e industrialização.

Fiscaliza os inventários florestais, da vida selvagem, dos recursos hídricos e do solo Desenvolve e orienta equipes, sistemas de produção e comercialização de produtos, mecanização e automação florestal Realiza vistorias, perícias e auditorias, presta assistência técnica, consultoria e assessoria.

Pode atuar em pesquisa e extensão, eventos científicos e comerciais Atua conforme legislação profissional, normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação ambiental

O que faz um Engenheiro Especialista em Tecnologia de Madeira

O Engenheiro florestal planeja, implementa, coordena, orienta, gerencia e supervisiona a produção da silvicultura de áreas públicas e privadas, especificando recursos e processos, por meio da elaboração e implementação de projetos, assistência, assessoria, consultoria técnica, aplicando conhecimentos e metodologias de engenharia florestal Realiza diagnóstico, identificando potencialidades regionais.

Levanta dados e informações técnicas para a realização de projetos e atendimento de demandas de produtores e organizações.

Inventaria recursos físicos e financeiros, estima custos, define parâmetros da produção e da qualidade Realiza estudos de viabilidade técnica, socioeconômica e ambiental, propondo e discutindo soluções e negociando alternativas.

Planeja o manejo de recursos hídricos de bacias hidrográficas Analisa e intermedeia propostas técnicas, acordos, contratos, convênios, programas de trabalho, planos de ação.

Elabora orçamentos, estudos estatísticos, inventários, levantamentos topográficos e ambientais, cronogramas e calendários de produção e de gestão, normas internas e comunicação técnica.

Prescreve receituário, emite laudos, relatórios e pareceres relativos à silvicultura Capta e administra recursos, podendo orientar formas de organização do trabalho.

Desenvolve, treina e organiza equipes.

Supervisiona as atividades produtivas, em sistemas de florestas nativas e de florestas plantadas, considerando fatores econômicos, sociais e ecológicos para a produção e ou extrativismo sustentável de produtos madeireiros e não madeireiros Presta assistência e consultoria, realizando visitas, vistorias, perícias, avaliações, arbitragem, padronização, monitoramento, mensuração e análises, orientando e fiscalizando implantação de sistemas de silvicultura, controle integrado de pragas, plantas invasoras e doenças florestais, sistemas de adubação, irrigação e drenagem e construções rurais Gerencia projetos e empreendimentos de silvicultura, podendo administrá-los diretamente e ou prestar assistência e consultoria.

Planeja e desenvolve práticas de florestamento, reflorestamento e de recuperação de áreas degradadas Especifica espécies vegetais, dimensiona a silvicultura e sua integração com indústrias madeireira, carvoeira, de celulose e papel, de óleos, fibras, resinas, látex, de reciclagem de resíduos de madeira Elenca áreas e recursos, bem como avalia aspectos e riscos climáticos e de mercado.

Dimensiona e implementa recursos de mecanização florestal, acompanha, avalia e testa o desempenho de equipamentos, máquinas e materiais Propõe e adapta técnicas, tecnologias, produtos e serviços, orientando tecnicamente a produção, a administração da silvicultura, o inventário florestal, o cultivo, a colheita e o transporte de árvores, toras, chapas e partes produtivas, bem como processos de beneficiamento e processamento, transporte, armazenamento, distribuição e comercialização de produtos, incluindo a integração entre equipamentos, softwares, sistemas e trabalho em rede.

Executa levantamentos topográficos e desenhos técnicos, orienta a coleta de amostras - solo, água, plantas e animais silvestres - para análises laboratoriais Elabora instruções e procedimentos e orienta equipes de operação Pode trabalhar ou orientar o trabalho no desenvolvimento de híbridos e pesquisas em biotecnologia.

Cumpre e faz cumprir normas técnicas e legislação de segurança do trabalho Trabalha conforme normas técnicas e legislação de regulamentação da silvicultura Promove, incentiva e executa práticas de reflorestamento, trabalhando em prol da mitigação de danos ambientais.

Inspeciona e reporta irregularidades em práticas da silvicultura e do extrativismo Pode ministrar cursos e palestras, participar e organizar eventos científicos e comerciais, atuar em pesquisa, ensino, extensão Atua em equipes multidisciplinares, de forma crítica, criativa e comunicativa, fomentando ações de empreendedorismo e inovação.

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Funções do Engenheiro florestal

O profissional Engenheiro Especialista em Tecnologia de Madeira deve coordenar atividades agrossilvipecuárias e o uso de recursos naturais renováveis e ambientais, comunicar-se, elaborar documentação técnica e científica, executar atividades agrossilvipecuárias e do uso de recursos naturais renováveis e ambientais, demonstrar competências pessoais, prestar assistência e consultoria técnicas e extensão rural, fiscalizar atividades agrossilvipecuárias e o uso de recursos naturais renováveis e ambientais, planejar atividades agrossilvipecuárias e do uso de recursos naturais renováveis e ambientais, desenvolver tecnologia.

Condições de trabalho da profissão

Engenheiros agrossilvipecuários trabalham em atividades da agricultura, pecuária e silvicultura, exploração florestal, pesca e aqüicultura, em empresas públicas e privadas e em cooperativas de produtores. Atuam como empregados, prestadores de serviços ou servidores públicos. Há possibilidade de colocação também em órgãos públicos fiscalizadores da qualidade ou classificadores de produtos e em empresas públicas de extensão rural. Trabalham em equipe, com supervisão ocasional, a céu aberto, ficando, muitas vezes, expostos a condições climáticas adversas. Podem permanecer em condições desconfortáveis por longos períodos, sujeitos a exposição de materiais tóxicos e ruídos intensos.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

As ocupações requerem o curso superior completo na área para o seu exercício. É freqüente a presença de profissionais com cursos de mestrado, doutorado ou cursos de especialização.

Atividades exercidas por um Engenheiro florestal

Um Engenheiro florestal deve intermediar convênios, contratos, parcerias, desenvolver raciocínio lógico, emitir laudos e pareceres técnicos, executar levantamento ambiental, analisar viabilidade técnica, socioeconômica e ambiental de soluções propostas, elaborar estudos estatísticos, desenvolver biotecnologia, demonstrar receptividade, coordenar equipe de trabalho, desenvolver liderança, inventariar recursos físicos e financeiros de empreendimento, ministrar cursos, seminários, palestras., realizar visitas técnicas, cultivar flexibilidade na relação interpessoal, orientar processos de uso sustentável e conservação de solo, água e meio ambiente, estimar custos, evidenciar adaptabilidade, coordenar treinamentos, orientar utilização de fontes alternativas de energia, embargar atividades agrossilvipecuárias de estabelecimentos infratores, desenvolver expressão escrita, adaptar linguagem, desenvolver programas computacionais específicos, supervisionar atividades de sistema de produção (agricultura, aquicultura, silvicultura, pecuária), elaborar projetos, avaliar atividades agrossilvipecuárias, analisar projetos, contratos, convênios, propostas técnicas, programas de trabalho., discutir soluções propostas com envolvidos, orientar comercialização de produtos agrossilvipecuários, definir ordenamento cronológico e logística de ações, organizar eventos, demonstrar discernimento, realizar estudos de mercados, demonstrar criatividade, administrar recursos patrimoniais, orientar planejamento, execução, controle e administração de sistemas produtivos, apreender produtos agrossilvipecuários, diagnosticar situações, autuar crimes ambientais e florestais, realizar perícias e auditorias, desenvolver processos e sistemas de tratamento de resíduos, supervisionar construção e manutenção de infraestrutura rural, elaborar artigos técnico-científicos, organizar associações de produtores, desenvolver expressão oral, desenvolver produtos, equipamentos e acessórios, fiscalizar obras em execução, elaborar normas e procedimentos técnicos, inspecionar qualidade e sanidade de produto, supervisionar processos de tratamento de resíduos, captar recursos financeiros, elaborar inventário de recursos disponíveis (naturais, máquinas, equipamentos), demonstrar espírito empreendedor, fiscalizar atividades de extrativismo, coordenar programas e convênios interinstitucionais, definir parâmetros de produção, monitorar itens de controle do processo produtivo e/ou ambiental, executar levantamento topográfico, orientar administração de propriedade rural, elaborar relatórios de atividade, analisar amostras colhidas e resultados de análises laboratoriais, prescrever receituário agropecuário, supervisionar processos de recuperação de área degradada, elaborar material para divulgação de produtos, serviços, equipamentos, desenvolver capacidade de negociação, supervisionar processo em manejo de recursos naturais (bióticos e abióticos), adaptar tecnologia, testar desempenho de equipamentos, máquinas, materiais, identificar necessidades, fiscalizar procedência, transporte e comercialização de produtos de origem animal e vegetal, administrar recursos financeiros, levantar informações técnicas.

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Engenheiro Especialista em Tecnologia de Madeira ficou em 5.60%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Engenheiro Especialista em Tecnologia de Madeira e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Engenheiros agrossilvipecuários que ficou em 5.60% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Engenheiro Especialista em Tecnologia de Madeira em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Engenheiro Especialista em Tecnologia de Madeira ficou em 4.90% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 42,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Engenheiros agrossilvipecuários 2026

O salário de Engenheiro Especialista em Tecnologia de Madeira mostrado aqui é resultado do levantamento de 760 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Engenheiros agrossilvipecuários que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Engenheiro Especialista em Tecnologia de Madeira com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Engenheiro Especialista em Tecnologia de Madeira CBO 222120 salário