O dissídio de Agente de Proteção Social de Rua 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 515310 no cargo de Agente de Proteção Social de Rua.

Estado com maior salário médio

Roraima

R$ 3.605,90

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

2.814 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

Manaus - AM

R$ 1.527,65

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

São Paulo - SP

1.956 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Serviços de Assistência Social sem Alojamento

R$ 4.148,27

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Atividades de Associações de Defesa de Direitos Sociais

3.479 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Agente de Proteção Social de Rua cuida de pessoas em situação de risco e/ou vulnerabilidade social, violência e exploração física e psicológica, em centros de referência de assistência social Auxilia no planejamento de projetos ou programas sociais.

Desenvolve ações de natureza socioeducativa, atividades recreativas, esportivas, culturais e de lazer Cumpre legislação, procedimentos de serviços de atendimento social e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação do meio ambiente

O que faz um Agente de Proteção Social de Rua

O Agente de Proteção Social de Rua auxilia no planejamento de projetos ou programas sociais, que visam estimular a socialização e a construção de projetos de vida Desenvolve ações de natureza socioeducativa, atividades recreativas, esportivas, culturais e de lazer para pessoas - em especial crianças, jovens e idosos - em situação de risco e/ou vulnerabilidade social, violência e exploração física e psicológica.

Realiza atendimento interno - em instituições - ou externo - em visitas domiciliares e espaços públicos -, para identificação de possíveis situações de violações de direitos de pessoas ou de grupos vulneráveis.

Participa na verificação de denúncias e de pedidos de ajuda de famílias em situação de risco, que poderão ser encaminhadas a instituições e a serviços de apoio e proteção Auxilia na análise das práticas, na avaliação do resultado das ações e na elaboração de relatórios sobre a efetividade do atendimento realizado.

Pode auxiliar na redefinição de ações e estratégias Pode participar do estabelecimento de parcerias com entidades públicas ou privadas.

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Funções do Agente de Proteção Social de Rua

O profissional Agente de Proteção Social de Rua deve comunicar-se, planejar trabalho, desenvolver ações para garantir direitos dos assistidos/usuários /educandos/ internos, desenvolver atividades socioeducativas, abordar assistidos/usuários/educandos/ internos, avaliar processo de trabalho, identificar necessidades/demandas, demonstrar competências pessoais, sensibilizar assistidos/usuários/ internos.

Condições de trabalho da profissão

Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei o trabalho é exercido em instituições ou nas ruas. As atividades são exercidas com alguma forma de supervisão, geralmente em equipes multidisciplinares. Os horários de trabalho são variados: tempo integral, revezamento de turno ou períodos determinados. Os trabalhores desta família ocupacional lidam diariamente com situações de risco,assistindo indivíduos com alteração de comportamento, agressividade e em vulnerabilidade.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

O acesso às ocupações da família é livre sem requisitos de escolaridade. No caso do Monitor de ressocialização prisional, exige-se segundo grau completo e curso básico. No caso dos socioeducadores, exige-se o segundo grau completo. Para a ocupação de conselheiro tutelar observa-se uma diversidade bastante acentuada no que diz respeito à escolaridade,que pode variar de ensino fundamental incompleto à superior completo.

Atividades exercidas por um Agente de Proteção Social de Rua

Um Agente de Proteção Social de Rua deve denunciar situação de risco, demonstrar coragem, demonstrar persistência, aconselhar assistidos/usuários/educandos/ internos, assumir riscos, aconselhar mudanças de comportamento, permanecer em estado de alerta, realizar atividades recreativas e esportivas, agendar visitas, acompanhar reinserção familiar e social dos assistidos/usuários, encaminhar documentação oficial, construir hábitos, demonstrar capacidade de negociação, demonstrar pró atividade, contornar situações adversas, estabelecer cronograma, demonstrar capacidade de compreensão, elaborar relatórios de atendimento e acompanhamento, identificar público-alvo, preencher documentos, pesquisar histórico familiar, verificar denúncias, estabelecer parcerias com entidades públicas e/ou privadas, definir objetivos, mapear perímetros ou áreas, avaliar reinserção dos assistidos/usuários, resgatar autoestima, solicitar resgate de assistidos/usuários/ internos, realizar atividades de lazer e cultura, notificar pessoas e entidades, demonstrar facilidade de comunicação, atender solicitações dos assistidos/usuários/educandos/ internos, trocar experiências, receber pedidos de ajuda da família, despertar aptidões, habilidades, acompanhar reuniões socioeducativas, planejar eventos, dialogar com familiares e/ou vizinhança, analisar casos, observar necessidades de assistidos/usuários/educandos, levantar dados estatísticos, participar da elaboração de questionários, convidar assistidos/usuários para participar de atividade socioeducativa, demonstrar entusiasmo, aproximar-se dos assistidos/usuários, dialogar com assistidos/usuários/educandos, inspirar confiança, estabelecer roteiro de visitas, definir metas, realizar visitas domiciliares, fazer recâmbio de assistidos/usuários/educandos, mapear público-alvo, definir rotina administrativa, definir estratégias, respeitar diferenças, buscar identificação e empatia, participar da elaboração das normas, resgatar assistidos/usuários/ internos, despertar nos assistidos/usuários/educandos desejo para mudar de vida, despertar esperança, orientar assistidos/usuários/ internos/ familiares e educandos sobre e os direitos e/ou deveres, administrar conflitos, criar vínculos, observar comportamento de assistidos/usuários/educandos/ internos, demonstrar criatividade, conscientizar sobre riscos, encaminhar assistidos/usuários / internos/ familiares a entidades e serviços, alterar estratégias, percorrer perímetros e áreas, acompanhar assistidos/usuários/educandos/ internos a atendimentos, realizar atividades artísticas, abrir procedimento de atendimento, agir sob pressão, analisar práticas, desenvolver dinâmica de grupo, receber demanda espontânea, desenvolver oficinas, receber informações sobre violação de direitos, analisar resultados, identificar direito violado dos assistidos/usuários/educandos/ internos, exercitar atividade de escuta, fazer devolutiva, avistar assistidos/usuários, trabalhar em equipe, monitorar comportamento, demonstrar autocontrole, apontar alternativas, cadastrar assistidos/usuários/educandos/ internos, demonstrar flexibilidade, tomar decisões, servir de exemplo, avaliar ações, definir metodologia de trabalho.

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Agente de Proteção Social de Rua ficou em 5.20%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Agente de Proteção Social de Rua e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei que ficou em 5.20% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Agente de Proteção Social de Rua em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Agente de Proteção Social de Rua ficou em 5.80% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 30,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei 2026

O salário de Agente de Proteção Social de Rua mostrado aqui é resultado do levantamento de 8.531 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Agente de Proteção Social de Rua com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Agente de Proteção Social de Rua CBO 515310 salário