O dissídio de Técnico em Gesso Hospitalar 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 322605 no cargo de Técnico em Gesso Hospitalar.
Estado com maior salário médio
Bahia
R$ 2.824,70
(últimos 12 meses)Estado que mais contrata
São Paulo
750 admissões
(últimos 12 meses)Cidade com maior salário médio
São Luís - MA
R$ 2.175,91
(últimos 12 meses)Cidade que mais contrata
São Paulo - SP
340 admissões
(últimos 12 meses)Setor com maior salário médio
Atividades de Atenção Ambulatorial
R$ 2.942,03
(últimos 12 meses)Setor com mais contratações
Atividades de Atendimento Hospitalar
482 admissões
(últimos 12 meses)Descrição sumária do cargo
O colaborador no cargo de Técnico em Gesso Hospitalar realiza imobilização de lesões ortopédicas - sob a supervisão de profissionais de nível superior -, interpretando prescrição médica, preparando o paciente, preparando o procedimento, confeccionando aparelho de imobilização, orientando o paciente sobre uso e conservação da imobilização, encaminhando o paciente ao médico para avaliação, após o período previsto de imobilização, e retirando aparelho de imobilização Auxilia o médico ortopedista nas reduções e trações esqueléticas e em imobilizações realizadas no centro cirúrgico.
Elabora relatório de plantão e transcreve resultados de procedimentos em sistema Cumpre normas técnicas e normas regulamentadoras de biossegurança, de saúde e segurança no trabalho e de preservação ambiental
O que faz um Técnico em Gesso Hospitalar
O Técnico em Gesso Hospitalar prepara o ambiente, organizando a sala de imobilizações e providenciando a sua limpeza Examina o funcionamento dos equipamentos e confere a disponibilidade de material em estoque para realização dos procedimentos.
Verifica o material, acondicionando a quantidade necessária.
Prepara o paciente, recepcionando-o e autorizando (ou não) a entrada de acompanhante Verifica alergias do paciente aos materiais.
Certifica-se, com o paciente, sobre o local a ser imobilizado Explica ao paciente o procedimento que irá ser realizado, sanando todas as dúvidas antes da realização.
Prepara o procedimento, analisando o tipo de imobilização com base na prescrição médica, examinando as condições da área a ser imobilizada, liberando a área a ser imobilizada de anéis e outros ornamentos, efetuando a assepsia do local a ser imobilizado, e posicionando o paciente.
Protege o paciente com avental, lençol e biombo ou cortina Informa ao médico sua análise da fratura ou luxação e relata as condições da área a ser imobilizada.
Confirma a escolha do tipo de imobilização com o médico.
Higieniza as mãos e coloca as luvas de procedimento Confecciona aparelhos de imobilização – tais como tala metálica, aparelhos gessados circulares, goteiras gessadas, enfaixamentos, colar cervical, esparadrapagem e trações cutâneas -, com materiais sintéticos Remove resíduos de gesso do paciente.
Orienta o paciente sobre uso e conservação da imobilização Encaminha o paciente ao médico para avaliação, após o período previsto de imobilização Recebe autorização do médico para a retirada da imobilização ortopédica.
Explica ao paciente o procedimento a ser realizado Pode bivalvar o aparelho gessado, remover tala e/ou goteira gessada, cortar aparelho gessado com cizalha, retirar aparelho gessado com serra elétrica vibratória, remover enfaixamentos, retirar aparelho gessado com bisturi ortopédico, remover aparelho sintético, ou remover talas metálicas.
Explica os cuidados que o paciente deve ter Auxilia o médico ortopedista nas reduções e trações esqueléticas e em imobilizações realizadas no centro cirúrgico Prepara material e instrumental para procedimentos médicos.
Confirma a integridade das imobilizações dos pacientes internados Segue orientação do médico para reforçar aparelho gessado, colocar salto ortopédico, fender e frisar o aparelho gessado, abrir janela no aparelho gessado e preparar modelagem de coto Registra informações técnicas e elabora relatório de plantão.
Transcreve resultados de procedimentos de imobilização ortopédica em sistemas informatizados Dialoga tecnicamente com os profissionais das várias áreas de saúde Providencia serviços de manutenção de equipamentos, quando necessário.
Providencia a limpeza e a higienização do local de trabalho Mantém o ambiente arejado Realiza o acondicionamento dos materiais perfurocortantes para descarte Trabalha com segurança, utilizando Equipamentos de Proteção Individual (EPI) – tais como luvas, máscara, avental, óculos e protetor auricular, prevenindo acidentes, mantendo postura ergonomicamente correta, precavendo-se contra efeitos adversos dos produtos, e submetendo-se a exames médicos periódicos.
Funções do Técnico em Gesso Hospitalar
O profissional Técnico em Gesso Hospitalar deve demonstrar competências pessoais, preparar o paciente e o procedimento, confeccionar a imobilização, trabalhar com segurança, organizar a sala de imobilizações, comunicar-se, retirar a imobilização, realizar procedimentos adicionais.
Condições de trabalho da profissão
Técnicos de imobilizações ortopédicas trabalham em hospitais, postos de saúde, clínicas e empresas ligadas à saúde e ou serviço social. Trabalham individualmente ou junto a equipes médicas, com supervisão permanente de médicos. São assalariados, com carteira assinada, que trabalham em horários diurnos, noturnos e em rodízio de turnos. Em algumas vezes, são expostos a material tóxico e ruído intenso, dependendo da atividade exercida.
Exigências do mercado de trabalho para a profissão
O exercício da ocupação requer ensino de nível médio, mais curso de profissionalização de duzentas a quatrocentas horas-aula. Em geral, esses profissionais apresentam longo aprendizado no próprio emprego. A exigência de escolaridade ocorre para aqueles que estiverem ingressando no mercado e sem experiência anterior comprovada, que pode variar de um a dois anos. A formação profissional específica para técnico em imobilização ortopédica é recente.
Atividades exercidas por um Técnico em Gesso Hospitalar
Um Técnico em Gesso Hospitalar deve preparar modelagem de coto, retirar aparelho gessado com bisturi ortopédico, confeccionar goteiras gessadas, estimar a quantidade de material a ser utilizado, proteger a integridade física do paciente, demonstrar autoconfiança, acondicionar o material, confeccionar colar cervical, remover enfaixamentos, mostrar discernimento, reforçar aparelho gessado, confeccionar esparadrapagem, usar epi (luvas, máscara, avental, óculos e protetor auricular), certificar-se, com o paciente, sobre o local a ser imobilizado, remover talas metálicas, confeccionar aparelhos de imobilização com materiais sintéticos, fender o aparelho gessado, registrar informações técnicas, orientar o paciente sobre o uso e conservação da imobilização, recepcionar o paciente, confeccionar enfaixamentos, confeccionar aparelhos gessados circulares, trabalhar em equipe, instruir o responsável sobre a retirada de aparelho gessado de pé torto congênito, manter postura ergonômica, informar ao médico as condições da área a ser imobilizada, providenciar a limpeza da sala, retirar aparelho gessado com serra elétrica vibratória, efetuar a assepsia do local a ser imobilizado, encaminhar o paciente ao médico para avaliação da imobilização, confirmar a integridade das imobilizações dos pacientes internados, revelar senso estético, registrar relatório de plantão, atualizar-se profissionalmente, cuidar da aparência pessoal, analisar o tipo de imobilização com base na prescrição médica, exibir cordialidade, remover aparelho sintético, confeccionar tala metálica, remover resíduos de gesso do paciente, verificar condições da área a ser imobilizada, liberar a área a ser imobilizada de anéis e outros ornamentos, solicitar material de almoxarifado, lavanderia, farmácia e centro cirúrgico, colocar salto ortopédico, demonstrar respeito na relação com o paciente, atentar para as condições psicológicas do paciente e do acompanhante, dialogar tecnicamente com os profissionais das várias áreas de saúde, manter o ambiente arejado, bivalvar o aparelho gessado, tomar vacinas, verificar alergias do paciente aos materiais, trabalhar com ética profissional, ler a prescrição médica, relatar ao médico queixas do paciente, remover tala e ou goteira gessada, submeter-se a exames médicos periódicos, prestar primeiros socorros, autorizar ou não a entrada de acompanhante, demonstrar paciência, posicionar o paciente, confirmar a prescrição com o médico, avaliar as condições de uso do material e instrumental, confeccionar trações cutâneas, zelar pela organização da sala, verificar a suficiência de espaço físico na sala de imobilização, explicar ao paciente o procedimento de retirada do aparelho gessado, proteger o paciente com biombo, lençol, avental, cortina e outros, exercitar iniciativa, auxiliar o médico ortopedista nas reduções e trações esqueléticas, controlar estoque, cortar aparelho gessado com cizalha, saber ouvir, frisar o aparelho gessado, verificar a existência do equipamento, abrir janela no aparelho gessado, auxiliar o médico ortopedista em imobilizações no centro cirúrgico, preparar material e instrumental para procedimentos médicos, armazenar material perfurocortante para descarte, precaver-se contra efeitos adversos dos produtos, supervisionar equipe.
Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria
O reajuste salarial 2026 para Técnico em Gesso Hospitalar ficou em 4.90%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Técnico em Gesso Hospitalar e os sindicatos patronais.
Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Técnicos de imobilizações ortopédicas que ficou em 4.90% para 2026.
Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Técnico em Gesso Hospitalar em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.
Reajuste e valor do vale refeição 2026
O reajuste médio do vale refeição 2026 para Técnico em Gesso Hospitalar ficou em 5.80% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.
Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 20,00 por dia efetivamente trabalhado.
Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Técnicos de imobilizações ortopédicas 2026
O salário de Técnico em Gesso Hospitalar mostrado aqui é resultado do levantamento de 1.489 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Técnicos de imobilizações ortopédicas que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.
Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Técnico em Gesso Hospitalar com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira: