O dissídio de Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural 2026 já saiu. Veja aqui o salário mínimo, piso salarial e salário médio em todos os estados, capitais e principais cidades brasileiras de acordo com a convenção coletiva, acordo coletivo ou dissídio do sindicato de profissionais registrados em carteira com o CBO 114405 no cargo de Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural.

Estado com maior salário médio

São Paulo

R$ 9.741,66

(últimos 12 meses)

Estado que mais contrata

São Paulo

58 admissões

(últimos 12 meses)

Cidade com maior salário médio

São Paulo - SP

R$ 16.980,56

(últimos 12 meses)

Cidade que mais contrata

São Paulo - SP

16 admissões

(últimos 12 meses)

Setor com maior salário médio

Atividades de Associações de Defesa de Direitos Sociais

R$ 9.073,32

(últimos 12 meses)

Setor com mais contratações

Atividades de Associações de Defesa de Direitos Sociais

60 admissões

(últimos 12 meses)

Descrição sumária do cargo

O colaborador no cargo de Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural exerce a direção e a administração de organização da sociedade civil, que se destina à promoção de atividades - de assistência social, de cultura, de educação, de saúde, de combate à pobreza, dentre outras finalidades previstas em lei -, sem fins lucrativos Forma equipes de colaboradores, desenvolvendo sua capacitação.

Organiza trabalho voluntário Realiza a gestão administrativa, financeira e das pessoas da organização Promove a sustentabilidade da instituição.

Busca apoios, negociando contratos e convênios Participa da elaboração de termos de parceria com órgãos do poder público, para execução de atividades relacionadas com as finalidades da organização Desenvolve o processo de comunicação.

Representa a organização Atua com ética em todas as práticas de gestão Cumpre legislação e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação ambiental.

O que faz um Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural

O Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural prepara-se para atuar em organizações da sociedade civil – correspondentes ao “terceiro setor”, de direito privado, sem fins lucrativos, que se diferenciam do Estado (primeiro setor) e do mercado (segundo setor) -, que se destinam à promoção de assistência social, de cultura, de educação, de saúde, de combate à pobreza, dentre outras finalidades previstas em lei Analisa o cenário socioeconômico, identifica demandas e projeta cenários e tendências.

Verifica legislação e monitora políticas públicas.

Assume a direção e a administração de uma organização da sociedade civil Planeja políticas institucionais e estabelece prioridades.

Define diretrizes, objetivos, metas e alocação de recursos, de acordo com a missão da organização Formula e elabora estratégias de atuação.

Prepara o plano plurianual e os planos anuais de ação da instituição.

Formula projetos Articula conselho consultivo e administrativo, para instituir e manter órgãos e corpo dirigente da organização.

Promove a sustentabilidade da instituição, por meio da captação de recursos financeiros, tendo em vista a implementação e o fortalecimento da missão institucional.

Articula alianças estratégicas, interagindo com públicos de interesse (“stakeholders”) e estabelecendo parcerias Busca e negocia apoios Negocia contratos e convênios.

Participa da elaboração de termos de parceria com órgãos do poder público, para fomentar a execução de atividades relacionadas às finalidades da organização Define critérios de avaliação Pode assessorar equipes multidisciplinares na formulação de políticas públicas.

Analisa projetos e relatórios das entidades parceiras Coordena e avalia equipes e acompanha atividades.

Realiza a gestão das pessoas da organização Comunica-se com lideranças na comunidade, para indicação de pessoas Forma equipes, organizando colaboradores e desenvolvendo sua capacitação para o trabalho.

Organiza trabalho voluntário Realiza a gestão administrativa e financeira da organização Estima necessidades e supervisiona a aplicação de recursos.

Aprova verbas Supervisiona o fluxo financeiro e monitora a execução orçamentária Administra a infraestrutura.

Providencia equipamentos e outros recursos materiais Incorpora novas tecnologias de gestão Supervisiona o fluxo de documentos Consolida, aprova e apresenta relatórios de gestão Representa a organização junto à comunidade local, aos órgãos públicos, às instituições privadas, à mídia, aos agentes financiadores, entre outros.

Responde jurídica e legalmente pela organização Recebe personalidades públicas Desenvolve o processo de comunicação da organização Interage com colaboradores e voluntários, orienta e promove a conscientização do público, e atende os órgãos de imprensa Disponibiliza dados, acervo técnico, relatórios e outras informações institucionais para a sociedade Desenvolve material para divulgar o trabalho da instituição Promove a publicação de artigos especializados, com a sistematização de experiências realizadas Organiza eventos, para divulgação de campanhas institucionais e sociais Ministra palestras Mantém o fluxo de comunicação interna Mobiliza órgãos públicos e setores da sociedade civil, em torno dos temas relacionados às finalidades da organização Revisa objetivos e metas do planejamento institucional e analisa resultados de projetos Avalia a satisfação dos beneficiários da organização Pode utilizar ou incentivar o uso de tecnologias digitais na organização, para auxiliar na gestão, na mobilização de recursos, na organização de eventos que admitem a participação “online”, entre outras possibilidades.

Funções do Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural

O profissional Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural deve demonstrar competências pessoais, coordenar as atividades, desenvolver políticas e estratégias de recursos humanos, planejar políticas e estratégias, comunicar-se, gerenciar operações administrativas e financeiras, representar a instituição, articular alianças, promover a sustentabilidade institucional.

Condições de trabalho da profissão

Dirigentes e administradores de organizações da sociedade civil sem fins lucrativos trabalham em organizações que são classificadas como de utilidade pública, entidades de fins filantrópicos e, mais recentemente, organização de interesse público (oscip), que são definidas pela lei n° 9. 790, de junho de 1999. Constituídas juridicamente como fundações ou associações, podem ser nominadas de instituto. São qualificadas para atuar na esfera municipal, estadual ou federal. O agrupamento dessas instituições é também conhecido como terceiro setor que congrega associações, fundações e entidades que atuam na esfera pública, mas não fazem parte do estado e nem do setor privado. Os cargos dessa família CBO geralmente são contratados na condição de empregados com carteira assinada. Organizam-se em equipes, trabalham com supervisão ocasional, em ambientes fechados, no período diurno.

Exigências do mercado de trabalho para a profissão

O trabalho é exercido, normalmente, por profissionais de nível superior, de reconhecida probidade e competência administrativas, eleitos ou indicados conforme normas legais e estatutárias das organizações que dirigem. Essas ocupações são exercidas por pessoas com escolaridade de nível superior, acrescida de cursos básicos de até 200 horas. O desempenho pleno das funções ocorre após cinco anos de experiência profissional.

Atividades exercidas por um Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural

Um Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural deve promover campanhas institucionais e sociais, demonstrar comprometimento, orientar o público, supervisionar o fluxo financeiro, fazer lobby de causas públicas, promover eventos, buscar apoios políticos e financeiros, administrar conflitos, representar a instituição junto à mídia, definir critérios de avaliação, demonstrar habilidade política, avaliar os resultados dos projetos, aprovar verbas, contatar agentes e instituições financeiras, detectar lideranças na comunidade, demonstrar perspicácia, aprovar relatórios, monitorar políticas públicas, recrutar voluntários, definir diretrizes e políticas institucionais, demonstrar conhecimento técnico, consolidar relatórios, interagir com associados e filiados, demonstrar flexibilidade, representar a instituição junto à comunidade local, analisar o cenário social, econômico e institucional, demonstrar capacidade empreendedora, captar recursos financeiros, estabelecer prioridades, trabalhar em equipe, manter-se atualizado, desenvolver a capacitação profissional e pessoal dos colaboradores, formular estratégias, demonstrar ética, coordenar equipes, disponibilizar informação para a sociedade (dados, acervo técnico, relatórios), organizar o trabalho voluntário, identificar demandas, demonstrar sensibilidade social, demonstrar paciência, implementar a missão da instituição, providenciar recursos (materiais, equipamentos), demonstrar capacidade de delegar, constituir equipe de colaboradores, buscar parceiros, mobilizar a sociedade (comunidade, órgãos públicos, etc.), avaliar equipes, demonstrar criatividade, demonstrar persistência, demonstrar comunicabilidade, demonstrar ousadia, estimar necessidades de recursos, promover a publicação de artigos especializados, disseminar experiências e conhecimentos, apresentar relatórios técnicos e financeiros, analisar relatórios enviados por entidades parceiras, projetar cenários e tendências, avaliar a satisfação dos beneficiários, desenvolver material de divulgação, formular projetos, assessorar a formulação de políticas públicas, supervisionar a aplicação de recursos, interagir com as partes interessadas (stakeholders), manter fluxo de comunicação interna, definir objetivos e metas, ministrar palestras, negociar apoios, contratos e convênios, analisar projetos, demonstrar capacidade de tomar decisões, organizar eventos, definir alocação de recursos, promover a sistematização de experiências, demonstrar desprendimento, monitorar a execução orçamentária, divulgar o trabalho da instituição, organizar equipes, elaborar estratégia econômico-financeira, mobilizar recursos, revigorar a missão, apresentar relatório anual, formar colaboradores, representar a instituição junto a órgãos públicos e privados, elaborar plano de ação anual, administrar a infraestrutura, estabelecer parcerias, receber personalidades públicas, representar jurídica e legalmente a instituição, promover a conscientização do público, atender os órgãos de imprensa, acompanhar atividades, identificar colaboradores, avaliar a compatibilidade das estratégias e políticas com a missão e objetivos organizacionais, demonstrar liderança, elaborar plano plurianual, representar a instituição junto a agentes financiadores, supervisionar o fluxo de documentos, incorporar novas tecnologias educacionais e de gestão, revisar objetivos e metas, monitorar legislação, articular conselhos da instituição (consultivo, administrativo e outros).

Aumento do piso salarial e reajuste 2026 da categoria

O reajuste salarial 2026 para Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural ficou em 5.60%, obedecendo os índices de inflação do INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor no período de um ano, esse é o critério para estipular o piso salarial 2026 e o início das negociações salariais entre o sindicato dos trabalhadores no cargo de Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural e os sindicatos patronais.

Em algumas localidades houve aumento real do salário, ou seja, acima do índice de correção salarial e acima até mesmo do reajuste médio da categoria dos Dirigentes e administradores de organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que ficou em 5.60% para 2026.

Uma observação importante é que nem sempre o aumento salarial do Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural em 2026 está atrelado a acordos e convenções coletivas, o salário base pode ser estipulado de acordo com o salário mínimo 2026 ou o piso salarial mínimo regional se houver.

Reajuste e valor do vale refeição 2026

O reajuste médio do vale refeição 2026 para Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural ficou em 5.20% de acordo com acordos coletivos, convenções coletivas e dissídios registrados no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho do SRT - Subsecretaria de Relações do Trabalho.

Com isso o valor médio do vale refeição para 2026 observado em instrumentos coletivos de todo Brasil ficou em R$ 42,00 por dia efetivamente trabalhado.

Como é feito o cálculo dos reajustes e pisos salariais dos Dirigentes e administradores de organizações da sociedade civil sem fins lucrativos 2026

O salário de Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural mostrado aqui é resultado do levantamento de 172 salários em admissões de empresas de todo o Brasil em 2026, além de dissídios, convenções e acordos coletivos da categoria em sindicatos nacionais ou regionais de Dirigentes e administradores de organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que foram registrados no sistema Mediador da Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que registra os instrumentos coletivos.

Encontre o seu estado logo abaixo e saiba quanto ganha um Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural com salários atualizados em 2026. A ordem dos salários obedece a sigla dos estados em ordem alfabética. Confira:

Dissídio salarrial de Dirigente de Organização de Desenvolvimento Cultural CBO 114405 salário